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Que c'est triste Venise

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Colunistas

Occupy 2: quebrando tudo sem chiclete “Os banqueiros ainda parecem considerar os protestos do Occupy pouco mais do que um incômodo baseado na ‘ignorância das massas’. Podiam ser mais humildes” Márcia Denser O movimento Occupy retornou à mídia no 1º de Maio, convocando os norte-americanos a promoverem um apagão de consumo em homenagem à data (ano passado, 6 milhões pararam, de trabalhadores a estudantes). E, conforme o prometido , volto a comentar o ensaio recém-lançado pela Boitempo, Occupy – movimentos de protesto que tomaram as ruas do planeta, desta vez focalizando o artigo “Chega de Chiclete”, assinado por um dos meus autores favoritos:o pesquisador, historiador e ativista Mike Davis. Autor do famoso Planeta Favela (2006), onde, a propósito, no último capítulo, chamado sugestivamente “Descendo a rua Vietnã”, este comenta (parafraseando Jan Breman): “Chega-se a um ponto sem volta quando o exército de reserva à espera de ser incorporado ao processo de trabalho torna-se estigmatizad...
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Opinião

Salários atrasados O Estado de S.Paulo As aulas do ensino fundamental em São Paulo começaram na primeira semana de fevereiro, mas uma parcela expressiva dos 217 mil professores da rede pública estadual ainda não recebeu os salários a que tem direito pelos três meses já trabalhados. Os mais atingidos pelo atraso do pagamento são os 29,4 mil docentes temporários, que representam 13,4% do total de integrantes do magistério público paulista. Eles não são concursados e foram contratados pelo governo estadual em caráter emergencial, no início do ano, para evitar que muitas escolas - especialmente as da periferia da capital, as da região metropolitana e as das zonas rurais de pequenas cidades do interior - deixassem de funcionar. Mas os professores temporários estão trabalhando de graça, pois nem o salário de fevereiro - que deveria ter sido pago na primeira quinzena de março - foi depositado até o momento. Vários docentes concursados também reclamam que estão sem receber. As autoridades educ...
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Manchetes do dia

Sábado, 05 / 05 / 2012 Folha de São Paulo "Governo já prevê juros abaixo de 8% neste ano"   Com a economia lenta e mudança na poupança, BC teria espaço para mais cortes Com o cenário econômico atual e após as mudanças na remuneração da caderneta de poupança, o governo de Dilma Rousseff acredita que haja espaço para que a taxa básica de juros da economia, a Selic, fique abaixo de 8% já no final deste ano. Isso porque o ritmo da economia brasileira ainda é lento e só deve se acelerar no segundo semestre, o que abre espaço para o Banco Central dar sequência às reduções dos juros sem ter de se preocupar com o risco de inflação mais elevada. O Planalto dá como certo que o BC reduzirá a Selic dos atuais 9% para 8,5% ao ano na reunião deste mês. Nas seguintes, a previsão é que os cortes continuem, fechando 2012 com uma taxa entre 7,5% e 7,75%, no segundo ano de Dilma. Para a equipe econômica, é impossível o PIB ter crescimento de 4% neste ano, como deseja Dilma, principa...

Rocinha

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Coluna do Celsinho

Sem novidades Celso de Almeida Jr. Discretamente, ou não, a pré-campanha eleitoral revela os métodos dos concorrentes. Com qualquer resultado, já é possível prever a postura padrão do futuro comando ubatubense. Pelas ações até aqui, creio que não teremos uma campanha envolvente. Graças, principalmente, às redes sociais, os temas já foram antecipados, gerando muita discussão prévia. Em junho teremos as convenções partidárias, confirmando quem disputará, quem será o vice, quem entregará os pontos. Maio, portanto, será o mês dos recuos e avanços, delineando as estratégias para as alianças definitivas. Época bastante interessante para quem observa a política local. Provavelmente, reforçará a máxima tão rotineira neste meio: “É dando que se recebe...” Visite: www.letrasdocelso.blogspot.com Twitter
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Opinião

A crise desembarcou O Estado de S.Paulo A crise internacional chegou aos portos brasileiros, derrubando os preços dos principais produtos exportados pelo Brasil - commodities agrícolas, minérios e semimanufaturados. A indústria, muito menos competitiva do que há alguns anos, ainda aumenta as vendas para alguns países, mas seu desempenho, de modo geral, continua ruim até no mercado interno, invadido por mercadorias fabricadas no exterior. Em abril, as exportações totais, no valor de US$ 19,6 bilhões, foram 7,9% menores que as de um ano antes. As importações, no valor de US$ 18,7 bilhões, também foram inferiores às de abril de 2011, mas a queda foi de apenas 3,1%. A demanda de produtos estrangeiros pode ter sido afetada pela perda de ritmo da economia nacional, mas continua bem mais vigorosa que a procura de bens oferecidos pela indústria brasileira. Os resultados do comércio exterior mais numa vez confirmam o principal defeito da estratégia anticrise adotada pelo governo brasileiro. O B...
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Manchetes do dia

Sexta-feira, 04 / 05 / 2012 Folha de São Paulo "Dilma corta ganho da poupança"   Rendimento da aplicação mais popular do país será reduzido se os juros caírem a 8,5% ao ano, como é esperado A presidente Dilma Rousseff mexeu nas regras da poupança, a mais tradicional e popular aplicação financeira do país, e reduziu o seu rendimento, conforme havia antecipado a Folha. O objetivo é reduzir os juros sem que haja fuga de outros investimentos para a caderneta. A medida vale a partir de hoje para novas aplicações e novos depósitos em contas já existentes. O Estado de São Paulo "Governo cria gatilho para poupança"   Se o BC cortar a Selic para 8,5% ou menos, o ganho da caderneta passará a ser 70% dessa taxa mais TR; intenção é facilitar redução dos juros Para permitir a queda dos juros, o governo criou um gatilho que vai reduzir o ganho da poupança. Nada muda de imediato, mas, se o Banco Central decidir cortar a Selic (taxa de juros básica) para 8,...
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Opinião

País rico é país com saneamento adequado Roberto Macedo - O Estado de S.Paulo País rico é país sem pobreza, diz o lema do governo Dilma Rousseff. Mas cabe perguntar: que pobreza o governo tem em mente e quer eliminar? Se for medida pelo critério de renda, mesmo com o avanço da chamada classe C - a tal "nova classe média" -, boa parte desta é ainda pobre tanto no valor absoluto de sua renda como em termos de comparações internacionais. E há ainda as classes D e E. Pode ser que o governo defina um nível conveniente de renda mínima ao medir o seu esforço de eliminar a pobreza. Mas nem assim esconderia o fato de que o País não seria rico se somente isso ocorresse. Esse nível de renda seria baixo e a pobreza não se limita aos rendimentos. Há outros aspectos fundamentais, como o nível e a qualidade do ensino e do atendimento à saúde recebidos em termos médios pela população, sabidamente muito baixos no Brasil. São carências seculares que não serão resolvidas em um ou dois mandatos ...
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Manchetes do dia

Quinta-feira, 03 / 05 / 2012 Folha de São Paulo "Só as futuras poupanças devem ter regra alterada"   Dilma pode anunciar hoje mudança na remuneração para facilitar a queda dos juros O governo deve anunciar hoje mudanças nas regras da poupança. O novo modelo foi discutido ontem pela presidente Dilma com o ministro Guido Mantega (Fazenda) e com o presidente do BC, Alexandre Tombini. As mudanças devem atingir só as novas aplicações. Entre as propostas em debate, estão a que prevê associar a remuneração a um percentual da Selic, a cobrança de IR e a correção com base em um índice de preços. O Estado de São Paulo "Blindagem do PT cai e Delta terá investigação ampliada"   CPI quer apurar ligações da empreiteira com Cachoeira, mas, por ora, não convoca governadores suspeitos A CPI do Cachoeira tirou a blindagem montada pelo PT para proteger o governo federal e decidiu investigar em todo o Brasil, e não só no Centro-Oeste, as ligações da empreiteira...
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Opinião

As Malvinas de Dilma O Estado de S.Paulo Discurso contra banqueiro é sempre um sucesso de público - e muitas vezes de crítica - e a presidente Dilma Rousseff tem-se dedicado com notável empenho a essa tarefa. O que não deve surpreender ninguém: os juros cobrados no Brasil, entre os mais altos do mundo, estão muito além de qualquer padrão aceitável, exceto em momentos excepcionais, nos países civilizados. Mas foi um tanto surpreendente a escolha dos juros como tema central de seu pronunciamento de segunda-feira, para comemorar o Dia do Trabalho. Ela aproveitou a celebração para cobrar mais uma vez a redução do custo dos financiamentos, como se fosse essa, neste momento, a ação mais importante para a criação de empregos e para o aumento do bem-estar dos trabalhadores. Os bancos brasileiros, disse a presidente, são muito sólidos e isso é bom para o País, mas nada justifica a manutenção de juros tão altos. Ela exortou o setor bancário, mais uma vez, a seguir o exemplo da Caixa Econômica Fe...
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Manchetes do dia

Quarta-feira, 02 / 05 / 2012 Folha de São Paulo "Para baixar juros, governo estuda mudar poupança"   Rendimento da caderneta funciona como piso para a taxa real; presidente pode apresentar proposta hoje A presidente Dilma Rousseff estuda mudanças na caderneta de poupança como parte de sua estratégia para baixar as taxas de juros. A proposta, que pode ser apresentada a líderes governistas em reunião hoje, objetiva reduzir os juros reais da economia para 2% ao ano ainda neste mandato. O Estado de São Paulo "CPI abre hoje batalha política e envolve mais um governador"   Retomada do caso Cachoeira tem Sérgio Cabral (PMDB) como novo personagem Governistas e oposição vão travar hoje sua primeira batalha na CPI do Cachoeira com um novo personagem na luta política, até a semana passada restrita a petistas e tucanos. O peemedebista Sérgio Cabral (RJ) é mais um governador a ter o nome citado como suspeito de ligação com o esquema de contravenção de Ca...