Manchetes do dia

Segunda-feira, 12 / 05 / 2008

Folha de São Paulo
"Universidade privada não respeita lei de pesquisa"
Só 43% das instituições têm 1/3 dos professores em regime integral.
Documento apreendido pela Polícia Federal cita a Alstom e os nomes do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) e de Adhemar Palocci, diretor da Eletronorte e irmão do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), ao lado de cerca de R$ 2 milhões. Para a PF, os papéis mostram divisão de propina. Um ex-presidente da Eletronorte também é listado. A PF achou os papéis em 2006 na casa de um assessor do senador. Raupp não quis se manifestar.

O Globo
"Consumo do Nordeste passa o do Sul e já é 2º do país"
Gastos na região vão a R$ 317 bi e crescem acima da média nacional.

Proposta em discussão nos ministérios da Previdência e do Planejamento para mudar a aposentadoria dos funcionários públicos prevê que novos servidores ingressem num sistema de capitalização. Dessa forma, os recursos seriam destinados a uma conta única, e os valores, aplicados no mercado financeiro, garantindo a sustentabilidade do sistema. Na prática, não deve haver mudanças na vida do servidor quando ele se aposentar.

O Estado de São Paulo
"Política industrial apóia exportação de software"
Governo anuncia hoje pacote de incentivo à indústria; produtor de programas vendidos ao exterior terá redução de 50% na alíquota de INSS.
Paulinho pode ir já ao Conselho de Ética - Corregedor da Câmara quer abrir processo de cassação contra deputado.A cada dia, faltam 200 vagas em prisões - Número de detentos sobe 13,4%.
O presidente da associação dos controladores de tráfego, suboficial Moisés Gomes de Almeida, cumprirá mais 15 dias de prisão disciplinar por incitar colegas a parar. Seus advogados classificam o ato da FAB como "perseguição política".

Jornal do Brasil
"País paga caro por alcoolismo"
Em meio à batalha entre Ministério da Saúde, Congresso e indústria de bebidas, o Brasil gasta mais de R$ 33 bilhões anuais com problemas decorrentes do álcool.

Somam-se aí as despesas com acidentes rodoviários e assistência às vítimas, além dos custos do Sistema Único de Saúde (SUS) com o tratamento direto a pacientes de alcoolismo. Segundo o governo federal, faltam dados mais precisos sobre casos que chegam às áreas de cardiologia e neurologia nos hospitais públicos.

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