segunda-feira, junho 13, 2016

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Segunda-feira 13 / 06 / 2016

O Globo
"Terror e ódio homofóbico matam 50 no maior ataque a tiros dos EUA"

Americano, filho de afegãos, jurou lealdade ao Estado Islâmico e abriu fogo em boate gay em Orlando

Número de vítimas é o maior no país desde o 11/9. Grupo jihadista reivindica autoria, mas FBI ainda não confirma. Em seu 16º pronunciamento à nação após um tiroteio, Obama critica, mais uma vez, o fácil acesso dos americanos às armas

Um atirador homofóbico, que jurou lealdade ao Estado Islâmico, perpetrou o maior ataque terrorista nos EUA desde o 11 de Setembro, matando 50 pessoas e ferindo 53 na lotada boate gay Pulse, em Orlando. Filho de afegãos, Omar Mateen, de 29 anos, fora interrogado em três ocasiões pelo FBI por possíveis conexões com o terror. Por meio de uma agência na internet, o Estado Islâmico reivindicou o ataque, considerado o maior a tiros na História dos EUA e também o mais mortífero direcionado a gays. Mas o FBI não confirmou vínculos entre o atirador e o grupo jihadista. Segundo o pai, Mateen não era religioso, mas demonstrava claros sinais de homofobia. Em seu 16º pronunciamento à nação após um tiroteio, o presidente Barack Obama classificou o ato como de terror e ódio: “Isso mostra como é fácil que uma pessoa consiga uma arma e dispare dentro de escola, restaurante, cinema ou boate.” O massacre causou enorme comoção no país e no mundo.

Folha de S.Paulo
"Maior atentado a tiros nos EUA mata 50 em boate gay"

Atirador, que foi morto, declarava repulsa a homossexuais; Obama defende restrição a compra de armas

Pelo menos 50 pessoas foram assassinadas e outras 53 ficaram feridas no maior atentado a tiros registrado na história dos EUA, na madrugada de ontem, executado em uma casa noturna em Orlando, na Flórida. Cerca de 200 pessoas dançavam na Pulse, uma das principais boates gays da cidade, quando o som foi interrompido por rajadas de fuzil AR-15 e de uma pistola. O autor do massacre, Omar Mateen, 29, americano de ascendência afegã que declarava ter repulsa a gays, ligou para a polícia antes de agir e disse que atuava em nome do Estado Islâmico. O atirador chegou a manter reféns em uma área restrita da boate, enquanto outros se protegiam nos banheiros. Ele foi morto em tiroteio com policiais três horas após o início do ataque. Mateen chegou a ser investigado pelo FBI, mas não foi visto como uma ameaça. O presidente Barack Obama voltou a criticar a facilidade com que é possível comprar armas nos EUA.
 
O Estado de S.Paulo
"Homem mata 50 em boate gay no maior ataque a tiros dos EUA"

Um homem que jurou lealdade ao Estado Islâmico matou a tiros 50 pessoas e deixou outras 53 feridas na madrugada de ontem na casa noturna Pulse, frequentada pelo público LGBT em Orlando, na Flórida. O caso está sendo investigado como o maior atentado terrorista nos EUA desde o 11 de Setembro. Em mensagem, o EI disse que o ataque foi realizado por um de seus seguidores, o americano filho de afegãos Omar Mateen, de 29 anos. É o maior tiroteio em massa dos EUA desde o registrado na universidade Virginia Tech, em 2007, quando 32 pessoas morreram. Carregando um fuzil AR-15 e uma pistola automática comprados legalmente, o atirador entrou na boate quando cerca de 300 pessoas estavam no local. O pai de Omar disse que, há dois meses, o filho ficou transtornado ao ver dois homens se beijando. O presidente Barack Obama afirmou que o ato foi de “terror e ódio”. Brasileiros relataram o pânico na cidade e a angústia de ter amigos mortos ou feridos. Homenagens às vítimas foram organizadas em diversas cidades do mundo, entre elas São Paulo.       
           

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