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Boxe

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De La Hoya (esq) é superado por filipino Pacquiao vence, e De La Hoya diz que precisa pensar melhor sobre a carreira Ídolo norte-americano não vence uma luta de expressão há seis anos GLOBOESPORTE.COM Las Vegas, Estados Unidos Não foram precisos mais do que oito assaltos para que o filipino Manny Pacquiao vencesse o americano Oscar De La Hoya por desistência, neste sábado, em confronto válido pela categoria de meio-médios do boxe. Com o olho esquerdo bastante inchado, De La Hoya não conseguiu suportar o melhor preparo físico do seu oponente, seis anos mais novo. - Meu coração quer lutar. Mas quando o lado físico não responde, o que eu posso fazer? Eu tenho que ser inteligente e pensar bem sobre o meu futuro - diz um desanimado De La Hoya após a luta, ainda sem anunciar definitivamente a aposentadoria. A vitória deste sábado foi a de número 48 na carreira de Pacquiao, que tem apenas três derrotas no currículo. O filipino concordou com De La Roya sobre a superioridade no aspecto físico ...
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Brasil

O pós-Lula começou, com ele no Planalto Nosso Guia perdeu seu melhor papel e está preso à bola de ferro dos juros que a ditadura do Copom lhe impõe De Elio Gaspari: O governo Lula começou a terminar no dia 26 de outubro, no meio da crise econômica mundial, quando o PT perdeu a eleição em São Paulo e José Serra, um dos candidatos da oposição, elegeu Gilberto Kassab. Naquela noite desmancharam-se o Brasil do pré-sal, a base triunfalista do projeto eleitoral do poste Dilma Rousseff e a funcionalidade do discurso da "marolinha". Nosso Guia está diante de uma adversidade que lhe nega o papel que melhor desempenha. Não pode mais culpar os outros ("Bush, resolve tua crise") nem propor idéias exóticas (uma reunião de todos os presidentes dos Banco Centrais, inclusive a doutora Siosi Mafi, do reino de Tonga). Constrangido, Lula carrega a bola de ferro da taxa de juros insana imposta por um ente extra-constitucional chamado Copom. Ele, que não veste smokings, vê-se metido na ...
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Domingueira

Cinema Sidney Borges Manhã de domingo. Nublada. Entro na rede e vou ao Google procurar informações sobre o livro "A Estrela do Sul", de Julio Verne, que deu origem ao filme "The Southern Star", de 1969. Assisti pela primeira há muito tempo, na Globo. Ficou marcado nos meus favoritos. A presença de Úrsula Andress, o tema musical na voz de Matt Monro e o enredo baseado na inteligência de Julio Verne formam um conjunto poderoso, capaz de realizar a função do cinema em sua plenitude. Tenho grande apreço pela sétima arte, que entendo como uma forma de distração. Algumas películas conseguem me tirar da repetição cotidiana e me transportam ao mundo dos sonhos, onde tudo é possível e as utopias se realizam conforme minha vontade. Nos tempos do movimento estudantil assisti infinitas vezes "Os Companheiros" - I compagni - de Mário Monicelli. Saíamos da escola prontos para fazer a revolução. Muitos queriam mudar de ditadura, trocar os militares pelos comissários do ...

Justiça tardia

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O.J. Simpson, de astro do esporte a condenado a prisão Ex-superstar se prepara para passar na prisão o que deveriam ser os anos áureos de sua aposentadoria Steve Gorman - Reuters LAS VEGAS - Mais de uma década depois de ter chocado os Estados Unidos e o mundo ao sair andando como um homem livre de um julgamento de assassinato, o ex-astro do futebol americano, O.J. Simpson, conhecido por sua grande velocidade, está se preparando para passar na prisão o que deveriam ser os anos áureos da aposentadoria de um superstar. Aos 61 anos, o ex-atleta, ator de Hollywood e pioneiro como símbolo de afro-americano de sucesso foi sentenciado, na sexta-feira, a 33 anos atrás das grades, com a possibilidade de liberdade condicional após nove, por roubo em Las Vegas, no ano passado. Enquanto o antigo herói do futebol americano, conhecido como "The Juice" (algo como "A Essência"), era levado algemado, muitos que acompanharam seu declínio ao longo dos anos ainda imaginam como uma figur...
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Opinião

Recessão ou depressão Fernando Henrique Cardoso A história da presente crise financeira é a história de uma morte anunciada. São incontáveis as referências feitas nos últimos anos aos "déficits gêmeos" da economia americana: na balança comercial e nas contas públicas. Os críticos do governo George W. Bush, com Paul Krugman à frente, cansaram-se de clamar contra os gastos excessivos nas guerras, combinados com cortes de impostos para as camadas mais ricas da população e com uma política monetária complacente. O que não se conhecia a fundo era o mau uso que bancos e instituições assemelhadas faziam dessa situação de dinheiro farto, acompanhada de desregulamentação financeira. Daí emergiu o monstro da crise, muito mais feio do que se podia imaginar. Havia sinais antecedentes. Em maio de 2007 assisti a uma conferência no Citigroup, em Nova York. Ali, pela primeira vez, ouvi falar em "subprime mortgage", da boca de Bob Rubin, ex-secretário do Tesouro de Bill Clinton, à é...
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Manchetes do dia

Domingo, 07 / 12 / 2008 Folha de São Paulo "Crise reduz investimentos em R$ 40 bi" Total equivale a 31% do que o setor privado brasileiro investiu no 2º trimestre; para empresas, retração é natural. (...) O Globo "Desemprego no Brasil pode ir a 9% em 2009" A previsão de novas demissões, por conta da crise financeira global, pode encerrar um período de bonança de quatro anos no mercado brasileiro de trabalho. Bancos e consultorias já estimam que a taxa de desemprego, que encerrou outubro em 7,5%, possa chegar a 9% no próximo ano. Isso significa que, em 2009, mais 365 mil brasileiros vão procurar por uma vaga, elevando para 2,160 milhões o contingente de desempregados nas seis maiores regiões metropolitanas do país, informa Geralda Doca. A crise também ameaça os quatro milhões de emigrantes brasileiros espalhados pelo mundo. Só da região de Boston, a previsão é de retorno de 20 mil pessoas no próximo ano. O Estado de São Paulo "Governo prepara medidas para baixar...
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Brasil

Sobre a crise Sidney Borges A crise de 29 marcou a vida brasileira. Minha avó me contou que os fazendeiros de café andavam feito loucos nas imediações da avenida Paulista. Espetáculo estranho. Homens de fraque e longas barbas exibindo cabeleiras desgrenhadas, olhos esgazeados e baba escorrendo dos cantos das bocas. No chão cartolas amassadas. Como contraponto o vendedor da "Fanfulla" apregoando o semanário em italiano. A crise de 29 deixou marcas comportamentais na massa urbana, na época massinha pois a maioria dos brasileiros estava no campo. Diferentemente dos americanos, que vivem endividados e aplicam na bolsa, o brasileiro tem por hábito a temperança. Quando sobra algum dinheirinho vai pra caderneta de poupança, garantida pelo Lula. Se alguém vai ter problemas com a crise certamente serão os grandes empresários. Apostaram na corrente da felicidade e não têm como pagar a conta. Para que não sofram existe o governo. Compromissos assumidos nas campanhas serão honrados. Quem...
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Fórmula 1

Mosley teme que Honda cause "efeito dominó" na F1 Por Alan Baldwin LONDRES (Reuters) - A Honda pode gerar um efeito dominó, no qual várias outras montadoras deixariam a Fórmula 1, a não ser que os custos da categoria sejam reduzidos drasticamente, disse o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, Max Mosley, nesta sexta-feira. "Devo dizer que isso não era totalmente inesperado", disse o britânico a repórteres, depois que a Honda anunciou que está deixando a competição em meio à crise na economia global que causou uma queda nas vendas de carros e o fechamento de fábricas. "Eu esperava que uma das grandes equipes saísse em algum momento porque, mesmo antes da situação atual, os custos estavam completamente fora de controle". "E agora eu acho difícil imaginar como qualquer montadora pode ficar, a não ser que façamos reduções substanciais nos custos", acrescentou Mosley, em teleconferência. As grandes montadoras de carro são donas, em p...
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Verão

Agora sim Ubatuba Leo Rocha Há pouco mais de um ano, dia 22 de novembro do ano passado para ser mais preciso, escrevi um artigo o qual nomeei “E Ubatuba nada?”. Qual não foi minha surpresa nesta manhã, enquanto checava meus e-mails, em descobrir na minha caixa de entrada que Ubatuba terá uma ótima programação voltada para a juventude. Serão mais de dez shows com grandes nomes da música brasileira como: NX Zero, Inimigos da HP, Jeito Moleque, Cesar Menotti & Fabiano, Exaltasamba, Fresno, Ana Carolina, entre outros. Essa foi uma ótima iniciativa dos empresários do grupo 180 e do meu amigo Justo em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, pois parte das bandas se apresentarão em Caraguatatuba e no dia seguinte virão para nossa amada cidade, assim baixando os custos e gerando um bom atrativo turístico para Ubatuba, além de uma boa opção de entretenimento para a juventude local. Além do entretenimento e do turismo, os organizadores ainda se preocuparam com o social, prova disto ...
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Crise

Cof, cof, cof. Diogo Mainardi Benjamin Steinbruch, dono da CSN, publicou na Folha de S.Paulo um artigo intitulado "Expectadores da recessão". Assim mesmo: "expectadores" com "xis". Tenho expectorado continuamente desde setembro, quando meu menorzinho me passou uma tosse. Posso não entender nada de recessão, mas me considero um especialista em matéria de expectoração. Por isso, o artigo de Benjamin Steinbruch me fez refletir profundamente. Dá para expectorar uma recessão? Interpretei da seguinte maneira: cada pneumococo é um keynesiano em potencial, com seus estratagemas para contaminar os organismos do estado e sufocar as vias respiratórias da economia. É isso? Se entendi direito, Benjamin Steinbruch pertence ao partido dos pneumococos keynesianos. Cito um trecho de seu artigo: "Até a semana passada, pacotes para estimular investimentos e consumo num total de 3 trilhões de dólares já haviam sido anunciados por diferentes governos. No Brasil, o camin...
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Opinião

Por um País da mala branca Mauro Chaves Já que os valores morais da sociedade brasileira se encontram tão destroçados (pelo menos no momento), é preciso buscar novas formas de conter os distúrbios de nosso convívio humano e as ameaças à nossa já precária coesão social. E já que nossa sociedade se mostra tão avessa à punição pelo desrespeito à lei (pois a cada eleição perdoa tantos nas urnas), façamo-la, de vez, cumprir a lei apenas mediante incentivos. Recente moda futebolística pode-nos apontar o caminho dessa transformação, que troca a sanção pelo estímulo e a punição pela perda de vantagem. É a chamada prática da "mala branca", pela qual um clube paga a outro para que este ganhe. É claro que isso nada tem que ver com o suborno da "mala preta" - a execrável compra de goleiros, zagueiros e outros de um time para que deixem a bola passar e percam o jogo. A "mala branca", ao contrário, é um saudável incentivo para que os profissionais do esporte ajam corret...