quinta-feira, novembro 03, 2016

Manchetes do dia

Quinta-feira 3/ 11 / 2016

O Globo
"Rio tem recorde de apreensão de fuzis"

Pesquisa revela aumento de 60% em nove anos

Em 2007, 214 armas de guerra foram recolhidas no estado das mãos de bandidos contra 344 no ano passado

Nos últimos nove anos, de 2007 ao ano passado, o Estado do Rio registrou aumento de 60% nas apreensões de fuzis, considerados armas de guerra. Os números saltaram de 214 para 344, revela ANTÔNIO WERNECK. Ao comparar as estatísticas do Rio com as de outros estados, pesquisa do Instituto Sou da Paz constatou que a polícia fluminense foi a que mais apreendeu este tipo de armamento na Região Sudeste, em 2014. Ontem, foi preso o terceiro suspeito da morte da dentista Priscila Nicolau, que teve o carro perfurado por 17 tiros, inclusive de fuzil, no Itanhangá. À tarde, um tiroteio fechou a Linha Amarela.     

O Estado de S.Paulo
"FGTS inflou contas da Caixa em R$ 15 bi, mostra estudo"

Segundo economista, fundo de garantia antecipou recursos para o banco e isso fere norma do BC

A Caixa Econômica Federal está inflando seu balanço com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dentro do Minha Casa Minha Vida. Estudo do economista Marcos Köhler mostra que, desde 2009, pelo menos R$ 15 bilhões foram lançados indevidamente no balanço da instituição, que concentrou os financiamentos subsidiados do programa habitacional. Segundo o estudo, o FGTS adianta para o banco o valor dos subsídios que deveriam ser pagos ao longo de todo o financiamento habitacional, prática que é proibida pelas normas do Banco Central. Esse adiantamento ainda incluiria os juros futuros. A Caixa argumenta que recebe por “serviços prestados”.               

Folha de S. Paulo
"Metrô diz que plano de Doria estimula fuga de passageiros"

Com congelamento de tarifa, ônibus deve ficar mais barato que a rede sobre trilhos 

A direção do Metrô de São Paulo disse à Folha ser necessário o reajuste da tarifa em 2017 e, por extensão, teme que o congelamento da passagem de ônibus na capital paulista afugente usuários da rede sobre trilhos. O prefeito eleito, João Doria (PSDB), anunciou que manterá o valor de R$ 3,80. Se houver correção próxima da inflação oficial, a tarifa do metrô pode atingir R$ 4,10. Nos últimos cinco anos, o preço dos sistemas estadual e municipal foi idêntico, decidido em comum acordo. “Sempre que você tem esse descolamento é natural que exista um fluxo de transferência de usuários de um sistema para outro”, disse José Carlos Nascimento, diretor financeiro do Metrô, ligado à gestão Alckmin (PSDB). A empresa enfrenta queda de usuários pagantes e aumento de gratuidades, subsidiadas pelo Estado. Mas, em 2015, R$ 66 milhões previstos não foram pagos ao Metrô. A promessa de Doria, que custará até R$ 1 bilhão aos contribuintes, deve desgastar Alckmin. 

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