Política
Eleições municipais
Vamos fazer algumas considerações sobre a função da pré-campanha eleitoral americana e traçar um paralelo com o que vai pelos municípios brasileiros, que é o que nos interessa. Primeiramente convém recordar uma simbologia muito usada por Paul Lazarsfeld - fundador do sistema de aferição de opinião política na Universidade de Columbia no inicio dos anos 30. Ele dizia que a campanha tem duas fases. E que é como uma fotografia (do tempo dele). Na pré-campanha se tira a foto e se imprime a imagem no celulóide. Na campanha propriamente - últimos 60 dias - se revela a imagem que foi impressa. Quem não imprimiu a imagem, ou seja, não usou bem a pré-campanha, vai para a eleição como loteria. As primárias nos EUA resolvem esta equação.
Falando de nossos municípios. As pré-campanhas aqui são diluídas. Levam vantagem os que estão nos governos e os candidatos que tem nome e marca consolidados. A tendência é que num quadro desses, não ocorram surpresas.
Para os candidatos fora das condições acima, é fundamental que desenvolvam boas estratégias de marketing, ou melhor, é a única saída.
E convém lembrar, rejeição alta é irreversível, ou melhor, praticamente irreversível, melhor dizer que para reverter índices negativos o custo triplica. (Sidney Borges com dados do Ex-Blog do Cesar Maia)
Vamos fazer algumas considerações sobre a função da pré-campanha eleitoral americana e traçar um paralelo com o que vai pelos municípios brasileiros, que é o que nos interessa. Primeiramente convém recordar uma simbologia muito usada por Paul Lazarsfeld - fundador do sistema de aferição de opinião política na Universidade de Columbia no inicio dos anos 30. Ele dizia que a campanha tem duas fases. E que é como uma fotografia (do tempo dele). Na pré-campanha se tira a foto e se imprime a imagem no celulóide. Na campanha propriamente - últimos 60 dias - se revela a imagem que foi impressa. Quem não imprimiu a imagem, ou seja, não usou bem a pré-campanha, vai para a eleição como loteria. As primárias nos EUA resolvem esta equação.
Falando de nossos municípios. As pré-campanhas aqui são diluídas. Levam vantagem os que estão nos governos e os candidatos que tem nome e marca consolidados. A tendência é que num quadro desses, não ocorram surpresas.
Para os candidatos fora das condições acima, é fundamental que desenvolvam boas estratégias de marketing, ou melhor, é a única saída.
E convém lembrar, rejeição alta é irreversível, ou melhor, praticamente irreversível, melhor dizer que para reverter índices negativos o custo triplica. (Sidney Borges com dados do Ex-Blog do Cesar Maia)
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