terça-feira, setembro 06, 2016

Manchetes do dia

Terça-feira 6 / 09 / 2016

O Globo
"Justiça bloqueia R$ 8 bi de suspeitos de desvios"

Funcionários de Caixa, BB, Correios e Petrobras são prejudicados

Dirigentes e empresários são afastados dos cargos atuais

A PF investiga desvios bilionários nos fundos Funcef (Caixa), Petros (Petrobras), Previ (BB) e Postalis (Correios), que têm 1,3 milhão de trabalhadores e aposentados. Dois diretores da Funcef foram presos. Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS condenado na Lava-Jato, e os empresários Wesley e Joesley Batista, do grupo da JBS, além de ex-dirigentes de fundos, estão entre os investigados, que tiveram R$ 8 bilhões bloqueados.                  
 
O Estado de S.Paulo
"Fraude bilionária liga grandes empresas a fundos de pensão"

Petros, Previ, Funcef e Postalis são alvo de operação; Justiça bloqueia R$ 8 bilhões de investigados

A Operação Greenfield, da Polícia Federal, atingiu os quatro maiores fundos de pensão estatais brasileiros: Petros (Petrobrás), Funcef (Caixa), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). Com autorização da Justiça do Distrito Federal, foram bloqueados R$ 8 bilhões de investigados, incluindo ex-dirigentes de empreiteiras, ex-administradores dos fundos e empresários. A operação apura “gestão temerária e fraudulenta”. Cinco pessoas foram presas e 28, conduzidas coercitivamente. Entre elas, os empresários Wesley Batista, da J&F, Eugênio Staub, da Gradiente, Gerson Almada, da Engevix, e Walter Torre, da WTorre. Segundo o juiz Vallisney Oliveira, a investigação apontou aquisição de cotas em Fundos de Investimentos por Participação com base em avaliações irregulares. O objetivo era superestimar o valor dos ativos das empresas para aumentar a quantia investida. Na prática, um esquema parecido ao superfaturamento de obras públicas.    

Folha de S. Paulo
"Nova investigação vê fraude em 4 fundos de pensão de estatais"

Suposto esquema com 38 empresas pode ter causado rombo de até R$ 8 bi, dizem PF e Procuradoria

A Operação Greenfield, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, indica fraudes nos quatro maiores fundos de pensão de estatais. A principal suspeita é que Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica Federal), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios) adquiriram cotas superfaturadas em oito fundos privados de investimento. Foram realizados o bloqueio judicial de até R$ 8 bilhões (estimativa do rombo total do esquema) e a prisão temporária de cinco gestores ou ex-gestores de fundos. Entre empresas alvos da operação está a Eldorado Celulose, do grupo J&F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista. O primeiro foi conduzido coercitivamente à PF (levado a depor e depois liberado) — o segundo está no exterior. São investigadas ainda, entre outras empresas, Engevix, OAS, WTorre, IBG Eletrônica (antiga Gradiente), Sete Brasil, Santander, Bradesco, GruPar (aeroporto de Guarulhos), Invepar (da OAS) e Deloitte. Os 78 investigados podem responder por crimes como gestão temerária ou fraudulenta. Os fundos prometem colaborar com as apurações. Procuradas, as empresas dizem estar à disposição das autoridades e negam as acusações. 
 

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