Dossiê? Que dossiê?
Dilma, dama
Por Elio Gaspari, na Folha e no Globo
Quem ouviu a ministra Dilma Rousseff no jantar do Iedi de 20 de fevereiro, numa sala reservada do restaurante DOM, em São Paulo, não teve a menor dúvida: ela informou que o governo estava coletando dados para incriminar o governo de FFHH na farra dos cartões corporativos.
Como já se passou mais de um mês, não é possível assegurar qual foi a palavra exata da comissária. Pode ter sido "coletando", "juntando" ou "levantando". O tom era policial. Quando Dilma mostrou seus poderes aos 30 industriais reunidos no DOM, a companheira Erenice Alves Guerra já havia reunido sua tropa de elite no Palácio do Planalto.
Por Elio Gaspari, na Folha e no Globo
Quem ouviu a ministra Dilma Rousseff no jantar do Iedi de 20 de fevereiro, numa sala reservada do restaurante DOM, em São Paulo, não teve a menor dúvida: ela informou que o governo estava coletando dados para incriminar o governo de FFHH na farra dos cartões corporativos.
Como já se passou mais de um mês, não é possível assegurar qual foi a palavra exata da comissária. Pode ter sido "coletando", "juntando" ou "levantando". O tom era policial. Quando Dilma mostrou seus poderes aos 30 industriais reunidos no DOM, a companheira Erenice Alves Guerra já havia reunido sua tropa de elite no Palácio do Planalto.
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