Como a base da nuvem está mais próxima do solo, a maioria dos raios são negativos, já que a base da nuvem tem carga elétrica negativa. Inicialmente, as cargas elétricas ionizam um trajeto entre a nuvem e o solo. Esse caminho de ar ionizado segue o caminho de menor resistência dielétrica do ar, sendo muito tortuoso, e pode se originar tanto da nuvem quanto do solo. Quando uma corrente iônica se aproxima do solo, ou da nuvem, induz à formação de outras, originadas no sentido oposto. Esse caminho, chamado de líder ou precursor, fornece um condutor iônico por onde o raio irá passar. A ionização do ar, nesse momento, pode produzir fenômenos de eletroluminescência, chamados de fogos-de-santelmo (foto abaixo, no parabrisas de uma aeronave)
Acidente no Rio
Delegado afirma que avião abasteceu com combustível trocado Segundo ele, notas fiscais comprovam o uso de querosene. Aparato parecido com uma caixa-preta será levado para Washington. Cláudia Loureiro Do G1, no Rio O delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), teve acesso às notas fiscais da compra do combustível que abasteceu o avião Cirrus que caiu na Barra, Zona Oeste do Rio, domingo (2), matando as quatro pessoas que estavam a bordo. Segundo ele, a aeronave recebeu querosene em vez de gasolina, mas ainda é cedo para afirmar se isso foi a causa do acidente. Segundo explicou a assessoria da Infraero, o querosene só é utilizado em aeronaves que têm turbina. Leia mais Nota do Editor - Trocaram o combustível no abastecimento. Embora pouco provável é uma hipótese a ser levada em conta, querozene produz fumaça e esse é um dos argumentos dos que assistiram ao acidente. O avião soltava fumaça. Se de fato aconteceu, podemos imaginar que havia alguma gasolin...

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