quarta-feira, agosto 10, 2016

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Quarta-feira 10 / 08 / 2016

O Globo
"Acusação e Planalto agem para acelerar impeachment"

Julgamento decisivo de Dilma no Senado deve começar em duas semanas Juristas antecipam para hoje apresentação da peça final contra a presidente afastada, que terá três dias para entregar sua defesa; relator da comissão diz que petista atuou em 'benefício político-pessoal'
Os juristas responsáveis pelo processo de impeachment de Dilma Rousseff decidiram antecipar para hoje a entrega da peça final de acusação para acelerar o julgamento da presidente afastada. Com isso, Dilma terá de entregar a defesa até sexta-feira, e a fase decisiva poderá começar dia 23. Ontem, o Planalto e o presidente do Senado, Renan Calheiros, atuaram para agilizar a etapa da pronúncia, em que o Senado decide se a petista irá a julgamento. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que comanda os trabalhos, impediu manobras de petistas e chegou a cortar o microfone de Gleisi Hoffmann. Relator da comissão do impeachment, Antonio Anastasia (PSDB) acusou Dilma de agir em "benefício político-pessoal".           
 
O Estado de S.Paulo
"Dilma Rousseff vira ré em processo de impeachment"

Por 59 votos a 21, Senado decide que presidente afastada será julgada por crime de responsabilidade

O plenário do Senado decidiu na madrugada dar continuidade ao impeachment de Dilma Rousseff. Por 59 votos a favor e 21 contra, a Casa aprovou parecer da Comissão Especial e tornou ré a presidente afastada. A decisão abre caminho para que ela seja julgada por crime de responsabilidade. O número de parlamentares contra Dilma foi maior do que os 54 necessários para aprovar seu afastamento definitivo. O final do impeachment pode ocorrer a partir do dia 25. Ontem, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que conduziu a sessão no Senado, negou as oito questões de ordem apresentadas por aliados de Dilma com o objetivo de suspender a ação. Responsável pela defesa da petista, José Eduardo Cardozo disse que pedirá nulidade do processo. Com a expectativa da votação, o dólar fechou a R$ 3,14, menor patamar desde julho de 2015.              
           

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