Ponto de vista
Receber veranistas será um presente de grego?
As colocações simplórias, para o Agora São Paulo, da tal "diretora" da AGEM mostra claramente como somos vistos. Locais onde os "problemas acontecem". Melhor tapar os olhos por 4 ou 5 dias por ano e varre-los para debaixo do (seu - dela) tapete. Espero que algum QI uma hora dessas re avalie e, saiba como exigir muito mais (para receber, de graça, tanta gente que mais destrói do que usa) que estes "poucos dinheiros" com que somos contemplados ( pelas benevolências do estado) para essa ou aquela "obrinha" de maquiagem paisagística ou, para cobertura de feirinhas. Quem sabe? Ronaldo Dias
"A diretora da Agem (Agência Metropolitana da Baixada Santista), Débora Blanco Bastos Dias, diz que, neste ano, a situação foi pior por causa do aumento da demanda devido ao caos aéreo e à melhora na renda da classe baixa.
Segundo ela, investimentos estão sendo feitos, mas não resolverão os problemas em feriados em que a população mais do que dobra. "Nem nós nem nenhum país do mundo conseguimos planejar isto."
O diretor do Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia), Marcelo Rozenberg, concorda que as cidades não devem ser planejadas para a situação mais extrema. "Acho que cabe aí uma ponderação: É o caso de investirmos por causa de quatro a cinco dias por ano?", pergunta, e responde ele mesmo. "Acho que faz mais sentido investir em metrô, rodoanel e saneamento em cidades carentes." Para ele, a solução seria criar outros pólos de atração e dividir este fluxo de pessoas.
"Mas é difícil mudar os hábitos quando todo mundo quer pular ondinhas", destacou."
Refúgio do Corsário
0800-7725383
www.corsario.com.br
As colocações simplórias, para o Agora São Paulo, da tal "diretora" da AGEM mostra claramente como somos vistos. Locais onde os "problemas acontecem". Melhor tapar os olhos por 4 ou 5 dias por ano e varre-los para debaixo do (seu - dela) tapete. Espero que algum QI uma hora dessas re avalie e, saiba como exigir muito mais (para receber, de graça, tanta gente que mais destrói do que usa) que estes "poucos dinheiros" com que somos contemplados ( pelas benevolências do estado) para essa ou aquela "obrinha" de maquiagem paisagística ou, para cobertura de feirinhas. Quem sabe? Ronaldo Dias
"A diretora da Agem (Agência Metropolitana da Baixada Santista), Débora Blanco Bastos Dias, diz que, neste ano, a situação foi pior por causa do aumento da demanda devido ao caos aéreo e à melhora na renda da classe baixa.
Segundo ela, investimentos estão sendo feitos, mas não resolverão os problemas em feriados em que a população mais do que dobra. "Nem nós nem nenhum país do mundo conseguimos planejar isto."
O diretor do Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia), Marcelo Rozenberg, concorda que as cidades não devem ser planejadas para a situação mais extrema. "Acho que cabe aí uma ponderação: É o caso de investirmos por causa de quatro a cinco dias por ano?", pergunta, e responde ele mesmo. "Acho que faz mais sentido investir em metrô, rodoanel e saneamento em cidades carentes." Para ele, a solução seria criar outros pólos de atração e dividir este fluxo de pessoas.
"Mas é difícil mudar os hábitos quando todo mundo quer pular ondinhas", destacou."
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