Manchetes do dia
Segunda-feira, 17 / 12 / 2007
Folha de São Paulo
"Lula manda Mantega se acalmar"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou ontem o ministro Guido Mantega se acalmar e pediu mais "reflexão do que reação" de sua equipe. Ele repreendeu Mantega por lançar a idéia de um novo imposto para a saúde, aparentemente sem consultar o Planalto, e por cogitar cortes em verbas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e de programas sociais. "Não existe razão para ninguém ficar nervoso, nenhuma razão para que ninguém faça uma loucura de aumentar a carga tributária."
O Globo
"Lula enquadra Mantega e nega aumento de impostos"
O presidente Lula desautorizou ontem declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a criação de um novo imposto destinado à saúde, em substituição à CPMF. "Ele vai ter que me convencer da necessidade disso", afirmou Lula, dizendo ser contrário à "loucura de tentar aumentar a carga tributária".
O Estado de São Paulo
"Lula adverte Mantega e diz que novo imposto não está definido"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desautorizou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que em entrevista ao Estado defendera a criação de um imposto nos moldes da CPMF para financiar a área de saúde. "Ele vai ter de me convencer da necessidade disso", afirmou Lula, ao participar em Brasília do segundo turno das eleições internas do PT. "Eu vou decidir se vamos ou não vamos, se precisamos ou não precisamos. Eu quero ver todas as contas." O presidente reafirmou a intenção de reagir com cautela ao fim da CPMF, cuja prorrogação foi rejeitada pelo Senado.
Jornal do Brasil
"Lula desmente Mantega"
A pretensão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de criar um novo imposto sobre movimentação financeira esbarrou na hierarquia. O presidente Lula reagiu ontem à idéia e quer explicações do comandado: "Ele (Mantega) vai ter que me convencer da necessidade disso. Ele falou para vocês (jornalistas), mas vai ter que colocar na minha mesa". Lula, que foi votar na eleição para a presidência do PT, disse esperar um crescimento maior em 2008 e que não há necessidade de ninguém fazer loucuras e aumentar a carga tributária.
Folha de São Paulo
"Lula manda Mantega se acalmar"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou ontem o ministro Guido Mantega se acalmar e pediu mais "reflexão do que reação" de sua equipe. Ele repreendeu Mantega por lançar a idéia de um novo imposto para a saúde, aparentemente sem consultar o Planalto, e por cogitar cortes em verbas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e de programas sociais. "Não existe razão para ninguém ficar nervoso, nenhuma razão para que ninguém faça uma loucura de aumentar a carga tributária."
O Globo
"Lula enquadra Mantega e nega aumento de impostos"
O presidente Lula desautorizou ontem declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a criação de um novo imposto destinado à saúde, em substituição à CPMF. "Ele vai ter que me convencer da necessidade disso", afirmou Lula, dizendo ser contrário à "loucura de tentar aumentar a carga tributária".
O Estado de São Paulo
"Lula adverte Mantega e diz que novo imposto não está definido"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desautorizou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que em entrevista ao Estado defendera a criação de um imposto nos moldes da CPMF para financiar a área de saúde. "Ele vai ter de me convencer da necessidade disso", afirmou Lula, ao participar em Brasília do segundo turno das eleições internas do PT. "Eu vou decidir se vamos ou não vamos, se precisamos ou não precisamos. Eu quero ver todas as contas." O presidente reafirmou a intenção de reagir com cautela ao fim da CPMF, cuja prorrogação foi rejeitada pelo Senado.
Jornal do Brasil
"Lula desmente Mantega"
A pretensão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de criar um novo imposto sobre movimentação financeira esbarrou na hierarquia. O presidente Lula reagiu ontem à idéia e quer explicações do comandado: "Ele (Mantega) vai ter que me convencer da necessidade disso. Ele falou para vocês (jornalistas), mas vai ter que colocar na minha mesa". Lula, que foi votar na eleição para a presidência do PT, disse esperar um crescimento maior em 2008 e que não há necessidade de ninguém fazer loucuras e aumentar a carga tributária.
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