Análise
Sem educação não haverá solução
Marco Antonio Rocha
Se ainda subsiste alguma sombra de dúvida nos meios políticos e nas autoridades públicas sobre a íntima relação entre a qualidade do ensino num país e seu nível de desenvolvimento - entendido não apenas no sentido econômico do termo, mas englobando o aspecto cultural, político, social, artístico, etc. -, esta vai sendo eliminada pela presença cada vez mais importante, no cenário internacional, de países emergentes com a característica comum de terem adotado e implementado, desde a segunda metade do século passado, políticas firmes de melhoria planejada da qualidade do ensino em todos os níveis.
Os resultados que tais políticas exibem, como impulsionadoras de um desenvolvimento de qualidade, em países como Coréia, Taiwan, Tailândia, Índia, etc., e que já haviam sido notados há muito mais tempo em relação ao Japão - um país do qual se pode dizer ter sido resgatado da Idade Média pela educação -, não deixam espaço para mais tertúlias sobre se se deve ou não formular e pôr em prática um programa estruturado, de médio e longo prazos, de melhoria da qualidade do ensino brasileiro em todos os seus níveis.
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Marco Antonio Rocha
Se ainda subsiste alguma sombra de dúvida nos meios políticos e nas autoridades públicas sobre a íntima relação entre a qualidade do ensino num país e seu nível de desenvolvimento - entendido não apenas no sentido econômico do termo, mas englobando o aspecto cultural, político, social, artístico, etc. -, esta vai sendo eliminada pela presença cada vez mais importante, no cenário internacional, de países emergentes com a característica comum de terem adotado e implementado, desde a segunda metade do século passado, políticas firmes de melhoria planejada da qualidade do ensino em todos os níveis.
Os resultados que tais políticas exibem, como impulsionadoras de um desenvolvimento de qualidade, em países como Coréia, Taiwan, Tailândia, Índia, etc., e que já haviam sido notados há muito mais tempo em relação ao Japão - um país do qual se pode dizer ter sido resgatado da Idade Média pela educação -, não deixam espaço para mais tertúlias sobre se se deve ou não formular e pôr em prática um programa estruturado, de médio e longo prazos, de melhoria da qualidade do ensino brasileiro em todos os seus níveis.
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