Manchetes do dia
Segunda-feira, 29 / 09 / 2008
Folha de São Paulo
"EUA votam megapacote após acordo"
Líderes do Congresso dos EUA anunciaram um novo acordo para a proposta de lei que deve ser votada hoje. Na negociação, o governo do republicano George W. Bush cedeu às exigências de seu partido e dos democratas. (...) “Nós estamos mandando uma mensagem a Wall Street: a festa acabou”, disse a presidente do Congresso, a democrata Nancy Pelosi.O presidente Bush saudou o acordo “para o resgate econômico, que é urgentemente necessário”. Os dois candidatos à sucessão presidencial elogiaram o acordo. (...)
O Globo
"Congresso anuncia acordo e vota pacote hoje nos EUA"
Republicanos, democratas e o Tesouro dos Estados Unidos celebraram ontem um acordo sobre o pacote de socorro de US$ 700 bilhões a Wall Street, em uma versão ampliada e com alterações significativas. A Câmara prevê votar o projeto hoje, e o Senado deverá apreciá-lo na quarta-feira. O texto preliminar prevê a participação do governo nas empresas socorridas, desembolsos parcelados e restrições aos vultosos salários pagos aos executivos. Também restringe os poderes do secretário do Tesouro, Henry Paulson, na hora de dispor dos recursos. O novo texto propõe ainda garantias mais concretas aos contribuintes – de cujo bolso sairão os recursos. (...)
O Estado de São Paulo
"EUA fecham pacote anticrise"
O Congresso dos Estados Unidos começa a votar hoje o projeto que autoriza um pacote de US$ 700 bilhões de socorro ao sistema financeiro. O acordo fechado ontem entre democratas e republicanos sobre os termos da ajuda inclui “proteções ao contribuinte”, informa de Washington a correspondente Patrícia Campos Mello. (...)
Jornal do Brasil
"Pressão acelera acordo nos EUA"
O domingo foi intenso nos Estados Unidos, com os congressistas trabalhando freneticamente por um acordo que aprove o plano de ajuda de US$ 700 bilhões contra a crise. Um termo foi fechado, mas falta a votação. Entre os pontos aprovados, a liberação parcelada, a participação do governo como sócio das empresas socorridas – para que o contribuinte recupere o gasto depois – e controles rigorosos para que gestores não possam obter vantagens no programa.
Folha de São Paulo
"EUA votam megapacote após acordo"
Líderes do Congresso dos EUA anunciaram um novo acordo para a proposta de lei que deve ser votada hoje. Na negociação, o governo do republicano George W. Bush cedeu às exigências de seu partido e dos democratas. (...) “Nós estamos mandando uma mensagem a Wall Street: a festa acabou”, disse a presidente do Congresso, a democrata Nancy Pelosi.O presidente Bush saudou o acordo “para o resgate econômico, que é urgentemente necessário”. Os dois candidatos à sucessão presidencial elogiaram o acordo. (...)
O Globo
"Congresso anuncia acordo e vota pacote hoje nos EUA"
Republicanos, democratas e o Tesouro dos Estados Unidos celebraram ontem um acordo sobre o pacote de socorro de US$ 700 bilhões a Wall Street, em uma versão ampliada e com alterações significativas. A Câmara prevê votar o projeto hoje, e o Senado deverá apreciá-lo na quarta-feira. O texto preliminar prevê a participação do governo nas empresas socorridas, desembolsos parcelados e restrições aos vultosos salários pagos aos executivos. Também restringe os poderes do secretário do Tesouro, Henry Paulson, na hora de dispor dos recursos. O novo texto propõe ainda garantias mais concretas aos contribuintes – de cujo bolso sairão os recursos. (...)
O Estado de São Paulo
"EUA fecham pacote anticrise"
O Congresso dos Estados Unidos começa a votar hoje o projeto que autoriza um pacote de US$ 700 bilhões de socorro ao sistema financeiro. O acordo fechado ontem entre democratas e republicanos sobre os termos da ajuda inclui “proteções ao contribuinte”, informa de Washington a correspondente Patrícia Campos Mello. (...)
Jornal do Brasil
"Pressão acelera acordo nos EUA"
O domingo foi intenso nos Estados Unidos, com os congressistas trabalhando freneticamente por um acordo que aprove o plano de ajuda de US$ 700 bilhões contra a crise. Um termo foi fechado, mas falta a votação. Entre os pontos aprovados, a liberação parcelada, a participação do governo como sócio das empresas socorridas – para que o contribuinte recupere o gasto depois – e controles rigorosos para que gestores não possam obter vantagens no programa.
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