Manchetes do dia
Domingo, 28 / 09 / 2008
Folha de São Paulo
"Governo prevê expansão menor em 2009"
Apesar de o ministro Guido Mantega (Fazenda) prever um crescimento econômico de 4,5% no próximo ano, setores do governo já avaliam que essa taxa pode ficar na casa dos 4%, talvez até menos, com o agravamento da crise financeira mundial, informam Valdo Cruz e Kennedy Alencar. (...)
O Globo
"Crise ameaça investimentos em infra-estrutura no Brasil"
O enxugamento do crédito provocado pela crise financeira global encareceu os empréstimos e ameaça os investimentos em infra-estrutura no Brasil, essenciais para o crescimento do país. Especialistas, representantes do setor privado e integrantes do governo temem a redução dos investimentos em energia, transportes e telecomunicações. São áreas que, junto com saneamento, planejam investir cerca de R$ 304 bilhões até 2011. No comércio varejista, empresários também já admitem que a turbulência internacional vai reduzir o volume de encomendas e afetar as vendas.
O Estado de São Paulo
"Crise vai impor controle mais rígido do sistema financeiro"
A crise nos EUA pôs em xeque o liberalismo financeiro e o modelo de crescimento apoiado no consumo, dizem especialistas. “O mundo financeiro dos últimos 25 a 30 anos morreu”, afirmou Otaviano Canuto, do BID. O ex-banqueiro Charles Morris considera que “o consumo (nos EUA) precisa cair uns 5% ou 6% do PIB, é um novo modelo”. Aloísio Araújo, da FGV-Rio, resume: “A idéia de que é muito difícil regular o sistema financeiro, e de que ele tem capacidade de se autocorrigir, se revelou equivocada”. Assim, as mudanças regulatórias deverão afetar toda a cadeia operacional dos bancos, começando com o crédito. No Brasil, a turbulência foi sentida no mercado de câmbio e de crédito, o que pode ameaçar os investimentos.
Jornal do Brasil
"Brasil: melhor do que China, Rússia e Índia"
O furacão da crise financeira global não vai ser tão devastador para o Bric – grupo formado pelas economias emergentes de Brasil, Rússia, Índia e China. Analistas brasileiros e americanos apostam que os quatro vão continuar crescendo, na contramão da recessão mundial. E que o Brasil lidera, ao lado da China, as previsões otimistas, lastreado por um conjunto de fatores estruturais, no qual o sistema bancário tem destaque.
Folha de São Paulo
"Governo prevê expansão menor em 2009"
Apesar de o ministro Guido Mantega (Fazenda) prever um crescimento econômico de 4,5% no próximo ano, setores do governo já avaliam que essa taxa pode ficar na casa dos 4%, talvez até menos, com o agravamento da crise financeira mundial, informam Valdo Cruz e Kennedy Alencar. (...)
O Globo
"Crise ameaça investimentos em infra-estrutura no Brasil"
O enxugamento do crédito provocado pela crise financeira global encareceu os empréstimos e ameaça os investimentos em infra-estrutura no Brasil, essenciais para o crescimento do país. Especialistas, representantes do setor privado e integrantes do governo temem a redução dos investimentos em energia, transportes e telecomunicações. São áreas que, junto com saneamento, planejam investir cerca de R$ 304 bilhões até 2011. No comércio varejista, empresários também já admitem que a turbulência internacional vai reduzir o volume de encomendas e afetar as vendas.
O Estado de São Paulo
"Crise vai impor controle mais rígido do sistema financeiro"
A crise nos EUA pôs em xeque o liberalismo financeiro e o modelo de crescimento apoiado no consumo, dizem especialistas. “O mundo financeiro dos últimos 25 a 30 anos morreu”, afirmou Otaviano Canuto, do BID. O ex-banqueiro Charles Morris considera que “o consumo (nos EUA) precisa cair uns 5% ou 6% do PIB, é um novo modelo”. Aloísio Araújo, da FGV-Rio, resume: “A idéia de que é muito difícil regular o sistema financeiro, e de que ele tem capacidade de se autocorrigir, se revelou equivocada”. Assim, as mudanças regulatórias deverão afetar toda a cadeia operacional dos bancos, começando com o crédito. No Brasil, a turbulência foi sentida no mercado de câmbio e de crédito, o que pode ameaçar os investimentos.
Jornal do Brasil
"Brasil: melhor do que China, Rússia e Índia"
O furacão da crise financeira global não vai ser tão devastador para o Bric – grupo formado pelas economias emergentes de Brasil, Rússia, Índia e China. Analistas brasileiros e americanos apostam que os quatro vão continuar crescendo, na contramão da recessão mundial. E que o Brasil lidera, ao lado da China, as previsões otimistas, lastreado por um conjunto de fatores estruturais, no qual o sistema bancário tem destaque.
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