sexta-feira, julho 31, 2015

Manchetes do dia

Sexta-feira 31 / 07 / 2015

O Globo
"Governadores dão apoio ao ajuste fiscal de Dilma"

Todos os estados se unem contra propostas que aumentam gastos

Encontro também discutiu divisão de receitas e ações integradas na segurança e contra violência no trânsito

A quatro dias do fim do recesso do Congresso, a presidente Dilma conseguiu ontem apoio de todos os estados ao ajuste fiscal. Com a expectativa de votação de projetos que aumentam os gastos públicos, o Planalto obteve de 26 governadores e um vice-governador o compromisso de mobilizar as bancadas estaduais para aprovar o ajuste e derrubar propostas que elevam despesas. Três governadores chegaram a propor a defesa do mandato de Dilma, mas não conseguiram dar prosseguimento ao debate. Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo, afirmou que o tem a não foi discutido e que o que ele defende é “investigação e investigação”.

Folha de S.Paulo
"Governo tem deficit inédito no 1° semestre, de R$ 1,6 bi"

Saldo negativo nas contas reflete queda da arrecadação e dificuldade de economizar para pagar dívida

O governo federal teve um deficit primário inédito em suas contas no primeiro semestre, o que reflete a dificuldade da União de economizar para pagara sua dívida em meio à queda da arrecadação de impostos. A diferença entre despesas e receitas foi de R$1,598 bilhão, no primeiro saldo negativo nas contas do governo federal para o período desde pelo menos 1997, quando começa a série do Tesouro Nacional. Para o governo, a queda da arrecadação é explicada pelo fraco desempenho da economia e também demonstra que, diante das incertezas, parte das empresas tem prorrogado o pagamento de seus impostos. Só em junho as contas tiveram um rombo de R$ 8,2 bilhões. No mês, a arrecadação da Receita Federal sofreu queda real (descontada a inflação) de 2,44% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o secretário do Tesouro, Marcelo Saintive, os meses de junho a agosto têm resultados menos expressivos e o saldo acumulado não indica que a meta de 0,15% do PIB deixará de ser atingida.

O Estado de S.Paulo
"Governo corta mais verba do PAC e da área social"

Saúde e Educação perderam R$ 2,18 bilhões; Cidades foi o mais atingido

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi o principal alvo dos cortes adicionais do governo no Orçamento deste ano. Foram contingenciados mais R$ 4,66 bilhões do programa. Esse valor representa 55% do total do corte de despesas do Executivo, que soma R$ 8,47 bilhões. Emendas parlamentares também foram atingidas - R$ 327,1 milhões congelados. O ministério mais afetado foi o da Cidades, com R$ 1,32 bilhão contingenciado. Já as pastas da Saúde e da Educação perderam R$ 1,18 bilhão e R$ 1 bilhão, respectivamente. Segundo o governo, as duas áreas tiveram cortes abaixo da média geral. "O corte é preponderante em custeio, preservando investimento no máximo possível", disse o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive. Nos demais Poderes, a tesoura foi de R$ 77 milhões no Judiciário, R$ 28 milhões no Ministério Público da União, R$ 16 milhões no Legislativo e R$ 2 milhões na Defensoria Pública da União, somando R$ 125, 4 milhões.

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