quarta-feira, março 18, 2015

Manchetes do dia

Quarta-feira 18 / 03 / 2015

O Globo
"Acusado de coletar propina era cliente de Dirceu"

Quebra de sigilo revela que petista recebeu de operador da Lava-Jato

Empresas investigadas no escândalo pagaram R$ 9,5 milhões ao ex-ministro

Condenado no mensalão do PT e cumprindo prisão em regime aberto, o ex-ministro José Dirceu recebeu R$ 9,5 milhões, de 2006 a 2013, de empresas hoje investigadas na Lava-Jato. Uma delas pertence a Milton Pascowitch, apontado por Gerson Almada, da Engevix, como operador de pagamento de propinas ao PT. Dirceu, segundo o delator, prestou ser viço de “lobby internacional” para a empreiteira em Cuba e na África. Almada disse ainda que negociava o pagamento de propinas com o tesoureiro do PT, João Vaccari. Em nove anos, a consultor ia de Dirceu recebeu R$ 29,2 milhões, de 42 empresas. Os dados constam de inquérito aberto na Lava-Jato.

Folha de S.Paulo
"62% reprovam governo Dilma"

Segundo Datafolha, aprovação da petista caiu de 23% para 13% desde 5 de fevereiro; avaliação é a pior após Collor

O governo Dilma atingiu a mais alta taxa de reprovação desde setembro de 1992, pouco antes do impeachment de Collor. Para 62% da população, a gestão da presidente é ruim ou péssima. Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dois dias seguintes aos protestos de domingo (15), a desaprovação de Dilma subiu 18 pontos desde 5 de fevereiro. A pior taxa de Collor foi 68%. Com 76 dias de segundo mandato, a aprovação da petista chegou a 1 3%, queda de dez pontos em seis semanas. O Datafolha apurou que o pessimismo sobre a economia continua elevado. O desemprego deve crescer para 69% dos entrevistados e a inflação, para 77% (contra 81 % em fevereiro). A nota média dada a Dilma é 3,7 , a menor desde a sua chegada à Presidência, em 2011. Com dois pontos percentuais de margem de erro, o levantamento do Datafolha mostra deterioração da popularidade de Dilma em todos os segmentos sociais analisados pelo instituto. A maior taxa de ruim/péssimo está no Centro-Oeste (75%) e no Sudeste (66%), nas cidades mais populosas, entre eleitores com escolaridade média e entre quem ganha de 2 a 5 mínimos. 

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