Deu na Veja
Morre na praia?
Da coluna Radar:
Antes de estourar o Dilmagate, José Dirceu confidenciava a alguns interlocutores mais próximos que a chefe da Casa Civil era a candidata preferida de Lula à sua sucessão. Mas achava muito difícil que ela emplacasse como candidata petista à Presidência. Ia, ao longo da travessia, morrer na praia. Não se sabe ainda quanto Dirceu reforçou a sua opinião agora que a história do dossiê foi revelada. (Do Blog do Noblat)
Nota do Editor - A coluna Radar está em falta com os leitores. A nota sobre a ministra Marta foi um exemplo de jornalismo dúbio, a informação não era verdadeira e não foi desmentida de forma conveniente. Merecia um pedido de desculpas. Deixo o julgamento aos leitores, as duas notas estão postadas abaixo. Ao dar crédito à Veja o Ubatuba Víbora errou. Jornalismo não é isso, ou fazemos direito ou abrimos um comércio, é uma questão de opção. Além do mais a última nota está mal escrita. (Sidney Borges)
Do Radar da semana passada
Marta: exigências só para quem não é autoridade
Não foi exatamente tranqüilo o início do vôo 455 da Air France que na terça-feira passada decolou de São Paulo para Paris. A responsável pela trepidação foi Marta Suplicy, que ia para a China, com escala em Paris. Ao embarcar, o casal Marta e Luis Favre relaxou e decidiu não passar pela revista de bagagem de mão feita por raios X. Os Favre furaram a fila da Polícia Federal. Vários passageiros se revoltaram. Marta respondeu que, no Brasil, para as autoridades não valem as exigências que recaem sobre os brasileiros comuns. Os passageiros não relaxaram com a explicação. Continuaram a reclamar, mesmo com todos já embarcados. Deu-se, então, o inusitado: o comandante do Boeing 777 saiu do avião, chamou a segurança e disse que não decolaria até que todos os passageiros passassem suas bagagens de mão pelo raio X. Marta Suplicy deixou seu assento na primeira classe (Favre estava na executiva) e dignou-se fazer o que o comandante pediu. Nesse instante, os passageiros "relaxaram e gozaram".
Do Radar desta semana
Recomendação da PF
Foram os agentes da Polícia Federal que recomendaram a Marta Suplicy que ela não passasse pela revista de bagagem de mão por raios X em seu embarque para Paris há duas semanas. O inusitado (ela diz que foi a primeira vez que isso ocorreu em suas viagens internacionais) levou alguns passageiros a reclamar e a relatar o fato. Ao contrário do que o comandante do vôo informou aos passageiros, Marta não precisou passar pelos raios X para viajar.
Da coluna Radar:
Antes de estourar o Dilmagate, José Dirceu confidenciava a alguns interlocutores mais próximos que a chefe da Casa Civil era a candidata preferida de Lula à sua sucessão. Mas achava muito difícil que ela emplacasse como candidata petista à Presidência. Ia, ao longo da travessia, morrer na praia. Não se sabe ainda quanto Dirceu reforçou a sua opinião agora que a história do dossiê foi revelada. (Do Blog do Noblat)
Nota do Editor - A coluna Radar está em falta com os leitores. A nota sobre a ministra Marta foi um exemplo de jornalismo dúbio, a informação não era verdadeira e não foi desmentida de forma conveniente. Merecia um pedido de desculpas. Deixo o julgamento aos leitores, as duas notas estão postadas abaixo. Ao dar crédito à Veja o Ubatuba Víbora errou. Jornalismo não é isso, ou fazemos direito ou abrimos um comércio, é uma questão de opção. Além do mais a última nota está mal escrita. (Sidney Borges)
Do Radar da semana passada
Marta: exigências só para quem não é autoridade
Não foi exatamente tranqüilo o início do vôo 455 da Air France que na terça-feira passada decolou de São Paulo para Paris. A responsável pela trepidação foi Marta Suplicy, que ia para a China, com escala em Paris. Ao embarcar, o casal Marta e Luis Favre relaxou e decidiu não passar pela revista de bagagem de mão feita por raios X. Os Favre furaram a fila da Polícia Federal. Vários passageiros se revoltaram. Marta respondeu que, no Brasil, para as autoridades não valem as exigências que recaem sobre os brasileiros comuns. Os passageiros não relaxaram com a explicação. Continuaram a reclamar, mesmo com todos já embarcados. Deu-se, então, o inusitado: o comandante do Boeing 777 saiu do avião, chamou a segurança e disse que não decolaria até que todos os passageiros passassem suas bagagens de mão pelo raio X. Marta Suplicy deixou seu assento na primeira classe (Favre estava na executiva) e dignou-se fazer o que o comandante pediu. Nesse instante, os passageiros "relaxaram e gozaram".
Do Radar desta semana
Recomendação da PF
Foram os agentes da Polícia Federal que recomendaram a Marta Suplicy que ela não passasse pela revista de bagagem de mão por raios X em seu embarque para Paris há duas semanas. O inusitado (ela diz que foi a primeira vez que isso ocorreu em suas viagens internacionais) levou alguns passageiros a reclamar e a relatar o fato. Ao contrário do que o comandante do vôo informou aos passageiros, Marta não precisou passar pelos raios X para viajar.
Comentários