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Manchetes do dia

Segunda-feira 21 / 12 / 2015 O Globo " Antes da posse, Barbosa já tenta acalmar investidores " Indústria represou R$ 74,5 bilhões em investimentos desde 2014 Em dois anos de crise, setores siderúrgico, petroquímico, eletroeletrônico e sucroalcooleiro, que respondem por 20% do PIB, suspenderam novos projetos. Rebaixamento do país e processo de impeachment complicam cenário O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, tentará acalmar os mercados financeiros hoje antes mesmo de sua posse, marcada para as 17h no Palácio do Planalto. Ele fará uma conferência, por telefone, com investidores nacionais e estrangeiros. A troca no Ministério da Fazenda e a recente perda da chancela de bom pagador pelo Brasil por agências de classificação de risco são apontadas como novos fatores de incertezas por empresários. Desde o ano passado, a recessão e a crise política fizeram as empresas brasileiras suspenderem R$ 74,5 bilhões em investimentos apenas nos setores petroquímico, siderúrgic...

Dominique

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Opinião

Feliz Natal, apesar de tudo O Natal no Brasil é uma festa no front Gabeira Papai Noel ou o Japonês da Federal? Sapatos de cromo ou tornozeleira eletrônica? É um dilema para os estão no topo da política brasileira. Na planície, foi um ano terrível, aqui e lá fora. Milhares de refugiados de guerra, atentados, mar de lama, epidemias, corrupção. Ainda assim, há o que celebrar. A solidariedade, por exemplo. Esteve presente na onda de refugiados que invadiu a Europa. Nos distritos arrasados de Mariana, felizmente, também não faltou. Há que celebrar a competência dos médicos e cientistas brasileiros que estabeleceram rápido a conexão entre o vírus zika e a microcefalia. E comunicaram ao mundo. As perspectivas são aterradoras, mas seriam mais ainda se não tivéssemos dados para, pelo menos, buscar uma vacina. Os cientistas americanos que passaram pelo Recife ficaram admirados como se fez tanto com equipamentos tão modestos. Mesmo não sendo um defensor da pobreza dos meios, valorizo est...

U.V.

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Manchetes do dia

Domingo 20 / 12 / 2015 O Globo " Um ano que insiste em não terminar " A GUERRA DO IMPEACHMENT Bastou o processo de impeachment começar na Câmara para o enorme distanciamento entre Dilma e seu vice ficar nítido. Temer externou sua mágoa escrevendo uma carta em que se define como “decorativo" O PODEROSO NO CÁRCERE Marcelo Odebrecht, dono da maior empreiteira do país, está preso há seis meses, e tudo indica que entrará 2016 na cadeia. Ele e outros grandes empresários são acusados de envolvimento no maior escândalo de corrupção do país SETA PARA CIMA Duas taxas que não pararam de crescer em 2015: as de inflação e desemprego. O ano termina com a economia fora dos trilhos e nada indica que no início de 2016 esse trem vá retomar seu caminho  O INIMIGO DA SAÚDE PÚBLICA O mosquito da dengue, velho conhecido, está agora associado ao zika vírus, que provocou o aumento dos casos de microcefalia em todo o país A TRAGÉDIA DA LAMA A extensão da tragédia ambiental em Minas e no lei...

Dominique

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Opinião

Dilma nas mãos de Renan Estadão A quinta-feira passada foi um dia de importantes vitórias para a presidente Dilma Rousseff. O processo de impeachment ganhou novos e sólidos obstáculos no Supremo Tribunal Federal e no Congresso. Além disso, o PMDB rachou de vez, exatamente como Dilma queria, fragilizando o grupo do vice-presidente Michel Temer, herdeiro de seu cargo em caso de impeachment. Acuada por uma imensa crise que expõe a cada dia sua incapacidade de permanecer na Presidência, Dilma deve ter mandado soltar rojões e abrir champanhe para comemorar o raro triunfo. No entanto, sem querer azedar a festa da presidente, é preciso dizer que o único resultado concreto dos acontecimentos da quinta-feira é que a presidente, na prática, se tornou de vez refém do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Alvo de seis inquéritos no âmbito da Lava Jato e com um currículo que inclui uma renúncia à presidência do Senado para escapar da cassação, Renan passou a ser o principal avalis...

Manchetes do dia

Sábado 19 / 12 / 2015 O Globo " Troca de Levy por Barbosa provoca temor de recuo " Novo ministro diz, porém, que manterá foco no equilíbrio fiscal Em meio à crise política e à maior recessão em duas décadas, Dilma dá comando da economia a titular do Planejamento, mais alinhado com PT. Empresários e analistas temem volta do modelo expansionista Após meses de desgaste, Joaquim Levy deixou o Ministério da Fazenda e foi substituído por Nelson Barbosa, que ocupava o Planejamento. A troca foi recebida com ressalvas por empresários e economistas, que temem a volta da política fiscal expansionista. Barbosa, porém, fez questão de afirmar que a política econômica não muda e que o equilíbrio fiscal é prioridade. A Bolsa caiu 2,9% e o dólar subiu 1,43%, para R$ 3,949, com a notícia da saída de Levy. A escolha de Barbosa foi comemorada pelo PT e pela CUT, que espera maior adesão nos protestos contra o impeachment.   Folha de S. Paulo " Barbosa substitui Levy na faz...

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Coluna do Celsinho

Homem do mercado Celso de Almeida Jr. Joaquim é nome que combina. Afinal, quantos bravos portugueses já montaram o seu, em todos os rincões. Nunca foi fácil tocar o mercado. Daí a ferramenta implacável: o lápis na orelha. Pois bem, o nosso Joaquim, o Levy, deixará a lojinha. Ficam, porém, as cadernetas. Lembro-me de uma delas quando - garoto - marcava os gêneros de primeira necessidade listados pela mamãe. Ao saudoso homem daquele mercado, minha mais sincera gratidão. Certamente, as cadernetas do Levy são enormes. Talvez, até, cadernos universitários. Muita gente pendurada. Valores a corrigir. Giro diminuindo. Problemão. Solidário, registro sugestão. Diz a lenda que alemão é o português bom de matemática. Se verdadeira, recomendo emplacar um teutônico. Bom de conta, tem mais uma vantagem. Conhece bem o recheio das salsichas. Mistura certamente semelhante a misteriosa composição das contas públicas brasileiras. Visite: www.letrasdocelso.blogsp...

Dominique

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Opinião

Estratégia imoral Estadão Interessa muito ao governo de Dilma Rousseff e aos corruptos em geral espalhar a versão segundo a qual a Operação Lava Jato é a responsável pela instabilidade política e econômica do País. Ao atingirem gente graúda por suspeita de participação nesse grande escândalo, as autoridades policiais e judiciais, conforme essa interpretação, comprometem o trabalho do Congresso e assustam o meio empresarial, prejudicando o País no momento em que este mais precisa de serenidade. Embora seja de um cinismo patente, tal visão tem conquistado adeptos. Por essa razão, e por incrível que pareça, tornou-se necessário enfatizar, com todas as letras, que a instabilidade que hoje paralisa o Brasil é resultado do comportamento devasso dos políticos e empresários envolvidos no assalto ao Estado patrocinado pelo governo petista, e não do esforço da polícia, do Ministério Público e da Justiça para pôr cobro nesse descalabro. Se não houvesse a esbórnia do petrolão, do mensalão e d...

U.V.

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Manchetes do dia

Sexta-feira 18 / 12 / 2015 O Globo " STF dá ao Senado poder de barrar impeachment " Governo vence, e comissão eleita na Câmara por voto secreto é anulada Processo contra a presidente Dilma terá de voltar ao início e, com o recesso parlamentar, só deverá recomeçar em fevereiro, após o carnaval, numa derrota para Eduardo Cunha Numa vitória do governo e contrariando o rito que vinha sendo imposto pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o STF decidiu que o processo de impeachment da presidente Dilma deve seguir o trâmite adotado em 1992, quando Fernando Collor foi cassado. Com a anulação dos procedimentos adotados até aqui, a Câmara terá de eleger novamente, e em sessão aberta, a comissão que fará o parecer a ser votado em plenário. O STF decidiu que o Senado, onde a base governista é mais forte, pode rejeitar o processo, caso ele seja aberto pela Câmara. Com o recesso, o caso só será retomado após o carnaval.     Folha de S. Paulo " Dilma obtém vitória...

Dominique

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Opinião

O pastelão do rebaixamento Estadão Desgovernado e indefeso, o Brasil foi mais uma vez atropelado pela realidade, quando a Fitch, uma das três mais importantes agências de classificação de risco, anunciou o rebaixamento do País ao grau especulativo. Essa decisão é a senha para grandes fundos estrangeiros fugirem dos papéis brasileiros, tornando mais difícil o financiamento do Tesouro e de empresas tanto estatais quanto privadas. Essa é a regra, quando pelo menos duas daquelas agências avaliam os títulos de um país como junk bonds, isto é, como lixo. A primeira foi a Standard & Poor’s (S&P), em setembro, e ninguém se surpreenderá se a Moody’s em breve seguir o mesmo caminho. O informe da Fitch foi divulgado menos de 24 horas depois de mais um espetáculo de irresponsabilidade proporcionado ao público internacional pela presidente Dilma Rousseff. Na véspera, ela havia decidido propor ao Congresso uma nova meta fiscal para 2016, um superávit primário entre zero e 0,50% do Produto...

U.V.

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Manchetes do dia

Quinta-feira 17 / 12 / 2015 O Globo " Procurador pede saída de Cunha da Câmara " Presidente da Casa é acusado de usar cargo para barrar investigação e vender MPs Ministro do Supremo pode decidir sozinho sobre o afastamento do deputado do mandato e do comando ou levar o caso ao plenário do tribunal O procurador- geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao STF o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado e, consequentemente, do cargo de presidente da Câmara. Janot enumerou 11 razões para a saída de Cunha, suspeito de usar o cargo para atrasar seu processo de cassação e de “vender” a aprovação de medidas provisórias. O procurador-geral o acusa ainda de integrar uma “organização criminosa” e ressalta que, “por ora”, a prisão não foi pedida. O ministro Teori Zavascki pode julgar o pedido sozinho ou levar o caso ao plenário . Cunha reagiu dizendo que o pedido é retaliação de Janot ao fato de ele ter deflagrado o impeachment da presidente Dilma.   ...

Dominique

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