Manchetes do dia
Segunda-feira, 28 / 01 / 2008
Folha de São Paulo
"Davos vê crise financeira com cautela e pessimismo"
Depois de cinco dias, executivos das principais empresas do mundo se despediram do Fórum Econômico Mundial em Davos com pessimismo, temor e muitas dúvidas sobre os efeitos da crise financeira nos EUA. A percepção predominante é que os americanos vão viver uma desaceleração econômica, cuja intensidade ninguém pode precisar ainda. Muitos dizem que a crise vai durar entre dois e três bimestres. Para outros, será mais longa. A mesma divisão se vê entre opiniões quanto aos impactos da crise no resto do mundo, incluindo o Brasil.
O Globo
"Governo dá R$ 2,8 bi a ONGs mas não fiscaliza"
O governo repassou R$ 2,8 bilhões dos cofres da União para custear organizações não-governamentais e entidades sem fins lucrativos,mas admite que não consegue fiscalizar como essa cifra milionária vem sendo aplicada. O Ministério do Planejamento informou que medidas para tornar mais rigoroso o controle das ONGs, que deveriam entrar em vigor este mês, tiveram de ser adiadas para julho por falta de pessoal capacitado. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB/RN), se reunirá esta semana com o presidente da Comissão de Orçamento da Casa e o relator-geral da proposta orçamentária na Câmara para tentar impedir a aprovação de emendas parlamentares que beneficiam com milhões ONGs ligadas a eles mesmos ou a aliados, como mostrou o Globo ontem.
O Estado de São Paulo
"Novatas da Bolsa são as que mais perdem"
Até quinta-feira passada, último dia de atividade da Bola de Valores de São Paulo, a queda acumulada já era de 19,45% no preço médio das ações das 50 empresas de maior liquidez que abriram o capital a partir de 2004. Essa queda supera em quase duas vezes a redução acumulada no mês pela Ibovespa. Segundo especialistas, as empresas estreantes não são piores que as veteranas, apenas estão pagando o preço por terem, de início, atraído fortes parcelas de capital estrangeiro que, no entanto, tem deixado o País por causa da recente crise financeira internacional. Dados da Bovespa mostram que a participação dos estrangeiros nas ações das estreantes era, em média, de 75%, e caiu para 52% na semana passada.
Jornal do Brasil
"Governo prevê derrota no STF e estuda nova CPMF"
Convencido de que o Supremo Tribunal Federal (STF) declarará inconstitucional a decisão da Receita de quebrar o sigilo bancário de grande parte dos contribuintes, o governo já trabalha uma alternativa para a fiscalização de movimentação financeira. Líderes governistas propõem a reedição da antiga CPMF, que foi derrubada no Senado. Desta vez, com uma alíquota simbólica, de apenas 0,001% e não os 0,38% anteriores. A oposição diz aceitar o debate, pois também acha que o Fisco precisa combater a sonegação. Mas desde que não haja aumento da carga tributária.
Folha de São Paulo
"Davos vê crise financeira com cautela e pessimismo"
Depois de cinco dias, executivos das principais empresas do mundo se despediram do Fórum Econômico Mundial em Davos com pessimismo, temor e muitas dúvidas sobre os efeitos da crise financeira nos EUA. A percepção predominante é que os americanos vão viver uma desaceleração econômica, cuja intensidade ninguém pode precisar ainda. Muitos dizem que a crise vai durar entre dois e três bimestres. Para outros, será mais longa. A mesma divisão se vê entre opiniões quanto aos impactos da crise no resto do mundo, incluindo o Brasil.
O Globo
"Governo dá R$ 2,8 bi a ONGs mas não fiscaliza"
O governo repassou R$ 2,8 bilhões dos cofres da União para custear organizações não-governamentais e entidades sem fins lucrativos,mas admite que não consegue fiscalizar como essa cifra milionária vem sendo aplicada. O Ministério do Planejamento informou que medidas para tornar mais rigoroso o controle das ONGs, que deveriam entrar em vigor este mês, tiveram de ser adiadas para julho por falta de pessoal capacitado. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB/RN), se reunirá esta semana com o presidente da Comissão de Orçamento da Casa e o relator-geral da proposta orçamentária na Câmara para tentar impedir a aprovação de emendas parlamentares que beneficiam com milhões ONGs ligadas a eles mesmos ou a aliados, como mostrou o Globo ontem.
O Estado de São Paulo
"Novatas da Bolsa são as que mais perdem"
Até quinta-feira passada, último dia de atividade da Bola de Valores de São Paulo, a queda acumulada já era de 19,45% no preço médio das ações das 50 empresas de maior liquidez que abriram o capital a partir de 2004. Essa queda supera em quase duas vezes a redução acumulada no mês pela Ibovespa. Segundo especialistas, as empresas estreantes não são piores que as veteranas, apenas estão pagando o preço por terem, de início, atraído fortes parcelas de capital estrangeiro que, no entanto, tem deixado o País por causa da recente crise financeira internacional. Dados da Bovespa mostram que a participação dos estrangeiros nas ações das estreantes era, em média, de 75%, e caiu para 52% na semana passada.
Jornal do Brasil
"Governo prevê derrota no STF e estuda nova CPMF"
Convencido de que o Supremo Tribunal Federal (STF) declarará inconstitucional a decisão da Receita de quebrar o sigilo bancário de grande parte dos contribuintes, o governo já trabalha uma alternativa para a fiscalização de movimentação financeira. Líderes governistas propõem a reedição da antiga CPMF, que foi derrubada no Senado. Desta vez, com uma alíquota simbólica, de apenas 0,001% e não os 0,38% anteriores. A oposição diz aceitar o debate, pois também acha que o Fisco precisa combater a sonegação. Mas desde que não haja aumento da carga tributária.
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