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Mostrando postagens de Fevereiro 16, 2014

Dominique

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Opinião

Perdendo o melhor mercado

O Estado de S.Paulo
Confrontado com a perda de participação do Brasil no comércio mundial de produtos de alta tecnologia, soa hoje como ironia o lema "Inovar para competir. Competir para crescer" com que foi amplamente anunciado o Plano Brasil Maior, por meio do qual o governo Dilma Rousseff pretendia, entre 2011 e 2014, reinserir competitivamente a produção industrial brasileira no comércio mundial e assegurar a ampliação de seu mercado dentro do País.

O crescimento da indústria brasileira no ano passado não foi suficiente para compensar a retração registrada em 2012, o setor vem perdendo competitividade e não está conseguindo nem mesmo preservar sua fatia no mercado interno. O problema é ainda mais agudo no segmento dos produtos de alto conteúdo tecnológico. Há anos o Brasil vem ficando para trás na disputa por espaços no mercado mundial de bens de tecnologia de comunicação, como telefones celulares, computadores, notebooks e componentes eletrônicos.…

U.V.

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Manchetes do dia

Sábado, 22 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"Ano de Copa, eleições e, acredite, mais impostos"

O brasileiro, que trabalha em média cinco meses só para pagar impostos, pode se preparar para contribuir ainda um pouco mais 

É o que deve acontecer, admitiu ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, caso o país tenha dificuldade em cumprir a meta de superavit primário, de 1,9% do Produto Interno Bruto. Trocando em miúdos: o governo precisa economizar R$ 99 bilhões para o pagamento de juros da dívida e, com isso, evitar possível rebaixamento do Brasil pelas agências de classificação de risco. Entre o vexame econômico em ano de eleições e o avanço no bolso do contribuinte, o Planalto já trabalha com segunda opção. Pelo menos duas propostas para elevar impostos já estão em análise na Casa Civil. E outra má notícia: o Banco Central anunciou que o rombo nas contas externas em janeiro chegou a R$ 11 bilhões, o maior já registrado pelo país desde 1947.

O Globo
"Mandado de prisão de Rober…

Bunitinhu!

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Coluna do Celsinho

Biplano

Celso de Almeida Jr.

A paixão pelo voo está presente nas obras de Richard Bach.

A delicadeza e a simplicidade de seus textos atingem corações e mentes arejadas.

Voamos em suas palavras.

Elas têm a magia de nos levar pelo ar, revelando a liberdade dos pilotos sensíveis.

Em Biplano, uma história onde Bach conta a viagem pelos EUA numa antiga aeronave de 1929, o encanto se repete.

Há muitas passagens especiais, como imaginar se o desejo daquele velho biplano era repousar eternamente na segurança de um museu ou, rasgar os céus, correr todos os riscos.

Os desejos do biplano, os nossos desejos...

Homem e máquina sintonizados na busca de emoções, reverenciando a natureza, descobrindo os limites, entrosados, unidos.

Ler Bach dá a sensação de que é possível viajar no tempo.

O biplano de 1929, voando décadas à frente, levaria o piloto ao passado?

O mesmo céu de outros tempos, o sol mágico e deslumbrante, o vento - de todas as épocas - soprando o rosto, trazendo paz.

Voa a vida, prezado leitor, queri…

Dominique

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Opinião

Os caminhos das águas, sem tantos atropelos

Washington Novaes* - O Estado de S.Paulo
O noticiário da primeira quinzena de fevereiro foi dominado pelas notícias de apagões e suas ameaças, racionamentos e desabastecimentos de água, crises da matriz energética, etc. O racionamento já estava em quase 150 cidades, onde vivem mais de 6 milhões de pessoas. O uso médio de água ficava de 15% a 20% acima da média habitual de 150 litros diários por pessoa. O nível dos reservatórios do Sudeste e do Centro-Oeste, abaixo da média do ano do racionamento, 2001. A questão da matriz energética já foi tratada em artigos anteriores - não é caso de retornar. Melhor tentar ver com que caminhos poderão ser enfrentadas de imediato as ameaças na área do fornecimento de água à população.

É preciso começar pela questão das perdas de água por vazamentos e furos nas nossas redes públicas, que estão próximas de 40% do total que passa pelos condutos (Estado, 20/3/2013) - o que é uma calamidade difícil de compreender, …

U.V.

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Manchetes do dia

Sexta-feira, 21 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"Da loucura que mata..."

Ucrânia, segundo números oficiais, 75 pessoas morreram desde a terça-feira

A trégua anunciada na quarta-feira à noite, durou poucas horas. Mas a oposição fala em pelo menos 100 mortos e 500 feridos somente nos confrontos de ontem, o dia mais violento desde que a Ucrânia se tornou independente do então império soviético, em 1991. Do alto de prédios, franco-atiradores atacaram manifestantes. Há, também, relatos de radicais armados disparando contra a polícia. Os protestos começaram depois que o governo optou por um pacto com a Rússia, em vez de uma aliança com a União Europeia. Em repúdio ao banho de sangue, o prefeito da capital ucraniana deixou o partido do presidente Viktor Yanukovich. E o bloco europeu anunciou sanções ao país.

Estado de Minas
"Caça aos boateiros"

Polícia vai atrás de quem provoca o pânico ao espalhar falsas notícias de crimes pela internet.

O mais recente boato que se irradiou com …

Dominique

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Opinião

A adesão estética

Eugênio Bucci* - O Estado de S. Paulo
Sob o risco de repetir o que já foi dito aqui, neste mesmo espaço, há poucos meses, vale recapitular o seguinte:

1) As manifestações endêmicas que vêm eclodindo no Brasil há quase um ano carregam componentes que vão além da política - e que, portanto, não se esgotam nas categorias mais convencionais da ciência política.

2) Elas disparam conflitos que não cabem no conceito de luta de classes, ainda que empregado de maneira flexível e pouco ortodoxa.

3) Elas se caracterizam, indiscutivelmente, por uma linguagem específica. São regidas por um código de expressão que vai do uso de cartazes - feitos sob medida para as câmeras da imprensa - às indumentárias e coreografias padronizadas. Concentram um conjunto de signos que, por sua vez, se ordenam como feixes de sentido que se opõem a outros conjuntos de signos (os signos do poder e os signos da mercadoria). Nas passeatas, enquanto a maioria ergue mensagens de repúdio a políticos e autoridad…

U.V.

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Manchetes do dia

Quinta-feira, 20 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"Azeredo renuncia ao mandato na Câmara"

Em carta, deputado rechaça denúncias de peculato e lavagem de dinheiro

As acusações remontam à campanha pela reeleição ao governo de Minas em 1998. Azeredo diz que deixa o cargo para preservar o PSDB e eleitores. STF decidirá se processo contra ele vai ou não para a justiça de primeira instância.

Estado de Minas
"Azeredo renuncia"

Ex-governador abre mão do mandato de deputado federal e ação a que responde no Supremo deve voltar à 1ª instância.

Eduardo Azeredo (PSDB) renunciou por meio de carta entregue à direção da Câmara em que classifica de “injustas” e “desumanas” as acusações da Procuradoria-Geral da República contra ele encaminhadas ao Supremo. Azeredo é acusado de peculato e lavagem de dinheiro na campanha de reeleição ao governo de Minas, em 1998. A pena pedida é de 22 anos. Com a renúncia, ele perde o foro privilegiado, que garante a parlamentares federais serem julgados direta…

Dominique

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Opinião

Golpe à brasileira

Marco Antonio Villa* - O Estado de S.Paulo
Às vésperas dos 50 anos do golpe militar torna-se necessário um resgate da História para entendermos o presente. Em 1964 o Brasil era um país politicamente repartido. Dividido e paralisado. Crise econômica, greves, ameaça de golpe militar, marasmo administrativo. O clima de radicalização era agravado por velhos adversários da democracia. A direita brasileira tinha uma relação de incompatibilidade com as urnas. Não conseguia conviver com uma democracia de massas num momento de profundas transformações. Temerosa do novo, buscava um antigo recurso: arrastar as Forças Armadas para o centro da luta política, dentro da velha tradição inaugurada pela República, que já havia nascido com um golpe de Estado.

A esquerda comunista não ficava atrás. Sempre estivera nas vizinhanças dos quartéis, como em 1935, quando tentou depor Getúlio Vargas por meio de uma quartelada. Depois de 1945, buscou incessantemente o apoio dos militares, alcunhan…

U.V.

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Manchetes do dia

Quarta-feira, 19 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"Maduro prende, arrebenta e recebe apoio brasileiro"

Acusado de terrorismo por liderar protestos, oposicionista se entrega à polícia na Venezuela

Na mão direita, a bandeira do país. Na outra, uma flor. Foi assim que Leopoldo López (E) passou ontem de líder oposicionista a preso político. Apesar da forte repressão do governo, milhares de pessoas saíram às ruas de Caracas para defendê-lo. “Não se entregue! Não se entregue", gritavam. “Se minha prisão permitir à Venezuela despertar definitivamente, (...) ela valerá a pena”, disse López ao ser detido. Pelo menos três pessoas já morreram nas manifestações. O Mercosul, integrado pelo Brasil, declarou apoio ao governo do presidente Nicolás Maduro.

Estado de Minas
"Supersalários: O retorno"

Ministro Marco Aurélio, do STF, libera ganho acima de R$ 29,4 mil no Congresso

Liminar expedida pelo ministro determina que a Câmara dos Deputados e o Senado voltem a pagar as remunerações q…

Dominique

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Opinião

Verdades que não podem ser definitivas

Paulo Roberto de Almeida* - O Estado de S.Paulo
Algumas "teses" passam por verdades. Como não estou de acordo com algumas delas, permito-me fazer correções a essas "verdades inquestionáveis".

1) Este é o pior Congresso de todos tempos. Não, não é: este é apenas um Congresso "normal", que reflete as realidades políticas brasileiras, e os "tempos" ainda não acabaram. Teremos Congressos ainda piores do que este, pela simples razão de que o Brasil se encontra em plena construção de sua "democracia de massas". Inevitável, assim, que as antigas representações elitistas sejam podadas em favor de novos representantes das classes populares e de setores organizados: sindicatos, igrejas, movimentos sociais, grupos de interesse setorial, etc. O sistema político é uma importante modalidade de ascensão social, atraindo arrivistas e oportunistas que têm no Congresso um excelente vetor de "negócios" de tod…

U.V.

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Manchetes do dia

Terça-feira, 18 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"Barbárie e preconceito"

O Distrito Federai registrou, em menos de 24 horas, três casos brutais de violência

Em Sobradinho 2, um lavador de carros de 19 anos morreu espancado com barra de ferro por dois homens. No Eixão Sul, dois rapazes foram agredidos por pelo menos 15 pessoas. A intolerância racial também deixou sua marca: em Santa Maria, uma cobradora de ônibus vítima de racismo foi à delegacia denunciar a agressora, mas o policial de plantão se recusou a fazer a ocorrência.

"Só sei o que aconteceu pelo vídeo"

Yan Filipe Lopes Xavier, 18 anos, fez prova de vestibular para direito. Depois, por volta das 18h, foi brincar num bloco de carnaval no Eixão, na altura da 105 Sul. Ao sair para urinar, ele e um amigo teriam sido confundidos com ladrões de carro e foram atacados. O colega apanhou, mas conseguiu fugir. Yan desmaiou após soco na nuca. Quando acordou, com o rosto ensanguentado, estava numa maca no Hospital de Base. S…

Dominique

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Opinião

Crônica de uma morte anunciada

José Goldemberg* - O Estado de S.Paulo
O que está acontecendo com o sistema que produz eletricidade no Brasil lembra bem o maravilhoso romance de Gabriel García Márquez que conta a história de um assassinato premeditado. Acusado por Angela Vicario de tê-la desonrado, o jovem Santiago Nasar é morto a facadas pelos irmãos dela. Toda a localidade fica sabendo com antecedência da vingança premeditada, mas nada salva Santiago do seu trágico destino, anunciado logo na primeira linha do romance.

Mais de 80% da energia elétrica gerada no Brasil se origina em usinas hidrelétricas, nas quais a força das águas movimenta as máquinas que produzem a eletricidade. Elas dependem, portanto, de chuvas regulares e de reservatórios que acumulem a água para ser usada nos meses (ou anos) em que chove menos.

Reservatórios, às vezes, inundam terras férteis ou áreas cobertas com florestas. É preciso que as empresas que constroem as hidrelétricas reassentem a população afetada - algu…

U.V.

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Manchetes do dia

Segunda-feira, 17 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"O racismo envergonha Brasília: 11 casos ao mês"

Dois episódios de preconceito racial acontecidos na sexta-feira passada na capital são apenas a superfície visível de uma grave ferida brasileira, a discriminação de seres humanos pela cor da pele 

Em menos de um ano, o serviço de denúncias por telefone recebeu 8 mil ligações, das quais 126 foram classificadas como racismo, uma média de 11 casos por mês, sem contar os registros de injúria. Menos de 24 horas depois de ter sido presa por insultos racistas a funcionárias de um salão de beleza na Asa Sul, a australiana Louise Stephanie saiu da cadeia por decisão da Justiça. Já a autora das agressões contra a cobradora Claudinei Gomes, xingada de “negra ordinária e preta safada" dentro de um ônibus, ainda não foi identificada.

Estado de Minas
"Procuram-se alunos"

Nove universidades federais de Minas ainda têm 5.029 vagas em aberto para este semestre

Um mês depois da primeira …

Dominique

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Opinião

A Aliança do Pacífico avança

O Estado de S.Paulo
A Aliança do Pacífico, bloco formado por México, Colômbia, Peru e Chile, reduziu a zero as tarifas de mais de 90% dos produtos comercializados entre seus membros. Os demais produtos, todos do setor agrícola e considerados sensíveis, serão zerados em até 17 anos. Está liberada também a circulação de capitais e serviços, com integração inclusive de mercados financeiros. Considerando-se que essa aliança existe formalmente há menos de dois anos, os progressos são impressionantes - ainda mais se comparados à letargia do Mercosul, cujos projetos de integração se arrastam há mais de duas décadas.

Em poucas palavras, a diferença entre um e outro está na visão de mundo: enquanto os países do Pacífico apostam no livre mercado, os parceiros do Mercosul dão cada vez mais ênfase ao estatismo - uma doença que empobrece países importantes, como Argentina e Venezuela - e à ideologia, que, em nome de um suposto resgate dos pobres e dos oprimidos, repele in…

U.V.

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Manchetes do dia

Domingo, 16 / 02 / 2014

Correio Braziliense
"Um país em busca do sorriso perdido"

Chega de desdentados, Brasil diz não à banguela

O Brasil é o segundo mercado mundial de implantes dentários, perdendo apenas para os Estados Unidos. Em 2013, os brasileiros fizeram 2 milhões de procedimentos. Apesar da procura, não se pode dizer que a saúde bucal é uma prioridade: 85% da população não vai ao dentista regularmente.

Estado de Minas
"A Farra Da Verba Indenizatória"

Saiba como vereadores de BH torram recursos extras de R$ 15 mil/mês por gabinete

Destinada a custear despesas de manutenção do mandato, como transporte, alimentação e material de escritório, a verba indenizatória é alvo constante de denúncias e processos judiciais por uso indevido. Análise da prestação de contas feita pelo Estado de Minas aponta claros indícios de abusos e desvio do dinheiro. São notas fiscais seriadas de um mesmo estabelecimento, de empresas que não existem ou funcionam em residências, e até de firma…