quarta-feira, setembro 30, 2015

Energia

Pedro Figueiredo é o novo presidente da Eletronuclear

O engenheiro eletricista Pedro José Diniz de Figueiredo foi eleito pelo Conselho de Administração da Eletronuclear presidente da empresa. De família sergipana, nascido em Barra do Rio Grande (BA), com 70 anos, e formado pela UFRJ, Pedro Figueiredo foi Diretor de Operação desde a fundação da Eletronuclear, em 1997. Atualmente ocupa, também, a posição de Chairman no Centro da World Association of Nuclear Operators (WANO), em Paris – unidade que congrega as usinas europeias e argentinas.


Pedro Figueiredo tem 70 anos e foi eleito presidente pelo Conselho de Administração da Eletronuclear

Começou sua vida profissional como Chefe de Turno da Usina Termelétrica de Santa Cruz. Após percorrer todas as posições de carreira - sendo, inclusive, Operador Sênior de Reator - foi nomeado Chefe de Angra 1, em 1982; Superintendente de Produção Termonuclear em 1989; e eleito Diretor de Produção Termonuclear de Furnas em 1994.

Participou pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e pela WANO de diversas missões de avaliação de usinas nucleares na Europa, Ásia e Estados Unidos. Presidente da seção latino-americana da American Nuclear Society (ANS), no biênio 1994/95, Pedro Figueiredo foi uma das seis personalidades mundiais do setor nuclear, agraciada com o Prêmio de Excelência Nuclear da WANO, em 2003. É, também, membro da Junta dos Governadores da WANO, desde 1991, e da Ordem Nacional do Mérito Científico, na categoria Comendador, desde 1998.

Sobre a Eletronuclear

Subsidiária da Eletrobras, a Eletronuclear é a responsável por operar e construir as usinas termonucleares do país. Conta com duas unidades em operação na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), com potência total de 1990 MW. Hoje, a geração nuclear corresponde a aproximadamente 3% da eletricidade produzida no país e o equivalente a um terço do consumo do Estado do Rio de Janeiro. Angra 3, que está em construção, será a terceira usina da Central. Quando entrar em operação comercial, em 2018, a unidade (1.405 MW) será capaz de gerar mais de 10 milhões de MWh por ano – energia limpa, segura e suficiente para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante o mesmo período.

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