terça-feira, dezembro 22, 2015

Manchetes do dia

Terça-feira 22 / 12 / 2015

O Globo
"Mercado não dá crédito a Barbosa, e dólar vai a R$ 4"

Após fala de ministro a investidores, Bolsa cai a menor nível desde 2009

Compromisso com reforma da Previdência não reduz desconfiança de analistas. Empresários recebem bem a mudança

No seu primeiro dia como novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa fez uma teleconferência com investidores e, apesar de seu compromisso com o ajuste fiscal e a reforma da Previdência, o dólar subiu mais após suas declarações e fechou a R$ 4,024, em alta de 1,89%. A Bolsa de Valores caiu 1,62% e voltou ao patamar de abril de 2009. Empresários, no entanto, receberam bem a mudança na Fazenda. Na posse de Barbosa, a presidente Dilma disse que é importante ter uma agenda de crescimento e ir “além de cortar gastos”.


Folha de S.Paulo
"Incêndio destrói museu em SP"

Acervo sobre a língua portuguesa pode ser recuperado, diz governo; causa do fogo, que deixou um morto, é desconhecida

Um incêndio destruiu parte do prédio da estação da Luz, patrimônio histórico na região central de São Paulo, e devastou o Museu da Língua Portuguesa, um dos mais visitados da cidade. Um bombeiro civil que trabalhava no local, fechado ontem para visitas, teve uma parada cardiorrespiratória, devido à fumaça, e morreu. (...) O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que o museu será reconstruído. 

O Estado de S.Paulo
"Dilma pede crescimento sem ‘guinadas bruscas’"

Na posse de Nelson Barbosa na Fazenda, presidente fala em ‘construir credibilidade’ com metas ‘factíveis’

A presidente Dilma Rousseff orientou ontem os novos ministros Nelson Barbosa (Fazenda) e Valdir Simão (Planejamento) a fazer o que for preciso para retomar com urgência o crescimento do País sem “guinadas e mudanças bruscas”. Na posse da equipe econômica, a presidente destacou que o equilíbrio fiscal e a melhora da atividade econômica “podem e devem andar juntos”. Ao mesmo tempo em que buscou acenar ao mercado prometendo a continuidade do ajuste, ela disse ser preciso ir “além do corte de gastos e de colocar as contas em dia” para estabelecer o crescimento econômico como prioridade. Sem citar o compromisso com a meta de superávit de 0,5% do PIB, a presidente pediu metas “realistas e factíveis” para construir a credibilidade e reduzir “consistentemente” a dívida pública. O risco de uma guinada na política econômica para garantir o crescimento a todo custo é o maior temor dos analistas do mercado financeiro, que veem na saída de Joaquim Levy o risco de afrouxar o rigor fiscal para tirar o Brasil da recessão.   
           

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