Sexta-feira, 04 / 02 / 2011 Folha de São Paulo "Ditador se diz 'cheio' do poder, mas aperta o cerco" Regime persegue jornalistas à véspera de outro grande protesto; só ontem, houve 8 mortes Na véspera de outra grande manifestação hoje, o governo Mubarak acenou com proposta de negociação, mas aumentou a repressão. Oito pessoas foram mortas, somando mais de 300 desde o início dos protestos. Jornalistas foram agredidos e mantidos longe da praça Tahrir, no Cairo, onde acontecem os confrontos. Houve ao menos 15 ataques a repórteres, disse ONG. Os brasileiros, Luiz Araújo, do jornal "Zero Hora", Corban Costa, da Rádio Nacional, e Gilvan Rocha, da TV Brasil, foram alvo de violência. O Itamaraty condenou a "barbárie". Paralelamente, o vice Omar Suleiman disse que o filho de Hosni Mubarak não disputará a eleição e convidou a oposição ao diálogo. Em entrevista, o ditador disse que está cheio, mas teme o caos se deixar o poder. O governo Obama discute ...