terça-feira, março 10, 2015

Manchetes do dia

Terça-feira 10 / 03 / 2015

O Globo
"Dilma diz que é preciso razão para impeachment"

Presidente, ministros e PT atribuem panelaço a ‘terceiro turno eleitoral’

FH se diz contra impedimento: “Não adianta nada tirar a presidente”

Após ter sido alvo de um panelaço em pelo menos 13 capitais na noite de domingo por causa de seu pronunciamento na TV, a presidente Dilma ontem defendeu o direito de manifestação, mas afirmou que o “terceiro turno” não é motivo para um pedido de impeachment contra ela: “Há que caracterizar razões para o impeachment.” Mais cedo, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, também condenou o que chamou de terceiro turno. O PT acusou a oposição de financiar o panelaço, que considerou um fracasso e coisa da burguesia. O ex-presidente Fernando Henrique afirmou que “não adianta nada tirar a presidente”.

Folha de S.Paulo
"Não há razões para pedido de impeachment, afirma Dilma"

Presidente diz que ‘3º turno’ seria ‘ruptura democrática’; PT teme repetição de protestos de 2013

Um dia após seu discurso na TV ter sido alvo de vaias e “panelaço” em pelo menos 12 capitais, a presidente Dilma (PT) disse que “há que caracterizar razões para o impeachment” e que tentar fazer um “terceiro turno” seria “ruptura democrática”. Num cenário de crise econômica e política, com o petrolão envolvendo a sua base de apoio, o governo teme o aumento dos protestos. Há o receio de que atos marcados para o próximo domingo contra a petista repitam as manifestações de 2013. A repercussão negativa do pronunciamento presidencial, usado por Dilma para defender o ajuste fiscal e pedir paciência da população, pode servir de munição para o ato antigoverno. Dilma disse apoiar o direito de protesto, mas sem violência. Grupos contra a presidente esperam levar 100 mil às ruas. Em evento, o ex-presidente FHC (PSDB) disse não ver o impeachment como uma saída, mas que “a continuidade dos acontecimentos, aí sim, desafiará as lideranças a sentir o momento”. A PM de SP dividirá os manifestantes do ato marcado para a av. Paulista em blocos, segundo a reivindicação de cada movimento. A partida do Palmeiras foi antecipada das 16h para as 11h para evitar coincidência de horário com o protesto.

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