segunda-feira, dezembro 19, 2016

Manchetes do dia

Segunda-feira 19 / 12 / 2016

O Globo
"Violência no Rio parou 33% das unidades básicas de saúde"

Tiroteios afetaram rotina de 77 dos 232 centros e clínicas da cidade em 2016

De janeiro a outubro, serviços foram interrompidos 380 vezes por ameaças à segurança, causando um prejuízo estimado em R$ 12,1 milhões

Os tiroteios registrados no Rio fizeram com que, de janeiro a outubro deste ano, 77 (33,2%) das 232 unidades básicas de saúde do município interrompessem o atendimento à população. No total, foram 380 paralisações, que provocaram um prejuízo estimado em cerca de R$ 12,1 milhões, revela ANTÔNIO WERNECK. Um único posto numa comunidade em Santa Cruz teve que fechar as portas 33 vezes. Só na semana passada, em três dias, confrontos entre traficantes levaram à suspensão dos trabalhos num centro de saúde e numa clínica da família na Vila Kennedy.    

O Estado de S.Paulo
"Doação à chapa Dilma-Temer teve caixa 2, diz Odebrecht"

Cerca de R$ 30 milhões foram dados ilegalmente em 2014, segundo pelo menos um dos depoimentos ao MPF

A chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer recebeu dinheiro de caixa 2 da Odebrecht na campanha de 2014, segundo depoimentos de executivos da empreiteira feitos na semana passada ao Ministério Público Federal (MPF), informam Andreza Matais e David Friedlander. Em pelo menos um deles, a Odebrecht descreve doação ilegal de cerca de R$ 30 milhões à coligação Com a Força do Povo, que reelegeu Dilma e Temer em outubro de 2014. O valor representa quase 10% do total arrecadado oficialmente. O relato deve repercutir no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que apura abuso de poder político e econômico na campanha. A fase de instrução na Corte ainda não foi concluída, o que permite que as partes ou o MPF peçam compartilhamento do material da Lava Jato ao STF, após homologação das delações. A defesa de Temer afirmou desconhecer o assunto. A de Dilma disse que quem responde pelas doações de 2014 é Edinho Silva, que não respondeu ao contato da reportagem.                    

Folha de S. Paulo
"Crescimento chinês acaba, e Nordeste vê crise aguda"

Inflação, desemprego e retração da economia superam a média do país

Carro-chefe do crescimento do Brasil na última década, o Nordeste enfrenta atualmente piora mais aguda em seus principais indicadores do que o resto do país. A conjunção de renda inferior nacional, dependência severa de verbas públicas por parte dos municípios e falta de reajuste do Bolsa Família em 2015 fez o desemprego na região bater em 14,1%, contra 11,8% no país. A economia local encolheu quase 6% no acumulado em 12 meses. A inflação nas principais capitais do Nordeste desacelera menos que o observado em outras partes do Brasil. Salvador, Recife e Fortaleza, com alta superior a 8% em 12 meses, registram os piores índices neste momento. A carestia afetou as vendas do comércio, cuja retração nomesmo período foide mais de 10%. A crise é intensificada pela estiagem que já dura cinco anos e causa quebra de safras, reduzindo o poder de compra no interior rural.   

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