Manchetes do dia

Quinta-feira 16 / 07 / 2015

O Globo
"Cardozo admite que doação oficial pode ser crime"

Isso ocorre se quem recebeu sabia da origem ilícita do dinheiro, diz ele

Em CPI, ministro afirma ter certeza que denúncias não atingirão Dilma

Na contramão da estratégia de defesa do PT na Lava-Jato, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, admitiu ontem à CPI da Petrobras que, no seu entendimento, doações eleitorais declaradas ao TSE podem ser consideradas crime se ficar comprovado que quem recebeu sabia da origem ilícita do dinheiro. O ministro fez defesa veemente da presidente Dilma, dizendo ter certeza que as denúncias não a atingirão. Diante dos ataques de investigados à Lava-Jato, sustentou que o governo em nada influenciou nas operações da PF.

Folha de S.Paulo
"Grécia aprova exigências de resgate da União Europeia"

Medidas ainda precisam do aval de 6 nações; país deve receber socorro emergencial de €7bi

O Parlamento da Grécia aprovou as principais exigências da União Europeia para socorrer o país com até € 86 bilhões (R$ 295 bilhões) e evitar a sua saída da zona do euro. Entre elas, o aumento de impostos e cortes em benefícios sociais.
Com a aprovação, por 229 votos a 64, o premiê Alexis Tsipras, do partido de esquerda Syriza, poderá iniciar formalmente as negociações para o terceiro socorro aos gregos. O acordo ainda precisa do aval dos parlamentos de seis países.
Nesse ínterim, a Europa propõe empréstimo emergencial de € 7 bilhões para a Grécia cobrir as necessidades de caixa deste mês. Os bancos gregos, fechados há duas semanas, precisam de € 10 bilhões para voltar a funcionar normalmente.
O total da verba de resgate virá de empréstimo-pon-te do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira. A dívida vencerá em até 90 dias e será paga com recursos que a Grécia receberá, posteriormente, do fundo de resgate da zona do euro.
Enquanto os parlamentares definiam o futuro do país, milhares de gregos ocuparam as ruas de Atenas para protestar contra o pacote de austeridade acertado na segunda (13). Houve confronto entre manifestantes e policiais.

O Estado de S.Paulo
"Temer diz que ação da PF abala 'tranquilidade institucional’"

Parlamentares da base veem Operação Politeia como tentativa do governo de enfraquecer Congresso

Um dia depois da deflagração da Operação Politeia, a cúpula do PMDB e integrantes de outros partidos aliados reagiram aos mandados de busca e apreensão em residências de senadores e deputados e passaram a articular retaliação contra o governo, a quem acusam de estar por trás de ação para enfraquecer o Congresso e o Tribunal de Contas da União (TCU). O ambiente contaminado levou o vice-presidente da República e articulador do Palácio, Michel Temer, a dizer que a operação abala a “tranquilidade institucional” do País.

“Temos de buscar no País uma certa tranquilidade institucional porque essas coisas todas estão, digamos assim, abalando um pouco a natural tranquilidade que sempre permeou a atividade do povo brasileiro.” Ontem, a avaliação na base era de que, se persistirem ações judiciais contra parlamentares, o contra-ataque virá com a rejeição das contas da presidente Dilma Rousseff e consequente abertura de processo de impeachment.

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