segunda-feira, março 23, 2015

Manchetes do dia

Segunda-feira 23 / 03 / 2015

O Globo
"Metade da lista de investigados já é alvo de ações"

Dos 50 nomes levados ao STF, 24 respondem a inquérito ou são réus em processos criminais ou de improbidade

Casos vão de delitos eleitorais e irregularidades em licitações a embriaguez ao volante e agressão a ex-mulher . O presidente do Senado, Renan Calheiros, é um dos que têm pendências judiciais

Dos 50 políticos investigados na Operação Lava-Jato, cujos nomes foram encaminhados ao Supremo Tribunal Federal, 24 são alvo de outros inquéritos no próprio STF ou réus em processos criminais ou de improbidade administrativa. Estão nessa situação, por exemplo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB- AL), e os ex-ministros Fernando Bezerra (PSB-PE) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A Fundação Getulio Vargas estima que um inquérito como o da Lava-Jato leve, em média, dois anos só para se tornar ação penal.

Folha de S.Paulo
"Roubo sobe mais na periferia de SP, que tem rotina afetada"

Com menos polícia e aumento de poder aquisitivo, região mais pobre tem escolta para mulheres e ‘caixinha’ do ladrão

Com menos policiais e um aumento do poder aquisitivo da população, a periferia de São Paulo puxou a maior alta consecutiva de roubos na cidade desde 2001, início da série histórica de estatísticas. Nas regiões mais pobres, mulheres agora são escoltadas até pontos de ônibus, lojistas criaram “caixinha” para ladrões e há locais fixos de desova de objetos roubados. Segundo dados da polícia, os dez distritos paulistanos mais pobres tiveram 18.972 crimes desse tipo em 2014, aumento de 37% em relação a 2013. Nas áreas mais ricas, o aumento foi de 19,1% (15.030 roubos em 2014). Para Rafael Alcadipani, professor da FGV, esses dados derrubam “o mito de que são os ricos que sofrem mais com a violência”. Criminosos também passaram a atuar em áreas próximas às suas residências. Especialistas atribuem, em parte, as mudanças na periferia a um novo perfil dos assaltantes, jovens e usuários de drogas, e ao menor contingente policial. O governo do Estado diz que, por segurança, não informa a distribuição dos policiais na cidade.

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