A cidade em questão
Vida própria para Ubatuba
Bastante oportuno o tema colocado em pauta pelo Presidente do PTB de Ubatuba, Anderson José Rodrigues – Tato, no artigo intitulado “Vida própria a Ubatuba”.
De fato, angustia a todos os cidadãos conscientes de nossa cidade a falta de perspectivas e de oportunidades de trabalho, sobretudo para os milhares de jovens que aqui vivem, mas que também aflige a todos os demais que precisam auferir rendimentos para fazer frente às despesas que a vida cobra.
Nos anos 70 estudei em Mogi das Cruzes e vi que lá ocorre exatamente o oposto do que ocorre aqui. Durante os períodos letivos, Mogi tornava-se uma cidade grande, feérica, com milhares e milhares de estudantes vivendo, consumindo e gerando empregos e renda, em meio às costumeiras festas. Durante as férias, a cidade ficava quase que vazia, pequena, pacata. Uma vez, tive que ir até lá durante as férias e sentia os olhares em minha direção como se estivessem querendo me dizer: - o que você está fazendo aqui, cara-pálida? Se manda, que agora a cidade é nossa!
Isso me trouxe a convicção de que uma excelente solução para o problema da sazonalidade que afeta Ubatuba seria sua transformação, também, em um pólo universitário, de modo que, durante o período letivo pudéssemos ter aqui conosco os estudantes e, durante as férias, os turistas.
Por essa razão fiquei muito feliz quando a UNITAU decidiu instalar aqui um campus avançado. Além de proporcionar novas oportunidades de educação formal e qualificação profissional para nossos cidadãos, trouxe também, já nos primeiros exames vestibulares, uma expressiva quantidade de estudantes oriundos de outras cidades que aqui passaram a viver, a consumir e a gerar riqueza.
Infelizmente, veio recentemente a notícia de que a UNITAU pretende fechar suas portas em Ubatuba, em face de déficits orçamentários.
O fechamento da UNITAU de nossa cidade é uma coisa que Ubatuba não pode deixar que aconteça. Isso representaria exatamente a contra-mão de um futuro melhor, o antidesenvolvimento, a marcha-a-ré da vida própria, o buraco negro do ostracismo!
A UNITAU de Ubatuba precisa é crescer, ampliar o campus como vinha fazendo, criar novos cursos, atrair sempre mais e mais estudantes!
Que as autoridades de Ubatuba se sensibilizem para o problema e juntos com a reitoria da universidade encontrem uma solução que evite o aventado e absurdo fechamento!
Um outro problema que a cidade vem enfrentando, que afeta de forma irracional a sua almejada vida própria, é o excesso de ambientalismo. Neste campo, as soluções que vem sendo impostas ao município, podem ser comparadas, se adotadas globalmente, a algo assim como tentar extinguir a humanidade para salvar o planeta. Como costuma dizer um colega e amigo, parece que “a banana está comendo o macaco”! Mas, este já é assunto para outro artigo.
Externo ao Tato os meus parabéns por ter levantado essa bandeira.
Arq. Gilmar Rocha
Secretário Municipal do PSDB
Bastante oportuno o tema colocado em pauta pelo Presidente do PTB de Ubatuba, Anderson José Rodrigues – Tato, no artigo intitulado “Vida própria a Ubatuba”.
De fato, angustia a todos os cidadãos conscientes de nossa cidade a falta de perspectivas e de oportunidades de trabalho, sobretudo para os milhares de jovens que aqui vivem, mas que também aflige a todos os demais que precisam auferir rendimentos para fazer frente às despesas que a vida cobra.
Nos anos 70 estudei em Mogi das Cruzes e vi que lá ocorre exatamente o oposto do que ocorre aqui. Durante os períodos letivos, Mogi tornava-se uma cidade grande, feérica, com milhares e milhares de estudantes vivendo, consumindo e gerando empregos e renda, em meio às costumeiras festas. Durante as férias, a cidade ficava quase que vazia, pequena, pacata. Uma vez, tive que ir até lá durante as férias e sentia os olhares em minha direção como se estivessem querendo me dizer: - o que você está fazendo aqui, cara-pálida? Se manda, que agora a cidade é nossa!
Isso me trouxe a convicção de que uma excelente solução para o problema da sazonalidade que afeta Ubatuba seria sua transformação, também, em um pólo universitário, de modo que, durante o período letivo pudéssemos ter aqui conosco os estudantes e, durante as férias, os turistas.
Por essa razão fiquei muito feliz quando a UNITAU decidiu instalar aqui um campus avançado. Além de proporcionar novas oportunidades de educação formal e qualificação profissional para nossos cidadãos, trouxe também, já nos primeiros exames vestibulares, uma expressiva quantidade de estudantes oriundos de outras cidades que aqui passaram a viver, a consumir e a gerar riqueza.
Infelizmente, veio recentemente a notícia de que a UNITAU pretende fechar suas portas em Ubatuba, em face de déficits orçamentários.
O fechamento da UNITAU de nossa cidade é uma coisa que Ubatuba não pode deixar que aconteça. Isso representaria exatamente a contra-mão de um futuro melhor, o antidesenvolvimento, a marcha-a-ré da vida própria, o buraco negro do ostracismo!
A UNITAU de Ubatuba precisa é crescer, ampliar o campus como vinha fazendo, criar novos cursos, atrair sempre mais e mais estudantes!
Que as autoridades de Ubatuba se sensibilizem para o problema e juntos com a reitoria da universidade encontrem uma solução que evite o aventado e absurdo fechamento!
Um outro problema que a cidade vem enfrentando, que afeta de forma irracional a sua almejada vida própria, é o excesso de ambientalismo. Neste campo, as soluções que vem sendo impostas ao município, podem ser comparadas, se adotadas globalmente, a algo assim como tentar extinguir a humanidade para salvar o planeta. Como costuma dizer um colega e amigo, parece que “a banana está comendo o macaco”! Mas, este já é assunto para outro artigo.
Externo ao Tato os meus parabéns por ter levantado essa bandeira.
Arq. Gilmar Rocha
Secretário Municipal do PSDB
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