Arte

Parts of the Face: French Vocabulary Lesson, 1961
Oil on canvas749 x 749 mm
Tate Gallery, London
Arte Pop
Arte Pop
Larry Rivers (1923-2002)
Em "Parts of the Face: French Vocabulary Lesson, 1961", um rosto pintado de forma imprecisa tem anotações em letras reproduzidas por meio de escantilhão, como se tratasse de uma aula de vocabulário francês. A obra situa-se algures entre um retrato e uma ilustração educativa e objectiva. As pinceladas expontâneas são típicas do estilo de pintura expressionista abstracto e revelam a influência de De Kooning. No entanto, nesta combinação de imagens e clichés visuais da sociedade consumista, que se assemelha a uma colagem, Rivers demonstra a sua individualiadade e a sua associação à Arte Pop. Abandonando a sua prática anterior como um artista abstrato em prol da figuração, Rivers está mais interessado em manipular a relação entre a imagem e o processo do que no verdadeiro conteúdo da sua obra. Além de ser um saxofonista profissional, Rivers também fez vídeos e esculturas, escreveu poesia, trabalhou como cenografista e artista gráfico e viajou por todo o mundo. A sua obra eclética que não se adequa a nenhuma escola, reflete esta diversidade. (Século Prodigioso)
Em "Parts of the Face: French Vocabulary Lesson, 1961", um rosto pintado de forma imprecisa tem anotações em letras reproduzidas por meio de escantilhão, como se tratasse de uma aula de vocabulário francês. A obra situa-se algures entre um retrato e uma ilustração educativa e objectiva. As pinceladas expontâneas são típicas do estilo de pintura expressionista abstracto e revelam a influência de De Kooning. No entanto, nesta combinação de imagens e clichés visuais da sociedade consumista, que se assemelha a uma colagem, Rivers demonstra a sua individualiadade e a sua associação à Arte Pop. Abandonando a sua prática anterior como um artista abstrato em prol da figuração, Rivers está mais interessado em manipular a relação entre a imagem e o processo do que no verdadeiro conteúdo da sua obra. Além de ser um saxofonista profissional, Rivers também fez vídeos e esculturas, escreveu poesia, trabalhou como cenografista e artista gráfico e viajou por todo o mundo. A sua obra eclética que não se adequa a nenhuma escola, reflete esta diversidade. (Século Prodigioso)
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