Manchetes do dia
Terça-feira, 14 / 10 / 2008
Folha de São Paulo
"Pacotes geram euforia global; BC injeta R$106 bi no Brasil"
As Bolsas mundiais emergiram da profunda fossa em que mergulharam na sexta para uma exuberante euforia, com subidas tão espetaculares como haviam sido as quedas na semana passada. Numa óbvia conseqüência dos pacotes de ajuda ao setor financeiro, Nova York registrou o maior crescimento em pontos históricos. Houve altas acima de 10% na Europa e na Bovespa, que teve o melhor pregão desde 1999. O dólar caiu 7,3% e fechou a R$2,145. Calcula-se que os pacotes cheguem a US$ 2,55 trilhões, duas vezes e meia o Produto Interno Bruto do Brasil. Nos EUA, o Tesouro poderá usar cerca de US$ 250 bilhões para comprar participações em até nove bancos, como parte do plano de resgate do segmento. O Banco Central brasileiro diz que pode liberar mais R$100 bilhões para o setor financeiro, por meio da extinção de algumas modalidades do recolhimento compulsório. Se as medidas surtirem o máximo efeito, o BC vai injetar R$ 106 milhões na economia.
O Globo
"Europa despeja dinheiro em bancos e reanima mercado"
Uma ação coordenada de países da zona do euro, Reino Unido e nações de Oceania e Oriente Médio permitiu a liberação de US$ 2,4 trilhões para socorrer o sistema financeiro global. O volume é praticamente o mesmo que os EUA injetaram em seus mercados nos últimos meses. Além do Reino Unido, já visto como modelo para a Europa, grandes programas de capitalização de bancos partiram de Alemanha e França. A ajuda, acertada no fim de semana em Paris, foi fundamental para que as bolsas batessem recordes e afastassem o fantasma de mais uma Segunda-feira Negra. A Bovespa teve a maior alta do mundo: 14,66%. A bolsa de Nova York, após a pior semana em 112 anos de existência, fechou com a maior alta da sua história. O governo americano pode usar US$ 250 bilhões para comprar ações de nove bancos.
O Estado de São Paulo
"Mercados têm dia de euforia com socorro global a bancos"
A ação coordenada dos países ricos para assegurar a estabilidade do sistema financeiro provocou ontem euforia nos investidores e levou a uma disparada nas bolsas de valores. O principal fator para a virada dos mercados internacionais, que até a sexta-feira passada acumulavam perdas históricas, foi a decisão de oito governos europeus de lançar um pacote conjunto de mais de US$ 2 trilhões para garantir operações bancárias. O montante é superior ao reservado pelo governo dos Estados Unidos para socorro aos bancos. O Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, subiu 936 pontos, a maior alta já registrada. Em termos porcentuais, o avanço foi de 11,08%, o mais expressivo desde 1933. No Brasil, a Bovespa teve valorização de 14,66%, a maior desde 1999. A cotação do dólar caiu 7,76%, fechando em R$ 2,14. O Tesouro dos EUA informou que planeja gastar até US$ 250 bilhões na compra de ações de bancos, primeira parcela do pacote de resgate de US% 700 bilhões. O governo pedirá ao Congresso a liberação imediata da próxima parcela, de US$ 100 bilhões.
Jornal do Brasil
"Pessimismo recua com ação anticrise"
A decisão da União européia de injetar 1 trilhão de euros nas economias do bloco trouxe o efeito desejado. As bolsas dos principais países fecharam em alta, depois de dias de perdas sérias. No Brasil, a Bovespa reagiu favoravelmente, e o dólar recuou para R$ 2,15. Contribuiu para o dia de otimismo global a declaração do diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Khan, para quem "o pior da crise já passou".
Folha de São Paulo
"Pacotes geram euforia global; BC injeta R$106 bi no Brasil"
As Bolsas mundiais emergiram da profunda fossa em que mergulharam na sexta para uma exuberante euforia, com subidas tão espetaculares como haviam sido as quedas na semana passada. Numa óbvia conseqüência dos pacotes de ajuda ao setor financeiro, Nova York registrou o maior crescimento em pontos históricos. Houve altas acima de 10% na Europa e na Bovespa, que teve o melhor pregão desde 1999. O dólar caiu 7,3% e fechou a R$2,145. Calcula-se que os pacotes cheguem a US$ 2,55 trilhões, duas vezes e meia o Produto Interno Bruto do Brasil. Nos EUA, o Tesouro poderá usar cerca de US$ 250 bilhões para comprar participações em até nove bancos, como parte do plano de resgate do segmento. O Banco Central brasileiro diz que pode liberar mais R$100 bilhões para o setor financeiro, por meio da extinção de algumas modalidades do recolhimento compulsório. Se as medidas surtirem o máximo efeito, o BC vai injetar R$ 106 milhões na economia.
O Globo
"Europa despeja dinheiro em bancos e reanima mercado"
Uma ação coordenada de países da zona do euro, Reino Unido e nações de Oceania e Oriente Médio permitiu a liberação de US$ 2,4 trilhões para socorrer o sistema financeiro global. O volume é praticamente o mesmo que os EUA injetaram em seus mercados nos últimos meses. Além do Reino Unido, já visto como modelo para a Europa, grandes programas de capitalização de bancos partiram de Alemanha e França. A ajuda, acertada no fim de semana em Paris, foi fundamental para que as bolsas batessem recordes e afastassem o fantasma de mais uma Segunda-feira Negra. A Bovespa teve a maior alta do mundo: 14,66%. A bolsa de Nova York, após a pior semana em 112 anos de existência, fechou com a maior alta da sua história. O governo americano pode usar US$ 250 bilhões para comprar ações de nove bancos.
O Estado de São Paulo
"Mercados têm dia de euforia com socorro global a bancos"
A ação coordenada dos países ricos para assegurar a estabilidade do sistema financeiro provocou ontem euforia nos investidores e levou a uma disparada nas bolsas de valores. O principal fator para a virada dos mercados internacionais, que até a sexta-feira passada acumulavam perdas históricas, foi a decisão de oito governos europeus de lançar um pacote conjunto de mais de US$ 2 trilhões para garantir operações bancárias. O montante é superior ao reservado pelo governo dos Estados Unidos para socorro aos bancos. O Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, subiu 936 pontos, a maior alta já registrada. Em termos porcentuais, o avanço foi de 11,08%, o mais expressivo desde 1933. No Brasil, a Bovespa teve valorização de 14,66%, a maior desde 1999. A cotação do dólar caiu 7,76%, fechando em R$ 2,14. O Tesouro dos EUA informou que planeja gastar até US$ 250 bilhões na compra de ações de bancos, primeira parcela do pacote de resgate de US% 700 bilhões. O governo pedirá ao Congresso a liberação imediata da próxima parcela, de US$ 100 bilhões.
Jornal do Brasil
"Pessimismo recua com ação anticrise"
A decisão da União européia de injetar 1 trilhão de euros nas economias do bloco trouxe o efeito desejado. As bolsas dos principais países fecharam em alta, depois de dias de perdas sérias. No Brasil, a Bovespa reagiu favoravelmente, e o dólar recuou para R$ 2,15. Contribuiu para o dia de otimismo global a declaração do diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Khan, para quem "o pior da crise já passou".
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