Manchetes do dia
Terça-feira, 17 / 02 / 2009
Folha de São Paulo
"BB irá atuar no crédito à habitação de baixa renda"
CEF alega dificuldade de cumprir meta de financiamento do governo
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ordenou que o Banco do Brasil atue no financiamento de imóveis para setores de baixa renda, apesar de se segmento não ser o foco da instituição, informam Kennedy Alencar e Sheila d` Amorim. A decisão foi tomada após Lula ouvir da Caixa Econômica Federal que ela teria dificuldade para levar o mercado atingir a meta de financiamento do governo –500 mil unidade neste ano e 500 mil no seguinte. A intenção do Planalto é anunciar o pacote de habitação popular depois do Carnaval. Seus maiores benefício estão sendo direcionados para os trabalhadores com renda até dez salários mínimos (R$ 4.650). Segundo estimativas do governo, é nessa camada da população que estará a maior parte de demanda por imóveis nos próximos 15 anos (Mais de 70%). Lula tambêm quer reforçar a base eleitoral para fazer seu sucessor em 2010.
O Globo
"Obama exige de montadoras plano para evitar concordata"
Para se candidatar a nova ajuda, GM e Chrysler poderão cortar salários
A GM e a Chrysler, gigantes do setor automobilístico dos EUA, deverão apresentar hoje ao governo de Barack Obama um plano de reestruturação que prevê redução de salários e bonificações e suspensão de projetos pouco rentáveis. Só assim, elas estariam aptas a disputar o socorro federal para evitar a quebra. O governo tem pressa e não descarta exigir a concordata das empresas, que já receberam US$ 17,4 bilhões dos cofres públicos no ano passado. Além do pacote para salvação das montadoras, hoje Barack Obama deve assinar o plano de estímulo à economia, de US$ 787 bilhões, aprovado pelo Congresso na semana passada.
• No Brasil, a Renault vai chamar de volta até 420 empregados, dos 844 que tiveram seus contratos suspensos temporariamente em janeiro. A produção de veículos voltou a crescer após cinco meses.
O Estado de São Paulo
"Brasil oferece crédito para evitar barreiras da Argentina"
Empresários argentinos pressionam Cristina Kirchner a manter protecionismo
Industriais argentinos pediram ontem ao governo de Cristina Kirchner que não se deixe pressionar pelos empresários brasileiros e continue adotando medidas protecionistas contra produtos do Brasil. A solicitação foi feita um dia antes da viagem de ministros da Argentina para se reunir com representantes do governo Lula e discutir questões comerciais. O Brasil pretende oferecer linhas de crédito para exportações argentinas, com o objetivo de desarmar a onda protecionista do vizinho. Para empresários brasileiros afetados pelas medidas restritivas, como o setor de calçados, Lula deveria cobrar contrapartidas da Argentina para conceder o financiamento. A Fiesp já pediu a Lula que retalie a Argentina por ter aplicado barreiras comerciais. Janeiro registrou uma queda de 51% das exportações brasileiras para a Argentina, na comparação com o mesmo mês de 2008.
Jornal do Brasil
"Doze projetos que podem mudar o Rio"
Câmara votará desde o corredor T5 à renovação de parte da Zona Norte
Na abertura dos trabalhos legislativos, ontem, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou 12 projetos que, segundo ele, vão melhorar a vida dos cariocas. Entre as propostas estão: obtenção de recursos para obras da linha 4 do metrô (até a Barra); passagem da Guarda Municipal para o regime estatutário; implantação do projeto Porto Maravilha, com a cessão do Píer Mauá à prefeitura; criação do corredor viário T5, ligando a Penha à Barra; estímulo às empresas de call center para gerar empregos, com a ocupação de galpões abandonados na Zona Norte, que também será revitalizada; e incentivos tributários para a instalação de complexos siderúrgicos na Zona Oeste.
Folha de São Paulo
"BB irá atuar no crédito à habitação de baixa renda"
CEF alega dificuldade de cumprir meta de financiamento do governo
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ordenou que o Banco do Brasil atue no financiamento de imóveis para setores de baixa renda, apesar de se segmento não ser o foco da instituição, informam Kennedy Alencar e Sheila d` Amorim. A decisão foi tomada após Lula ouvir da Caixa Econômica Federal que ela teria dificuldade para levar o mercado atingir a meta de financiamento do governo –500 mil unidade neste ano e 500 mil no seguinte. A intenção do Planalto é anunciar o pacote de habitação popular depois do Carnaval. Seus maiores benefício estão sendo direcionados para os trabalhadores com renda até dez salários mínimos (R$ 4.650). Segundo estimativas do governo, é nessa camada da população que estará a maior parte de demanda por imóveis nos próximos 15 anos (Mais de 70%). Lula tambêm quer reforçar a base eleitoral para fazer seu sucessor em 2010.
O Globo
"Obama exige de montadoras plano para evitar concordata"
Para se candidatar a nova ajuda, GM e Chrysler poderão cortar salários
A GM e a Chrysler, gigantes do setor automobilístico dos EUA, deverão apresentar hoje ao governo de Barack Obama um plano de reestruturação que prevê redução de salários e bonificações e suspensão de projetos pouco rentáveis. Só assim, elas estariam aptas a disputar o socorro federal para evitar a quebra. O governo tem pressa e não descarta exigir a concordata das empresas, que já receberam US$ 17,4 bilhões dos cofres públicos no ano passado. Além do pacote para salvação das montadoras, hoje Barack Obama deve assinar o plano de estímulo à economia, de US$ 787 bilhões, aprovado pelo Congresso na semana passada.
• No Brasil, a Renault vai chamar de volta até 420 empregados, dos 844 que tiveram seus contratos suspensos temporariamente em janeiro. A produção de veículos voltou a crescer após cinco meses.
O Estado de São Paulo
"Brasil oferece crédito para evitar barreiras da Argentina"
Empresários argentinos pressionam Cristina Kirchner a manter protecionismo
Industriais argentinos pediram ontem ao governo de Cristina Kirchner que não se deixe pressionar pelos empresários brasileiros e continue adotando medidas protecionistas contra produtos do Brasil. A solicitação foi feita um dia antes da viagem de ministros da Argentina para se reunir com representantes do governo Lula e discutir questões comerciais. O Brasil pretende oferecer linhas de crédito para exportações argentinas, com o objetivo de desarmar a onda protecionista do vizinho. Para empresários brasileiros afetados pelas medidas restritivas, como o setor de calçados, Lula deveria cobrar contrapartidas da Argentina para conceder o financiamento. A Fiesp já pediu a Lula que retalie a Argentina por ter aplicado barreiras comerciais. Janeiro registrou uma queda de 51% das exportações brasileiras para a Argentina, na comparação com o mesmo mês de 2008.
Jornal do Brasil
"Doze projetos que podem mudar o Rio"
Câmara votará desde o corredor T5 à renovação de parte da Zona Norte
Na abertura dos trabalhos legislativos, ontem, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou 12 projetos que, segundo ele, vão melhorar a vida dos cariocas. Entre as propostas estão: obtenção de recursos para obras da linha 4 do metrô (até a Barra); passagem da Guarda Municipal para o regime estatutário; implantação do projeto Porto Maravilha, com a cessão do Píer Mauá à prefeitura; criação do corredor viário T5, ligando a Penha à Barra; estímulo às empresas de call center para gerar empregos, com a ocupação de galpões abandonados na Zona Norte, que também será revitalizada; e incentivos tributários para a instalação de complexos siderúrgicos na Zona Oeste.
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