quinta-feira, agosto 27, 2015

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Quinta-feira 27 / 08 / 2015

O Globo
"Senado aprova Janot e dá respaldo à Lava-Jato"

Procurador-geral teve 59 votos a favor de sua recondução e 12 contra

Por 59 votos a 12, o Senado aprovou ontem a recondução de Rodrigo Janot ao cargo do procurador-geral da República, dando respaldo às investigações da Lava-Jato. Antes da votação em plenário, a Comissão de Constituição e Justiça tinha sido quase unânime: 26 votos a favor de Janot e apenas um contra. A sabatina durou mais de dez horas, com elogios à atuação do procurador-geral na apuração do escândalo e ataques do senador Fernando Collor (PTB), um dos 11 investigados pela Lava-Jato que compareceram à sessão.

Folha de S.Paulo
"Reconduzido, Janot nega "acordão" com Planalto"

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi reconduzido ao cargo pelo plenário do Senado por 59 votos a 12. A indicação precisava de aprovação de 41 dos 81 senadores. Em sabatina na Casa, que durou mais de dez horas, a votação foi secreta, mas todos os 27 titulares da comissão votaram a favor, entre eles oito senadores alvos de inquéritos na Lava Jato, conduzidos pelo procurador. 

O Estado de S.Paulo
"Em sabatina no Senado, Janot nega 'acordão' com governo"

Indicado por Dilma à recondução ao cargo de procurador-geral, ele diz que acusação é 'ilação impossível'

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou durante sabatina de 10 horas no Senado ter feito "acordão" com o governo Dilma Rousseff para, em troca de ser reconduzido ao cargo, livrar a presidente das investigações da Operação Lava Jato. "Se eu tivesse condição de fazer um acordão desses, teria de combinar com os russos (outros investigadores). Vamos convir que isso é uma ilação impossível", afirmou. Apesar de longa, a sabatina foi tranquila graças a um acordo do governo com a cúpula do PMDB no Senado, que tem o presidente, Renan Calheiros, e mais ia senadores investigados. Indicado por Dilma após ser aprovado pela maioria dos procuradores, Janot disse jamais ter visto algo parecido com o "megaesquema" de corrupção na Petrobrás em 31 anos de carreira e que as investigações vão "até onde as pessoas foram".

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