segunda-feira, janeiro 04, 2016

Manchetes do dia

Segunda-feira 4 / 01 / 2016

O Globo
"Petrobras quer ser financiada por sócios"

Novos parceiros devem bancar investimentos da empresa

Proposta é alternativa da estatal para driblar a falta de caixa sem cortar ainda mais os gastos previstos para este ano

Diante da crise gerada a partir da Operação Lava-Jato e pela queda nos preços internacionais do petróleo, a Petrobras pretende vender cerca de US$ 15 bilhões em ativos, como fatias de campos de petróleo, inclusive do pré-sal, e participações em empresas. Mas quer compradores que, além de pagar sua parte nos investimentos necessários aos negócios, banquem também o montante que caberia à estatal. O objetivo é evitar mais cortes nos investimentos de 2016, que já foram reduzidos de US$ 27 bi para US$ 19 bi.

Folha de S.Paulo
"3 em cada 4 metrópoles têm queda de receitas"

Crise derruba investimento de 38 das 50 cidades mais populosas do país

Assim como ocorre no governo federal e na maioria dos Estados, as maiores cidades brasileiras amargam uma queda expressiva na arrecadação de impostos e passaram a cortar investimentos e a enxugar gastos. Levantamento da Folha aponta que, em 38 dos 50 municípios mais populosos do país que disponibilizaram dados completos de finanças, onde vivem mais de 60 milhões de pessoas, houve queda de receitas com impostos e taxas. Os dados são de janeiro a outubro de 2015 em comparação ao mesmo período do ano passado, com valores atualizados pela inflação. Com a diminuição da atividade econômica e a redução de verbas do ISS , grande fonte de receitas municipais, essas metrópoles arrecadaram, juntas, 4% (R$ 2,7 bilhões) a menos que em 2014. Um dos principais alvos dos cortes são os investimentos, que caíram 16%.   

O Estado de S.Paulo
"Governo quer blindar Barbosa de pedaladas"

Para Planalto, condenação de ministro no TCU prejudicaria credibilidade da política econômica

O novo foco de preocupação do Palácio do Planalto junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) é o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, considerado fundamental para o plano do governo de recuperar credibilidade na área econômica neste início de ano. Até março, o TCU vai realizar a última parte do julgamento das pedaladas fiscais e definir a responsabilidade de cada uma das 17 autoridades arroladas no processo. Entre as penas estão desde multas até a inabilitação para o serviço público, o que exigiria a demissão dos condenados. Uma eventual condenação do novo titular da Fazenda jogaria, na avaliação do governo,mais insegurança no mercado. Segundo apurou o Estado, Barbosa deve usar a seu favor o ofício assinado pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público de Contas, que isentou o vice-presidente Michel Temer de responsabilidade na edição de decretos com liberação de gastos.       
           

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