terça-feira, março 24, 2015

Manchetes do dia

Terça-feira 24 / 03 / 2015

O Globo
"Paes vai à Justiça contra Dilma para reduzir dívida"

Decisão da presidente de adiar alívio de caixa abre crise com aliados

Ajuste fiscal faz governo protelar aplicação da lei que muda cálculo da dívida de prefeituras e estados

A decisão da presidente Dilma de adiar a negociação das dívidas de prefeituras e estados com a União abriu nova crise entre governo e aliados. A lei que altera o cálculo das dívidas foi aprovada ano passado, mas o Planalto decidiu retardar sua aplicação, em nome do ajuste fiscal. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, entrou na Justiça para fazer valer a lei. Outros prefeitos e governadores devem fazer o mesmo. A situação mais delicada é a de São Paulo, administrada pelo petista Fernando Haddad. O governo estuda ainda elevar impostos de bebidas como uísque, vinho e vodca e cobrar IR de lucros de multinacionais no país.

Folha de S.Paulo
"Agência S&P mantém selo do Brasil de bom pagador"

Avaliação é que ajuste fiscal passará no Congresso; governo comemora

A agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s manteve a nota de grau de investimento do Brasil, uma espécie de selo de bom pagador. Segundo comunicado, a nota continua a mesma — na última faixa antes de grau especulativo—, mas com perspectiva estável. A S&P disse que a decisão deve-se à expectativa de que a presidente Dilma manterá o apoio ao ajuste fiscal da equipe econômica e que as medidas serão aprovadas no Congresso. Para a agência, a credibilidade do governo será “gradualmente restaurada”. O anúncio é um alento para o Planalto. Desde a retirada pela Moody’s da nota da Petrobras em fevereiro, havia um temor de que a do país fosse reduzida. O corte levaria à saída de recursos, já que a avaliação serve de baliza para investimentos. A equipe econômica recebeu a notícia com alívio e certa de que ganhou um trunfo. A Fazenda considera que não precisará promover tantas concessões na negociação com congressistas. A nota da Sete Brasil, parceira da Petrobras no pré-sal, foi rebaixada para “calote seletivo”.

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