sábado, fevereiro 07, 2015

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Sábado 07 / 02 / 2015

O Globo
"Troca na Petrobras - Bendine tem carta-branca, mas ações despencam"

Presidente do BB comandará estatal e planeja maior controle financeiro

Dilma fez convite na quarta-feira e nome foi aprovado pelo Conselho de Administração da estatal por 7 votos a favor e 3 contra; escolhido já se envolveu em polêmicas como empréstimo a amiga investigado pelo MP. Convidado pela presidente Dilma na quarta-feira, o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, ligado ao Planalto e ao PT, vai substituir Graça Foster na presidência da Petrobras. Funcionário de carreira do BB e com bons resultados no comando do banco, ele recebeu carta-branca de Dilma para agir e até reformular o estatuto da companhia, informa Gabriela Valente. Bendine já traçou plano para blindar a estatal dos efeitos da corrupção apurada na Lava-Jato, com três metas imediatas. A missão mais urgente que tem, disse a assessores, é resolver a questão contábil, avaliando perdas e fortalecendo a área financeira, que será comandada por Ivan Monteiro, até ontem vice-presidente financeiro do BB. O mercado reagiu mal à escolha de Bendine, e as ações da estatal despencaram, fechando com queda de quase 7%. O MPF abriu investigação sobre empréstimo do BB a uma amiga de Bendine, Val Marchiori, quando ele presidia o banco.

Folha de S.Paulo
"Dilma põe presidente do BB na Petrobras, e ações caem"

Aldemir Bendine assume vaga de Graça Foster; conselho da estatal não é unânime na aprovação

A presidente Dilma Rousseff nomeou Aldemir Bendine, que dirigia o Banco do Brasil, para o lugar de Graça Foster no comando da Petrobras. Ele assume a empresa na maior crise de sua história com o objetivo de rever seu plano de negócios. Bendine deve se dedicar a resolver os problemas de caixa da petroleira e a apresentar, em breve, números confiáveis sobre o tamanho dos desvios de verba por corrupção, meta crucial para que o balanço da companhia possa ser auditado. Dos dez membros do Conselho de Administração da estatal, três votaram contra o nome de Bendine: os que representam os acionistas minoritários e o eleito pelos trabalhadores. Os outros sete, escolhidos pelo governo federal, foram favoráveis.Funcionários da companhia dizem que Bendine não conhece o setor de petróleo, e o mercado interpretou a nomeação como sinal de que o governo continuará interferindo nas decisões internas da Petrobras. As ações caíram quase 7%. Assim como ocorreu com Graça Foster, Bendine é nome da estrita confiança de Dilma e terá como objetivo adicional blindar o Palácio do Planalto diante de nova CPI da Petrobras.

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