Manchetes do dia

Domingo, 27 / 01 / 2008

Folha de São Paulo
"Crise não afeta investimento de empresas"
Mesmo com a crise nos mercados financeiros, as empresas brasileiras não mudaram seus projetos de investimentos. Para executivos e analistas ouvidos pela Folha, a aposta neste ano é a de que o mercado interno siga como o carro-chefe do crescimento do país. Consulta da Fiesp a 36 grandes companhias neste mês mostra que planos para produção, investimento e emprego não mudaram. Para os empresários, os fundamentos da economia brasileira estão mais sólidos. Além disso, o risco de recessão nos EUA seria atenuado pelos fortes lucros das empresas americanas nos últimos anos e pela expansão mundial recente. Os setores exportadores, são os que mais temem os reflexos da crise.


O Globo
"Deputados do RJ beneficiam ONGs de aliados com milhões"
Deputados da bancada do Rio na Câmara incluíram no Orçamento de 2008 emendas que beneficiam com milhões em verbas públicas ONGs ligadas a eles mesmos e a políticos aliados. O Globo encontrou pelo menos 13 casos em que as ONGs listadas para receber as emendas não têm endereço certo ou funcionam em centros sociais e escritórios mantidos pelo próprio autor da emenda, por seus aliados ou por doadores de campanha. Ou seja: as verbas públicas que deveriam ser dirigidas e entidades filantrópicas são usadas em projetos eleitorais dos próprios parlamentares. O deputado Vinícius Carvalho, líder do PTdoB, doou R$ 1,2 milhão a uma ONG que funciona em seu centro social. Outra emenda, de R$ 1,7 milhão, foi mandada pelo deputado Arnaldo Vianna (PDT) para uma ONG dirigida por sua ex-mulher, que é também doadora de sua campanha.


O Estado de São Paulo
"Meirelles teme crise 'mais séria' na economia dos EUA"
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, diz que aumentou a probabilidade de recessão nos Estados Unidos. Em entrevista a Beatriz Abreu e Ribamar Oliveira. Meirelles afirma: "Existe essa possibilidade de uma recessão americana mais séria". Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em crises financeiras internacionais do passado, o Brasil agora está "bem preparado" para enfrentar as turbulências: "O País tem não só US$ 185 bilhões de reservas cambiais, de longe as maiores da nossa história, mas também o câmbio flutuante." A política cambial, na opinião de Meirelles, funciona como "um absorvedor de choque ou corretor de desequilíbrio de preços relativos".


Jornal do Brasil
"Brasil vai combater terror internacional"
O Brasil tinha como política limitar-se a responder aos pedidos de informação de outras nações sobre a movimentação de terroristas por aqui. Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou uma decisão que causará polêmica em seu próprio partido, o PT. Integrará o país ao seleto grupo dos que atuam na prevenção e no combate ao terrorismo internacional. Lula assinará decreto reestruturando a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e criando o Departamento de Contraterrorismo.

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