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Mostrando postagens de Abril 15, 2012

Aerocão

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Ninja sobe a serra

Núcleo Infanto Juvenil de Aviação em Taubaté
Diário de Taubaté
No sábado, 28 de abril, será realizado o Encontro de Escoteiros da Modalidade do Ar (EncontrAr), no Aeroclube Regional de Taubaté. O evento, promovido pelo 259/SP – Escoteiro do Ar “Aviação do Exército”, irá comemorar os 74 anos de atividades da modalidade de escotismo no país e oficializar o lançamento regional do Núcleo Infantojuvenil de Aviação em Taubaté (Ninja). A entrada é franca.
O Ninja propõe uma série de atividades, todas gratuitas, que divulgam a cultura aeronáutica entre crianças e jovens de escolas públicas e particulares. Despertar vocações e revelar talentos é o principal objetivo do projeto, que nasceu em 2009, em Ubatuba, quando o grupo fez uma apresentação aos alunos do Colégio Dominique.
A proposta ganhou impulso com a criação de atividades na modalidade a distância, usando experimentalmente o Blog do Ninja (www.ninja-brasil.blogspot.com) como principal ferramenta de apoio.
Com as diversas possibilidades g…
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Opinião

Bate-boca constrangedor

O Estado de S.Paulo
As respostas do ministro Joaquim Barbosa às críticas que lhe foram feitas pelo ministro Cezar Peluso, um dia antes de deixar a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), lançaram mais luz sobre um cenário que o grande público supunha preservado de lavagens públicas de roupa suja.

A história do STF, que acumula as competências de corte constitucional e de tribunal de última instância, sempre registrou as mais variadas desavenças entre seus integrantes, mas elas eram travadas a portas fechadas ou por floreios retóricos nas sessões plenárias - e não sob a forma de trocas de insultos através da mídia. As críticas de Peluso foram feitas em entrevista concedida ao site Consultor Jurídico, e as respostas de Barbosa, que é o relator do processo do mensalão e assumirá a direção do Supremo em novembro, sucedendo ao ministro Ayres Britto, foram dadas em entrevista ao jornal O Globo de sexta-feira.

Na saraivada de críticas que disparou contra a presiden…
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Manchetes do dia

Sábado, 21 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"Novo presidente do STF intervém para conter crise"

Ministros da mais alta corte do país trocam acusações e ofensas publicamente

A crise instalada no Supremo Tribunal Federal após troca de acusações entre os ministros Cezar Peluso e Joaquim Barbosa levou o novo presidente, Carlos Ayres Britto, a agir para tentar pacificar a corte. Barbosa chamou Peluso, que presidia o STF até ante-ontem, de “tirano” e ridículo” e o acusou de manipular julgamentos. Foi uma reação às declarações de Peluso, que classificou o colega como “difícil” e “inseguro”. Ontem o novo presidente convocou uma entrevista para apaziguar os ânimos. Ayres Britto disse ser “logicamente impossível” haver manipulação de decisões, “porque os outros (ministros) perceberiam”. Ministros veem o caso como uma rusga entre colegas e não creem que ela prejudique a corte perto do julgamento do mensalão.

O Estado de São Paulo "Juro, câmbio e impostos são 'amarras' do País, di…

Planeio final

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Coluna do Celsinho

Símbolos

Celso de Almeida Jr.
Ontem, Dia do Índio, lembrei-me da experiência profissional que tive em 2010, no norte do país.

Conheci, de perto, o resultado da monumental tarefa cumprida, há quase um século, por Cândido Rondon e seus comandados: rasgar a floresta do oeste do Mato Grosso ao sul do Amazonas, levando o telégrafo à Santo Antônio do Madeira, atual Porto Velho, capital de Rondônia.

Para desbravar esta área, Rondon precisava contatar os povos indígenas e, influenciado pelo Positivismo, aproveitava a oportunidade para levar conceitos de nação, apresentando aos índios a bandeira, o hino e outros símbolos culturais do país.

As ações pacificadoras de Rondon, que muitos estudiosos questionam, merecem elogios quando comparadas com as práticas que outros países tiveram com seus povos nativos.

Marechal Rondon tornou menos traumática a integração que, cedo ou tarde, iria acontecer.

Entretanto, os muitos equívocos que o Brasil cometeria com os povos indígenas, ofuscaram a intensidade de seus…
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Opinião

A reação dos bancos

O Estado de S.Paulo
É bem-vindo o anúncio dos principais bancos privados do País de redução dos juros em algumas de suas operações. Mas só o tempo dirá se a decisão não passa, como podem suspeitar muitos de seus clientes, de jogada de marketing e de uma tentativa de repor em nível mais alto o relacionamento com o governo, abalado nos últimos dias pelas reivindicações extemporâneas do principal dirigente da associação que os representa.

Sabe-se, até agora, que apenas determinadas linhas de crédito terão custos mais baixos para os consumidores e para as empresas, desde que sejam clientes especiais da instituição ou aceitem transferir para ela as operações que realizam em outras. Não se sabe se isso terá impacto sobre o custo médio dos empréstimos, se será suficiente para estimular o consumo e o investimento produtivo, se haverá oferta suficiente de financiamentos, se a redução será duradoura ou não passará, como já ocorreu, de simples atitude de conveniência num momento…
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Manchetes do dia

Sexta-feira, 20 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"CPI do Cachoeira é criada com Collor, Jucá e ficha-suja"

Ao menos 17 dos 32 integrantes da comissão têm pendências com a Justiça; trabalhos devem começar na próxima semana

A CPI criada ontem para apurar a relação de políticos com o empresário Carlos Cachoeira terá entre seus integrantes o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL), afastado do cargo por corrupção e hoje senador, e ao menos outros 16 congressistas com pendências na Justiça. A comissão terá 32 membros, que poderão ser indicados até terça, data prevista para a instalação da CPI.

O Estado de São Paulo "CPI do Cachoeira é criada e aliados não sabem como agir"

Articulação política do governo é alvo de críticas da base; senador do PMDB será presidente da comissão
No dia em que o Congresso criou a CPI que vai investigar a ligação de políticos e empresas com o contraventor Carlinhos Cachoeira, a articulação política do governo foi alvo de fortes críticas por parte dos pr…

Men At Work - Who Can It Be Now (1981)

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Opinião

Quem não queria a 'CPI do PT'

O Estado de S.Paulo
Dizem os cínicos que o máximo que se pode esperar dos políticos é que os seus interesses coincidam com a vontade geral da sociedade. Se assim é, está-se diante de um desses raros casos. A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre as ligações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com agentes públicos e privados nasceu da conjunção dos interesses contraditórios do PT, do DEM e do PSDB. O primeiro queria se desforrar do seu mais respeitado detrator no Congresso, o senador por Goiás Demóstenes Torres (DEM), ao se descobrir que o implacável Catão estava atolado até o pescoço em negócios com o chefe da batotagem no seu Estado. Também queria - acicatado pelo ex-presidente Lula - vingar-se do governador goiano Marconi Perillo, por ter o tucano tornado público que o alertara para a compra de votos de deputados em favor do governo antes que o escândalo eclodisse, com o rótulo de "mensalão". E que…
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Manchetes do dia

Quinta-feira, 19 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"Bancos privados cedem a Dilma e barateiam crédito"

Banco Central também reduziu a Selic e levou o Brasil a ter sua menor taxa de juros reais já registrada

Os bancos Bradesco, Itaú e Santander cederam às pressões do governo Dilma e anunciaram a redução de algumas de suas taxas de juros para consumidores e empresas. O HSBC já havia feito corte na semana passada. A reação, duas semanas após os bancos públicos diminuírem as taxas dos empréstimos, foi recebida pelo governo como um gesto dos banqueiros para a reabertura do diálogo sobre redução do custo do crédito.

O Estado de São Paulo "Selic cai para 9%; País deixa de ser líder em juros reais"

No mesmo dia, os quatro maiores bancos privados respondem à pressão do governo e cortam taxas
O Banco Central anunciou ontem o sexto corte seguido do juro básico da economia, que caiu 0,75 ponto porcentual, para 9% ao ano. Com a decisão unânime do Comitê de Política Monetária, o Brasil de…
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Opinião

O surto populista de Cristina

O Estado de S.Paulo
Só faltou a presidente argentina Cristina Kirchner assomar aos balcões da Casa Rosada, a sede do governo nacional no coração de Buenos Aires, diante de uma multidão adrede arregimentada em estado de apoteose cívica, para completar o regressivo espetáculo de exaltação nacionalista do anúncio da reestatização da YPF, a maior empresa petrolífera do país, privatizada em 1993 e adquirida pela Repsol espanhola em 1999. Tudo o mais, porém, seguiu o mofado figurino do auge da era peronista, nos anos 1950. Por volta do meio-dia de anteontem, no salão nobre do palácio, tendo às costas uma imagem de Evita Perón e à frente uma siderada plateia de militantes justicialistas, entoando cânticos e palavras de ordem dos viejos tiempos, a presidenta, como exige ser chamada, proclamou a recuperação da "soberania petrolífera" argentina. Desnecessário dizer que o show de arrebatamento patriótico e fabulação econômica foi transmitido em rede nacional…
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Manchetes do dia

Quarta-feira, 18 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"Escuta mostra que senador negociou verba para a Delta"

Para o procurador-geral da República, há suspeita de que Demóstenes seja 'sócio oculto' da empreiteira

O senador Demóstenes Torres (ex-DEM) usou o cargo para negociar projeto de R$ 8 milhões em favor da empreiteira Delta, apontam escutas e relatório do Ministério Público Federal. Na gravação, ele condiciona o envio de verba para obra em Anápolis (GO) a escolha da Delta para tocar o projeto. O senador diz a Carlinhos Cachoeira que o prefeito de Anápolis lhe pediu ajuda para fazer um parque. "Falei pra ele que precisava então que (...) desse preferência pra vocês", diz. Um dia depois, Cachoeira relata a conversa a um diretor da Delta, informam Fernando Mello e Leandro Colon.

O Estado de São Paulo "Repsol pede US$ l0,5 bi de indenização à Argentina"

Vice-ministro diz que só 'imbecis' acham que Cristina Kirchner pagará o que a petrolífera quer
A emp…

Minha espingarda, rápido. Rei Juan Carlos...

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Cartas à redação

Direto de Hollywood
Caro Seu Sidney:
Não posso calar, o momento é de tristeza, imensa tristeza. Quem poderia imaginar que sob a fachada de simpatia escondia-se um frio e cruel assassino? Pois é Seu Sidney, eu sempre desconfiei que alguma coisa estava errada no script. Saiba que nós aqui em Hollywood entendemos do assunto. A educação exerce papel primordial nas ações dos seres humanos, e tem mais, quem educa costuma ser tomado como modelo. Diz a voz do povo: tal pai, tal filho. Eu amplio, tal tutor, tal discípulo. O rei da Espanha, Juan Carlos, teve como tutor o ditador Francisco Franco, aquele de Guernica, figura sinistra, amigo de Hitler. Ele, no entanto, parecia diferente. Ledo engano, Juan Carlos não é igual ao tutor. É pior. Por essa e por outras, Seu Sidney, lanço aqui o meu protesto pela matança de elefantes em Botswana. A estupida ação teve motivação recreacional e a chancela do rei da Espanha. A espécie humana deveria sentir vergonha.
Atenciosamente,
Dumbo

Norman Rockwell

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Autorretrato triplo

Notinhas matinais

Um delta na vida
Sidney Borges Em 1982 Brizola vencia a eleição para governador do Rio de Janeiro. As rádios cariocas davam a apuração e o "Caudilho" aparecia com folga na frente dos adversários. Eu disse as rádios? Errei. A rádio Globo tinha outra versão, na apuração global Brizola estava perdendo. No "Show das Eleições", em São Paulo, o clima era de perplexidade. Todo mundo sabia que Brizola estava na frente, mas a TV Globo insistia em dizer que Moreira Franco era o cara.
Não foi possivel mudar a realidade, quando a apuração se aproximou do fim e no Rio de Janeiro o povo começou a incendiar viaturas da Globo a "poderosa", como dizia Clodovil, rendeu-se aos fatos e, relutantemente, deu a vitória de Brizola.
A discrepância entre os fatos e a versão global foi creditada a um certo fator delta que teria interferido no processo de apuração montado pela emissora, baseado no uso de computadores.
Se o diferencial delta foi um artifício para maquiar a infantil tentat…

Ubatuba em foco

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Adeus irmãs da creche

José Ronaldo dos Santos
Em 1982 fui chamado pelo frei Pio para realizar uma reforma na edícula e no salão da ASEL (Ação Social Estrela do Litoral), na avenida Vasco da Gama, na Estufa (I). Havia pressa, pois algumas irmãs estavam prestes a chegar para desenvolver um trabalho assistencial com as crianças carentes do bairro. Era mais uma estratégia missionária do frei italiano que deixou a sua terra e neste município jaz.

De fato, no local onde funcionava antes um programa denominado PLIMEC, logo chegaram as freiras (Franciscanas Missionárias de Assis) Flávia, Maria e Leninha. Elas vieram da cidade de Santo André. Nascia a Creche Francisquinho. Lá se vão 30 anos. E muitas outras religiosas passaram por lá.

Quantas crianças não cresceram apoiadas pelas irmãs franciscanas e funcionárias?! Algumas eram dali de perto; outras vinham trazidas de longe. Não sei quantas dessas famílias souberam agradecer às freiras pela assistência dada.

Paralelamente, nas comunidades da Es…
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Opinião

A verdadeira operação abafa

O Estado de S.Paulo
A tática dos lulopetistas de acusar os adversários políticos de praticar as malfeitorias que eles próprios cometem é sobejamente conhecida, mas chega a ser desconcertante o caradurismo da operação abafa que suas lideranças estão tentando instaurar diante da iminência do julgamento do processo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Temerosa de que a Suprema Corte venha a confirmar a existência do maior escândalo de corrupção da história da República, a cúpula petista tenta por todos os meios - inclusive a pressão sobre os ministros do STF - desqualificar as acusações que pesam sobre os 38 réus do processo e, por meio das mais deslavadas chicanas, provocar a postergação do julgamento para 2013. Com isso estariam os petistas, no mínimo, se poupando de maior desgaste político em ano eleitoral e permitindo a prescrição de muitas das denúncias.

A operação abafa lulopetista se desenvolve em dois planos: o político, com a tentativa de des…
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Manchetes do dia

Terça-feira, 17 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"Argentina toma controle de petroleira espanhola"

Cristina Kirchner anuncia expropriação, e Espanha promete 'forte represália'

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, apresentou um projeto de lei para expropriar os 51% da petroleira YPF pertencentes à espanhola Repsol e, simultaneamente, tomou por decreto o controle da empresa. O projeto vai para o Congresso, no qual Cristina tem maioria. Ela disse não se tratar de estatização, mas de "recuperação da soberania", e acusou a Repsol de não investir o suficiente. Os representantes espanhóis foram expulsos da empresa, e o pagamento a companhia não foi definido. As ações da YPF despencaram 10,34% em Nova York.

O Estado de São Paulo "Argentina estatiza petrolífera e Espanha ameaça retaliar"

Cristina Kirchner diz que decisão visa a 'recuperar soberania'; governo espanhol fala em adotar ação 'contundente'
A presidente argentina, Cristina Kirchner…
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Opinião

Sem garra para exportar

O Estado de S.Paulo
O Brasil conquistou em 2011 o posto de sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, mas continuou em 22.º lugar entre os exportadores de mercadorias, muito longe das potências comerciais mais dinâmicas. Permaneceu atrás da China e dos grandes líderes do mundo capitalista - Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Reino Unido e Japão -, mas continuou perdendo a corrida também para países de industrialização recente, como Coreia, Cingapura, Taiwan, México e Índia. Apesar do aumento de suas vendas externas, sua participação nas exportações mundiais ficou em 1,4%, menos de metade da coreana (3%) e bem abaixo da participação da pequena Bélgica (2,6%). Essa classificação, divulgada quinta-feira passada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), reflete muito mais que o baixo dinamismo da economia global e os efeitos cambiais do tsunami monetário denunciado insistentemente pela presidente Dilma Rousseff e por seu ministro da Fazenda,…
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Manchetes do dia

Segunda-feira, 16 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"Taleban faz nova ofensiva e ataca comando da Otan"

Atentados no Afeganistão e no Paquistão estão entre os piores desde 2001

Militantes Taleban alvejaram ontem em Cabul o quartel-general da Otan (aliança militar ocidental), o prédio do Parlamento afegão, várias embaixadas e edifícios governamentais. Houve ataques também nas províncias afegãs de Logar, Paktia e Nangarhar. No vizinho Paquistão, cerca de cem insurgentes invadiram uma prisão em Bannu e soltaram quase 400 detentos.

O Estado de São Paulo "Taleban faz maior ofensiva no Afeganistão em dez anos"

Grupo radical tinha como alvo bases da Otan e embaixadas de EUA, Alemanha e Grã-Bretanha; 37 morreram
Uma série de ataques simultâneos atingiu a capital, Cabul, e pelo menos quatro províncias, na mais ousada ação do Taleban contra o governo afegão e as forças estrangeiras desde o início da guerra, em 2001. Os principais alvos eram as bases da Otan e as embaixadas dos EUA, da…

Anauê!

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Coluna do Mirisola

Arrabalde, tá ligado?

Congresso em Foco publica peça inédita de Marcelo Mirisola

Marcelo Mirisola
Revirando meus arquivos, achei esta peça inédita, a escrevi em 2006/2007. Não sei se valeria a pena encená-la. Na época, mostrei pra minha amiga Fernanda D’Umbra e ela me disse que faltava ação, movimento. Penso que Fernanda está certa. Mas, a título de curiosidade, achei que valia a pena publicá-la no Congresso em Foco, pois foi daqui que saiu uma boa parte do Monólogo da Velha Apresentadora, que foi encenada três anos depois – tendo o saudoso Alberto Guzik como protagonista.

Primeiro Ato

Duas bundas empinadas para a platéia. Bermudões arriados, usam bonés com as abas viradas para trás. Claro, são dois manos.
Nota: A partir do Segundo Ato, os versos geniais da Bunda 2 (ou
Mc Asshole) serão acompanhados de coreografia. Isto é; toda vez que ele declamar seus versos os demais personagens irão acompanhá-lo. Inclusive a apresentadora de Tevê.

Bunda 1: Maior liga, mano. Neguinho tem mesmo que pôr “os…
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Opinião

O desafio ao poder dos bancos

O Estado de S.Paulo
Pela primeira vez o governo brasileiro enfrenta o poderio dos bancos privados sem dispor de controle direto sobre os juros e num regime plenamente democrático. É esta a grande novidade da campanha empreendida pela presidente Dilma Rousseff contra o preço ultrajante dos financiamentos no mercado nacional. Sem poder legal para impor um freio à agiotagem, a autoridade recorre a meios indiretos e sem garantia de resultados, como o corte de juros pelas instituições sob controle estatal - a começar pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica. Se esse lance produzirá algum bom efeito só se saberá mais tarde. Mas o confronto está aberto e a primeira resposta dos banqueiros teve um ar de bravata. Em vez de propor ao governo um roteiro para redução de juros, o presidente da Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, levou ao Ministério da Fazenda uma lista com 22 reivindicações.

Essa atitude foi - como era de espera…
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Manchetes do dia

Domingo, 15 / 04 / 2012

Folha de São Paulo
"Cachoeira sacou R$ 8,5 milhões em ano eleitoral"

Proveniente da empreiteira Delta, dinheiro foi retirado por contador de empresário por meio de empresa de fachada

O tesoureiro de Carlinhos Cachoeira, preso sob a acusação de corrupção, usou uma empresa de fachada para sacar R$ 8,5 milhões oriundos da Delfa Construções, revelam Leandro Colon e Fernando Mello. O dinheiro foi retirado ao longo do ano eleitoral de 2010. A Polícia Federal investiga se a quantia financiou campanhas políticas.

O Estado de São Paulo "Agnelo nega renúncia: ‘Só se me abaterem fisicamente’"

Governador do DF defende a CPI e diz que só pensa em afastamento quem ‘tem culpa no cartório’
Identificado pela Polícia Federal como o “01 de Brasília” e o “Magrão”, citado em diálogo da quadrilha comandada pelo contraventor Carlinhos Cachoeira, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, está sob pressão do seu partido, o PT, com o governo sob vigilância do Planalt…