sábado, outubro 04, 2008

Brasil

Presidentes dos TREs pedem para proibir candidatos com ‘fichas sujas’

Em reunião, colegiado aprovou a proposta. Iniciativa foi do presidente do TRE do Rio.

Do g1, em São Paulo
O Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais vai enviar para o Tribunal Superior Eleitoral um pedido para que proíba que pessoas com ‘fichas sujas’, mesmo que em primeira instância, possam se candidatar a um cargo eletivo.
Os presidentes se reuniram nesta quinta-feira (11) em um hotel, em São Luís (MA), e aprovaram por unanimidade a proposta sugerida pelo presidente do TRE-RJ, desembargador Roberto Wider. "A exigência da moralidade para o exercício da função pública é um tema que já ganhou a sociedade e precisa ser abordado com urgência pelos legisladores", afirmou o desembargador Wider, em texto divulgado pelo TRE-RJ. Os presidentes irão pedir urgência na criação de uma lei. Por conta dos trâmites, a lei, se aprovada, só deveria entrar em prática nas eleições de 2010 ou 2012. No último dia 3, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) divulgou em seu site, os nomes dos candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito que respondem a processos penais públicos e de improbidade administrativa.

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Nota do Editor - O Ubatuba Víbora é contra candidatos com ficha suja. Fora com eles. Chô... (Sidney Borges)

A ponderar...

Tentativa de estupro... Da minha inteligência

Fernando Moreno

Desde que comecei a trabalhar no setor cultural eu sempre tive uma posição muito clara com relação à política: me abster das minhas ideologias, deixá-las quietas, só pra mim. No máximo mostrá-las pra minha sombra. Sublimei a verborragia política da juventude ou, como prefiro dizer, deixei na Urca, local onde estudei economia no final dos anos 90.

Nunca achei que cultura e política eram coisas que se misturavam. Não por conta da cultura, mas por conta da maioria dos políticos. Infelizmente, ainda somos uma nação onde a cultura, principalmente o Teatro, que é o meu segmento, é o supérfluo do supérfluo. Sendo assim, se já é complicado com eles, os políticos, o apoiando, imagine se eles o odeiam?!?

Moro em Ubatuba há dois anos e meio e continuo trabalhando no meu ofício, que é a produção teatral. Para ganhar a vida e sustentar minha família, faço um projeto de produção teatral que engloba as cidades de Caraguatatuba, São Sebastião e, em breve, a Ilhabela. Em Ubatuba, a cidade que escolhi para morar, trabalho voluntariamente para a Fundart, como conselheiro de Artes Cênicas e Dança.

Essa é a primeira eleição que presencio aqui, e fiquei bem empolgado, pois como sempre morei em grandes cidades, nunca tive a possibilidade de vivenciar tão de perto esse jogo que é uma eleição. Mas mesmo aqui me mantive neutro, não externei meu apoio a nenhum candidato. Dos quatro postulantes ao Executivo, conheço três pessoalmente e simpatizo com todos eles, cada um à sua maneira. Acredito nas boas intenções dos três e tenho certeza que eles fariam um bom trabalho à frente da prefeitura, como disse, cada um à sua maneira.

Escrevi esses quatro parágrafos de introdução, pra situar o leitor de que NÃO ESTOU APOIANDO NENHUM DOS CANDIDATOS, ou seja, não estou escrevendo isso para defender quem quer que seja.

Já recebi de tudo na rua ou na minha caixa de correio nessa campanha, desde os santinhos mais engraçados com os slogans mais “etílicos”, a jornais bem diagramados e até cópias de jornais que, naturalmente, são mal diagramados. Recebi cartas acusando candidatos de coisas que não considero acusações, pois não vivo numa época medieval. Li propostas estranhas, como a de um candidato que deseja fazer obras numa escola do Governo Estadual, mas nada me chamou tanto a atenção como o que recebi hoje, dia 3 de outubro, uma sexta-feira, antevéspera das eleições. Aquilo que, na minha opinião, é uma tentativa de estupro da minha inteligência. Um folhetinho xerocado (imagem acima) atribuído ao candidato da situação, onde uma pesquisa de um instituto sério dá resultados que poderiam ser viáveis e até possíveis, mas, pela pobreza de criatividade do autor em trabalhar melhor o texto e a arte, dão na cara que é “Factóide do Brabo”.

Vamos por partes pra facilitar a tentativa de mostrar aos leitores que meus neurônios não serão violentados. Primeiro ponto: O papel não está condizendo com o padrão gráfico do candidato em questão, ou seja, facilmente identificada a FRAUDE, ou melhor, a tentativa de FACTÓIDE. Segundo ponto: Se essa pesquisa realmente existiu, por que não foi protocolada e amplamente divulgada? Por que a divulgação dela só chegou à população por meio de papeis xerocados? Por mais que digam que os veículos de comunicação da cidade estão comprados, é impossível uma pesquisa dessa natureza ser realizada por esse instituto (Datafolha) e não ser publicada. Terceiro ponto: Um papel atribuído à Situação onde todo o texto só favorece a oposição? Onde está a lógica? Até minhas enteadas de 12 e 13 anos seriam capazes de ver que não tem nexo. Quarto e último ponto: Duas empresas sérias sendo mencionadas (SBT e Datafolha) e ninguém ouviu falar da reportagem na TV ou da pesquisa na cidade.

Desculpem a franqueza, senhores, mas quem quer que seja o autor desse papel, só pode estar sendo acometido da maior das diarréias cerebrais de que eu tenho notícia. Pois isso não convence a parcela que deve ser convencida da população, que são os indecisos, não atinge as pessoas que são mais importantes nesse coeficiente eleitoral que são as classes C e D, pois aquele emaranhado de números é “mandarim” pra eles e não alcança bons resultados, e, principalmente, uma boa imagem nas classes A e AB, pois elas têm a possibilidade de acesso à informação de forma privilegiada, o que as leva a pesquisar a fundo a informação e a descobrir o que está descrito no site do Datafolha (
www.datafolha.folha.uol.com.br) que se encontra na imagem abaixo.

Todo esse imbróglio, só me faz lembrar de uma declaração da época da Ditadura que me deixou perplexo. Essa declaração eu ouvi lá na Urca, numa das aulas do sábio Carlos Lessa. Uma frase que não lembro a quem foi atribuída, mas certamente era de algum dos políticos da Arena. A frase era a seguinte:

“Nós só temos sucesso nessa jornada (A Ditadura Militar), pois nossa oposição É BURRA e não consegue se unir, eles se dividem em vários, enquanto nós somos uma coisa só.”

Por conta dessa BURRICE nós pagamos por 21 anos com o Regime Militar e os resultados eu não preciso nem falar. A única coisa que eu tenho a dizer, num conselho àqueles que pleiteiam coisas novas para a nossa cidade, é que se unam, mas com inteligência, não achando que podem ser estupradores da inteligência alheia, organizem-se e esperem quatro anos, pois dessa vez, e mais uma vez, vocês perderam para vocês mesmos.

Justiça

Júri declara O.J. Simpson culpado em caso de assalto em Las Vegas (EUA)

da Folha Online
A Justiça americana declarou culpado o ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson em uma acusação por assalto a mão armada e seqüestro em Las Vegas (EUA), no ano passado. A decisão foi divulgada pelo júri após mais de 13 horas de deliberação nesta sexta-feira (3).
De acordo com o tribunal, a pena só deve ser anunciada somente em dezembro.
Orenthal James Simpson, 61, foi acusado de participar do assalto em um quarto de um hotel-cassino onde estavam hospedados dois comerciantes de artigos esportivos para colecionadores. Na ocasião, ele foi liberado dias depois, após pagar uma fiança de US$ 125 mil (cerca de R$ 233 mil).
Ele e outras três pessoas que teriam participado do incidente no hotel-cassino enfrentam 11 acusações. Devido a sua idade avançada, Simpson corre o risco de ser condenado a prisão perpétua no caso.
O julgamento ocorre 13 anos depois de Simpson ter sido inocentado da morte de sua ex-mulher, Nicole Brown Simpson, e um amigo dela, Ronald Goldman, em um julgamento que teve ampla cobertura pela mídia internacional. Os dois foram esfaqueados dia 12 de junho de 1994.
Em 1994, o ex-jogador, que já era bastante conhecido nos EUA, ficou famoso mundialmente ao ser acusado de assassinar a ex-mulher. Ele foi condenado somente a pagar US$ 33,5 milhões em indenizações às famílias das vítimas.


Nota do Editor - Eis um caso interessante que ilustra bem o funcionamento da justiça no mundo capitalista. Simpson foi inocentado de assassinato. Não porque fosse de fato inocente, sim devido às falhas na coleta de provas e aos erros formais da acusação. Simpson era muito rico e podia pagar bons advogados. Ao final do processo o povo se sentiu enganado e a justiça americana ficou mal aos olhos do mundo. O sentimento geral era de frustração, ficou claro que com dinheiro é possível tudo, até matar. E nada acontece. O caso prosseguiu na esfera civil, onde Simpson acabou condenado apesar dos bons advogados. Era uma questão de honra, as instituições americanas estavam em jogo. O "esperto" e rico ex-atleta teve de pagar US$ 33,5 milhões em indenizações. Ficou livre, mas deixou de ser rico. Depois de alguns anos teve de roubar para continuar vivendo no padrão a que estava acostumado e mais uma vez condenado, poderá passar o resto da vida na cadeia. Eis um caso que prova a tese de que a parte mais sensível do corpo humano é o bolso. O crime só deixará de ser compensador quando os criminosos tiverem de pagar pelos erros. Não com a privação da liberdade, mas com o confisco dos bens. Pelo menos os ladrões. No Brasil se prenderem todos os "rufiões" haverá mais gente dentro das cadeias do que fora. A ala dos políticos então, estará sempre "crowd". (Sidney Borges)

Vote certo

Eleições em Ubatuba

Marcos Leopoldo Guerra

777 candidatos a prefeito concorrerão às eleições sob judice (*), ou seja, tais candidatos tiveram suas candidaturas indeferidas e os mesmos irão concorrer pois impetraram recursos e aguardam julgamento. Ubatuba possui um candidato nessa situação.
“No caso de um candidato eleito ter o seu registro cassado, seus votos são automaticamente anulados, e o segundo colocado assume o cargo.” (folha de são Paulo – Folha online)
Dessa forma recomendo que você verifique a situação de seu candidato. Tal recomendação é válida principalmente àqueles que estão votando contra alguém e não a favor de alguém.
(*) Fonte Folha online
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u452132.shtml
Marcos Leopoldo Guerra
ac.tributaria@uol.com.br

Eleições 2008

A praga da igualdade

Guilherme Fiuza
Está confirmado: se tudo der certo, se o controle ético da sociedade continuar nesse caminho, se a batalha contra a desigualdade seguir firme os atuais padrões, o Brasil se tornará em pouco tempo 100% medíocre e estúpido.
O cancelamento pela TV Globo do debate eleitoral em São Paulo, no Rio e em outras capitais é o sinal dos tempos. A lei obriga à participação de todos os candidatos. Inclusive o Zé das Couves.
Se o Zé das Couves não for convidado, o debate só acontece se ele autorizar. Em nome da democracia e da igualdade.
É claro que a emissora cancelou o programa. Ela não achou a sua audiência no lixo. Nem os olhos e ouvidos do espectador são penico. A plataforma do Zé das Couves interessa aos paladinos lunáticos da ética. Não às pessoas comuns.
Não tenham dúvidas: chegará o dia em que o “Jornal Nacional” terá que obedecer a uma cota de notícias sobre homossexuais. Pelo menos uma das chamadas de abertura terá que ser relacionada aos negros. E o noticiário político terá que ter o cantinho dos nanicos.
É comovente ver uma sociedade emburrecendo em nome da virtude.

Eleiçoes

Caro Amigo

Nós da Região Sul, esperamos uma cobertura on line deste importante veículo de comunicação.
Sem Ele saberemos das notícias do Mundo mas nada sobre nossa Cidade.

Fernando Pedreira

Nota do Editor - Na eleição de 2004 tivemos a satisfação de fazer a cobertura. A resposta dos leitores foi imediata, batemos o recorde de visitas diárias do então iniciante Blog. Amanhã procuraremos dar informações detalhadas do processo de apuração. Nossos colaboradores estarão a postos enviando boletins em cima dos fatos, vamos fazer o melhor. Dar informações ao povo de Ubatuba não tem sido fácil. Por aqui prevalece a tese do quanto mais escondido melhor. O povo parece gostar. Vox populi, vox Dei. (Sidney Borges)

Opinião

Os lixões inadequados

Editorial do Estadão
A Cetesb interditará os lixões de 67 municípios paulistas, que funcionam de forma inadequada desde os anos 80. Na semana passada, 9 já foram notificados, entre eles, Araçariguama, Cruzeiro, Embu-Guaçu, Itapetininga e Presidente Prudente. As prefeituras locais ignoraram orientações, apelos, acordos, multas e Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), e mantêm o lixo produzido por 1,1 milhão de habitantes em instalações incapazes de evitar que os poluentes contaminem o ar, o solo e as águas subterrâneas. Alguns prefeitos reclamam de "perseguição" da Cetesb, que, segundo eles, estaria favorecendo os 21 aterros particulares em funcionamento no Estado. Mas, se tivessem dado prioridade nos orçamentos municipais ao bom tratamento dos detritos e utilizado com critério os R$ 8 milhões que o governo estadual destinou para a melhoria dos lixões de 70 municípios, não estariam enfrentando a interdição. A medida foi adotada pela Cetesb depois de uma reclassificação, realizada em setembro, das condições dos aterros de 137 cidades que, nas últimas edições do Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares, apresentaram baixos Índices de Qualidade de Resíduos (IQR). Nela se constatou que 78 municípios têm lixões inadequados e em 67 a situação é crítica, o que impõe a interdição. (...)

(...) Em Ubatuba, o transporte de lixo para Tremembé, no Vale do Paraíba, poderá elevar os custos da coleta de R$ 700 mil para R$ 1,5 milhão. (...)

(...) Em municípios como Cananéia, Caraguatatuba, Ilha Comprida, Itanhaém, Mongaguá e Ubatuba, no litoral, verdadeiras montanhas de lixo ameaçam áreas de preservação da mata atlântica. As prefeituras acusam a Cetesb de dificultar a construção de aterros regionais, por causa das muitas áreas de preservação ambiental existentes no litoral. Além disso, a Cetesb só concede novas licenças para centros de tratamento com controle da produção de chorume e de gás.
As exigências da Cetesb são corretas, mas não deixam de abrir caminho para as acusações de favorecimento dos aterros de firmas particulares. Certamente, não se trata de favorecimento, mas da definição de um padrão ideal para a gestão dos detritos. Às prefeituras, o que resta é alcançar o mesmo grau de eficiência dos aterros particulares - o que já poderiam ter conseguido, caso tivessem dado ao assunto a devida prioridade.
Leia na íntegra

Manchetes do dia

Sábado, 04 / 10 / 2008

Folha de São Paulo
"EUA aprovam pacote, mas Bolsas caem"
Depois de ser rejeitado na primeira votação dos deputados e passar pelo Senado, o plano econômico do governo George W. Bush, que prevê ajuda de até US$ 700 bilhões ao mercado financeiro, foi aprovado na Câmara por 263 votos a 171.A aprovação do pacote, que foi assinado pelo presidente no mesmo dia, não evitou a queda das Bolsas no mundo. Em Nova York, o Dow Jones fechou em baixa (1,5%); a Bovespa caiu 3,5%. A divulgação de dados negativos sobre a econômica americana reavivou o temor de recessão e ajudou a derrubar os mercados. Em setembro, os EUA registraram o maior corte de empregos dos últimos cinco anos, com 159 mil vagas eliminadas. Foi o nono mês consecutivo de redução de postos de trabalho. Para analistas, a chamada “economia real” já foi atingida pela crise, o que suscita dúvidas em relação à eficácia do pacote.


O Globo
"Tamanho dos prejuízos no Brasil surpreende mercado"
Depois de a Sadia ter admitido perdas de R$ 760 milhões, ontem foi a vez de a Aracruz anunciar prejuízo de R$ 1,9 bilhão nos negócios com o mercado de câmbio. As ações da empresas caíram 24,8% na bolsa. Outras grandes exportadoras, como a JBS (frigorífico) e a Votorantim Papel e Celulose, tiveram desvalorizações acima de 10%. O aperto do crédito fez o empresário Eike Batista adiar o investimento de US$ 2 bilhões no Porto Brasil, em São Paulo. Os papéis de sua empresa, a LLX, recuaram 25,9%. As operações entre bancos ficaram paralisadas pelo temor de que instituições pequenas estejam atravessando dificuldades. A Bolsa caiu 3,53% no dia e o dólar fechou a R$ 2,046. O pacote de US$ 850 bilhões foi aprovado pela Câmara nos EUA, mas as bolsas americanas fecharam em queda.


O Estado de São Paulo
"Aprovação do pacote abre onda de especulação"
A Câmara dos EUA aprovou ontem o pacote de US$ 700 bilhões para socorrer o sistema financeiro do país, quatro dias após tê-lo rejeitado, relata a correspondente Patrícia Campos Mello. Foram 263 votos a 171. Será a maior intervenção oficial na economia dos EUA desde a Grande Depressão, nos anos 30. O presidente Bush disse, contudo, que “vai levar um tempo” até que o plano faça efeito. Na Bovespa, a aprovação, tão esperada, foi a senha para que investidores detonassem ordens de venda de ações, e a bolsa caiu 3,53%. Uma das explicações para o aparente paradoxo, segundo analistas, é a máxima segundo a qual a bolsa sobe no boato – no caso, na expectativa de que o pacote passaria – e realiza (o lucro) no fato. 'Além disso, o mercado está volátil e alguns operadores compram e vendem ações no mesmo dia para ter ganho imediato, em vista da provável desaceleração da economia.'


Jornal do Brasil
"Aprovado pacote dos EUA, mas a crise fica"
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, por 263 votos contra 171, o pacote de estímulos para a recuperação econômica do país. O presidente George Bush chancelou, ainda ontem, o socorro de mais de US$ 800 bilhões. Mas a turbulência financeira está longe do fim. Em Nova York, epicentro da crise, a bolsa caiu 1,5%, puxada pelo pessimismo dos investidores diante do futuro da economia americana. Na Bovespa, a queda foi de 3,5%.

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sexta-feira, outubro 03, 2008

Liberais, democráticos, progressistas...

Eles estão só 40 anos atrasados...

Emilio Campi
Diante da notificação determinando a retirada de uma carta aberta de agradecimento de Washington Moreira Mourão, publicada pelo informativo "O Guaruçá", à qual o Litoral Virtual fez referência em sua edição de 01/10/2008, não existem palavras para melhor expressar este ato do que a matéria abaixo, publicada pela revista VEJA em sua Edição Especial Comemorativa de 40 anos, publicada em setembro de 2008.
Deixo que os leitores tirem suas próprias conclusões.
Emilio Campi
Editor do Litoral Virtual



Liberdade de Imprensa

Veja também • Edição censurada
Quando VEJA nasceu, em setembro de 1968, o país vivia sob a sombra da ditadura. Além de negarem à população o direito de escolher seus governantes, os militares atacaram outro pilar da democracia: o direito à informação. Uma rede de censores foi formada para monitorar os grandes veículos de informação. VEJA foi alvo da censura logo em sua edição de número 15, publicada em 18 de dezembro de 1968.

O presidente Arthur da Costa e Silva, apoiado por quase todo o seu ministério – com a corajosa e notável exceção do jurista Pedro Aleixo, seu vice-presidente civil –, havia acabado de fechar o Congresso Nacional e de promulgar o Ato Institucional Número 5, o AI-5, que ampliava os poderes do regime e suspendia as liberdades individuais. Um censor foi mandado à redação para se certificar de que não haveria crítica à medida na revista. Quando ele perguntou o que apareceria escrito na capa daquela semana, recebeu de Roberto Civita, editor de VEJA desde a sua criação, a seguinte resposta: "Nada".
Diante da informação, o censor deu-se por satisfeito e autorizou a circulação da revista. A capa saiu sem nenhuma palavra, mas com uma foto que falava por si: o presidente Costa e Silva sentado em uma das cadeiras do Congresso vazio. Ao lado dele, apenas o quepe de um militar (veja a foto). O Exército mandou apreender todos os exemplares de VEJA assim que eles começaram a ser expostos nas bancas.
Depois do AI-5, a mão da censura foi ficando mais pesada. No início dos anos 70, a redação de VEJA recebia, todos os meses, um índex preparado pela Polícia Federal com os assuntos proibidos de ser tratados em reportagens. Nada podia sair sobre assaltos ou seqüestros perpetrados por terroristas de esquerda. Nada sobre brigas entre figuras do governo.
Os desacertos da política econômica também não podiam ser debatidos pela revista. Até mesmo a divulgação de um surto de meningite no Brasil se tornou assunto proibido. E, claro, falar da censura também estava censurado. Em fevereiro de 1974, a lista continha 25 tópicos. VEJA desrespeitou um deles ao publicar na seção Datas uma nota registrando a indicação ao Prêmio Nobel da Paz de dom Hélder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife e inimigo figadal do regime.
A ousadia teve seu preço. A partir dali VEJA seria submetida à censura prévia. Não bastava mais evitar os assuntos preestabelecidos. Um censor foi destacado para ler, antecipadamente, todas as reportagens e entrevistas da revista antes de o material ser enviado à gráfica.
O censor lia tudo: títulos, legendas de fotos, notas de rodapé. No começo, quando um texto era cortado às pressas, ilustrações de anjos ou demônios preenchiam os espaços censurados. Os militares evidentemente não gostaram desse expediente, pois as ilustrações eram sinais claros de que a revista estava sob censura. Eles mandaram substituir as figuras pela árvore-símbolo da Editora Abril, mas logo os jornalistas aprenderiam a dar notícias sem desfigurar as páginas mesmo sob a vigilância dos censores.
A censura prévia a VEJA só seria suspensa em junho de 1976. As perdas foram enormes. Nos dois anos e quatro meses em que VEJA esteve sob tutela, foram vetadas 10 352 linhas de texto, 44 fotos, vinte ilustrações, além de quatro anúncios comerciais. A frase "Livre pensar é só pensar", de Millôr Fernandes, foi cortada oito vezes. Sessenta matérias foram derrubadas na íntegra. A seção que recebeu maior atenção dos censores foi a de entrevistas, as Páginas Amarelas, que foram subtraídas de mais de 10% de todo o material publicável. Muitas laudas com o carimbo da censura estão guardadas no Departamento de Documentação (Dedoc) da Abril. Para além do registro factual, estão lá para servir de alerta: em um país sem liberdade de imprensa, jamais haverá democracia plena. Que esse erro jamais se repita no Brasil.

O país na escuridão

A sexta-feira 13 de dezembro de 1968 é o dia mais infame da história política do Brasil. Com o Ato Institucional Número 5, o AI-5, o marechal Arthur da Costa e Silva deu início a um período de trevas que se estenderia até 1979. O ato foi uma resposta brutal e desmedida às passeatas que pediam democracia, às organizações estudantis que exigiam o fim do regime instalado em 1964 e ao terrorismo de esquerda. Sob o pretexto de enfrentar tais opositores e restabelecer a ordem pública, o governo militar usou o AI-5 para fechar o Congresso, cassar o mandato de deputados, prender dezenas de pessoas e suspender a concessão de habeas corpus. O presidente ganhou a prerrogativa de nomear prefeitos e governadores. Com o cassetete legal cantando no térreo, o pessoal dos porões sentiu-se à vontade para baixar o pau com os porretes de verdade. A tortura e a morte de presos políticos tornaram-se rotina (veja mais).
Em dezembro de 1968, a ditadura, enfim, se revelou com todos os seus dentes. O terror do estado se voltaria também contra juízes, professores e artistas. Nos anos seguintes, centenas de perseguidos partiram para o exílio. A maior parte só retomou a vida normal nos anos 80, com a abertura lenta, gradual e segura arquitetada pelo general Ernesto Geisel e executada pelo último dos presidentes militares, João Baptista Figueiredo.

Matemática

A regra de Cramer

José Luiz Pastore Mello, especial para a Folha de S.Paulo
A discussão de métodos para a resolução de sistemas de equações é assunto bastante freqüente na matemática escolar. No ensino fundamental, resolvemos sistemas por substituição de variável ou por adição de equações, ao passo que, no ensino médio, aprendemos a resolvê-los pela regra de Cramer (com cálculo de determinantes) ou por escalonamento. A regra de Cramer, que por vezes tem sido mais discutida e praticada do que o método de escalonamento, constitui procedimento bastante inadequado para a resolução de sistemas com muitas equações e incógnitas. Façamos algumas contas para tornar essa idéia mais transparente.
Lembremos que, para resolver um sistema linear de n equações e n incógnitas por Cramer, temos de calcular n+1 determinantes de matrizes quadradas de ordem n. Se quisermos resolver cada um desses determinantes pelo desenvolvimento de uma linha (ou coluna) usando o teorema de Laplace, seremos obrigados executar um determinado número de somas e de multiplicações. Observe a tabela acima com indicações do número de multiplicações (M) e de adições (A) necessárias para calcular o determinante de uma matriz escolhendo uma linha e aplicando o teorema de Laplace.
Se você tiver uma calculadora na mão e alguma paciência, poderá conferir que o determinante de uma matriz 20x20 exigiria um total de multiplicações e adições da ordem 6.1018. Estimando em 3,6.µs, (3,6.10-6) o tempo gasto por um computador para realizar uma operação aritmética, o cálculo do determinante de uma matriz 20x20 feito dessa forma por uma máquina levaria cerca de 700 mil anos. Observando que a resolução de um sistema linear de 20 equações e 20 incógnitas por Cramer exige 21 cálculos de determinantes, levaríamos 15 milhões de anos para resolvê-lo com um computador.
José Luiz Pastore Mello é professor de matemática do Colégio Visconde de Porto Seguro

Divagando

Sexta-feira 3... !

Sidney Borges
Se fosse 13 falariam em azar. Como aparece apenas o 3, sem o 1 precedente, a asa de corvo é menor. Mas ainda assim é asa de corvo. Ontem dei uma aula de Matemática. Sistemas Lineares. Primeiro mostrei ao aluno, menino inteligente, que resolver sistemas de mais de três equações é coisa pra computador. Dá pra fazer no braço, mas é cansativo e contraproducente. Depois dessa breve introdução mostrei como usar Determinantes. É o tipo da coisa que a gente vê na escola e dificilmente usa. O jovem aprendeu direitinho, vai tirar 10 na prova e daqui a dois meses terá esquecido completamente. Agora vou falar de azar. Quebrei dois dentes, um molar e um pré-molar. Do mesmo lado. Se não tiver conserto, não sei a extensão dos danos, a solução será fazer implantes. Ou ficar banguela. Era só o que me faltava! Isso é o que chamo de azar, eu podia ter quebrado apenas um dente, mas agi como um argentino: "dá-me logo dos". Moral da história, se é que há moral na história. Apreciada com lentes esclarecedoras a sucessão de fatos sempre me pareceu imoral. "Bullshit", o momento não é para filosofia. Moral da história: "desgraças são como os seios, andam aos pares".

Fatos e Fotos

“Fotografias assertivas”

Corsino Aliste Mezquita
As fotografias dos ônibus, da Secretaria Municipal de Educação, publicadas em Ubatuba Víbora (01-10-08) Litoral Virtual (01-10-08) e O´Guaruçá (02-10-08) sob o título: “Perguntar não ofende”, do Sr. Sidney Borges, registrando suposto transporte de cidadãos de bairros distantes para a Seção da Câmara Municipal, do dia 30-09-08, são mais uma prova do uso indevido dos recursos da Educação Municipal e de que a ATUAL ADMINISTRAÇÃO está apostando, mais uma vez, na impunidade e na suposta leniência da Câmara e de outros fiscais da lei e da moralidade pública.
Fosse deslize esporádico, poderia ser desculpado. As fotos confirmam metástase de câncer desenvolvido durante os últimos quatro anos. As denúncias publicadas, repetidas vezes, o confirmam. Só citaremos dois exemplos mais graves: “O transporte dos remédios de Paulínia” e a denúncia e glosa do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo –TCESP- no Relatório do Exercício de 2006, comentado em: “EDUCAÇÃO TRANSPORTES ILIMITADOS” de 14-03-08.
Nesse relatório dos técnicos do TCESP consta: “ Nos relatórios de viagens, juntados às fls. 568/611 dos anexos II e IV, é possível observar diversas saídas para atender `IGREJA ÁGAPE, IGREJA UNIVERSAL, à PARÓQUIA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ, à IGREJA SÃO FRANCISCO, à FUNDART (Fundação de Arte e Cultura), à equipe de SURF, ao Setor de Informática (Maurício), à equipe de lutadores de KUNG-FÚ, ao transporte da merenda (já terceirizada), à Secretaria de Saúde, à Equipe de Ginástica Rítmica, à Equipe de Jiu Jitsu, entre outras”(sic). Registramos que foi o TCESP que condenou todos esses e outros desvios.
O repetido uso indevido dos recursos da EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE UBATUBA continua, materialmente, nas barbas dos Srs. Vereadores e do Ministério Público. As fotos, tiradas em 30-09-08, o confirmam. As fotografias são assertivas. Será da impunidade? Perguntar não ofende.
VIVA UBATUBA. SEM DENGUE E SEM CALUNIADORES.

Design



Corrida de Jet Sky?

Sidney Borges
Nada disso. São apenas candidatos debatendo na TV em Porto Alegre. Mas se olharmos bem parece que estão pilotando motos aquáticas. De vez em quando a modernidade é tanta que acaba confundindo os telespectadores. Em se tratando de debates políticos a falta de clareza agrada aos participantes. Alguns ficam tão à vontade que fazem vrumm, vrumm enquanto acenam para a família. He, he, he...

Guerra é Guerra

Marta e Kassab recolhem munição pesada para usar no segundo turno

Por Ana Paula Scinocca, Vera Rosa e Marcelo de Moraes, no Estadão:

Prováveis adversários no segundo turno da sucessão paulistana, Gilberto Kassab (DEM) e Marta Suplicy (PT) preparam munição pesada para a próxima rodada da disputa. O comando das duas campanhas já trabalha com a perspectiva de recrudescimento dos ataques, terminada a votação do domingo.
Convencida de que o PT vai explorar o episódio em que Kassab expulsa de uma unidade de saúde o autônomo Kaiser Celestino da Silva, aos gritos de "vagabundo", a equipe do prefeito já organiza a reação. Coordenadores de sua campanha mandaram selecionar a gravação do bate-boca ocorrido em fevereiro de 2004 quando Marta, à época prefeita, discutiu com a dentista Simone Corrêa, que reclamava das freqüentes enchentes do Córrego Pirajuçara.
A cena da ríspida discussão foi usada na campanha de 2004 contra a petista. Na ocasião, Marta perdeu a disputa para José Serra (PSDB), que tinha Kassab como vice. Apesar de alegar que só pretende apresentar propostas, o prefeito também mandou seus assessores deixarem reservada a fita em que Marta, então ministra do Turismo, deu um inusitado conselho aos viajantes.
Questionada sobre o que os passageiros deveriam fazer para enfrentar o caos aéreo, em junho de 2007, ela respondeu: "Relaxa e goza." A frase infeliz foi amplamente divulgada, no primeiro turno, pelo programa de Paulo Maluf, candidato do PP.
Do outro lado do ringue, o arsenal petista contra Kassab também é bastante variado. A primeira providência do comitê de Marta será associá-lo a Maluf, na tentativa de colar no prefeito os altos índices de rejeição do candidato do PP - hoje na casa dos 53%, segundo o Ibope. Secretário de Planejamento na gestão de Celso Pitta (1997-2000), Kassab apressou-se ontem em minimizar a exploração de seu passado malufista. "Se eu for para o segundo turno, minha preocupação é mostrar minhas realizações e propostas", desconversou.
Na nova escalada de ataques, a propaganda de Marta na TV deverá acusar o prefeito de não usar os recursos federais disponíveis para São Paulo, já aprovados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Serão apresentados vários exemplos do que os petistas chamam de "inoperância".

TV Víbora: Pesquisa Eleitoral | Vote Odorico!

Ubatuba


Reprodução

Reforma de praça no Itaguá sob suspeita

Georg Mascarenhas
O Conselho Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo, julgando prematuro o arquivamento do inquérito civil 129/08 instaurado pelo MP de Ubatuba que trata das obras de reurbanização da praça “Santos Dumont”, no Itaguá, pede novas diligências para apuração detalhada do projeto de
reforma em andamento.
Cabe o questionamento da sobriedade da matéria “
MP encerra polêmica sobre Praça Alberto Santos e confirma continuação das obras”, publicada na página B3, do jornal Imprensa Livre, de 24 de setembro de 2008.

Clique aqui para fazer o download da decisão. O arquivo está no formato Adobe PDF e tem 540 KB de tamanho.
Georg Mascarenhas

wgeorg@itelefonica.com.br

Eleições 2008

Caçapava
Justiça declara Carlos Vilela inelegível por 3 anos por divulgar obras em rádio

Do Vale Paraibano
A Justiça Eleitoral de Caçapava declarou o prefeito Carlos Vilela (DEM), candidato à reeleição, inelegível por três anos em razão de irregularidades no processo eleitoral. A pena, que também se aplica à candidata a vice-prefeita, Darcy Breves de Almeida (PSC), deve ser ser aplicada nos três anos subsequentes à eleição do próximo domingo. A sentença foi proferida no final da tarde de anteontem pela juíza eleitoral da cidade, Simone Cristina de Oliveira, que acolheu representação formulada pelo candidato do PT à prefeitura, Paulo Roitberg.

Em Foco

Lixão de Ubatuba: Manchete do Estadão

Engenheiro Guaracy Fontes Monteiro Filho
Quinta-feira, 2 de outubro, no caderno Metrópole do Estadão, Ubatuba foi manchete com seu famoso lixão. A matéria coloca Ubatuba, entre as 67 cidades com situação crítica e vergonhosa na questão ambiental, ressaltando que a CETESB irá interditá-lo em novembro, se a Prefeitura não fizer uma estação de transbordo até esse prazo.
A própria Prefeitura de Ubatuba aponta gastos da ordem de R$ 1.5 milhões por ano, ou seja, " VOLUME MAIOR QUE A VERBA DESTINADA ESTE ANO PARA A PAVIMENTAÇÃO DE TODO O MUNICÍPIO". A falta de planejamento por parte dos prefeitos no decorrer dos anos, levou Ubatuba a esta situação crítica, pois um município que quer ser um modelo de fomentação do turismo ecológico não pode sofrer com esta total falta de gestão e deveria há muito tempo ter criado outras soluções perfeitamente factíveis, como a criação de pequenas usinas de reciclagem, ecopontos para despejo de materiais inorgânicos, usinas de compostagem, etc.
Na mesma matéria é colocado de maneira clara que operar aterros já é um grande negócio, devido a onda verde da energia do biogás e que com a devida adequação é possível perfeitamente utilizar resíduos como matéria prima, ajustando aterros para obter eletricidade em parceria com a iniciativa privada.
Um gestor deve sempre ter uma visão de futuro, adequando a política pública de modo a propiciar ao seu município um modelo de gestão compativel com seu desenvolvimento, com idéias criativas, voltadas ao crescimento sustentável.
Espero que essa matéria sirva de alerta ao nosso futuro prefeito e que este consiga resolver este grave problema que polui nossos rios e praias e afasta o turismo, nosso maior meio de sobrevivência e que nunca mais sejamos motivo de outra vergonhosa reportagem sobre este fato.

Opinião

Um clima tempestuoso, mas ainda empacado

Washington Novaes
Parece inacreditável. Dezesseis anos e meio depois de defender com entusiasmo uma convenção sobre mudanças climáticas, na Rio-92, e de ser um dos primeiros países a assiná-la e ratificá-la, o Brasil continua sem uma política nacional para o clima. O documento tantas vezes prometido e afinal apresentado na semana passada foi duramente criticado pelo Fórum de ONGs e dos Movimentos Sociais (FBOMS) - além de muitos cientistas - e vai receber durante mais 30 dias sugestões para uma nova versão. Mas parece pouco provável que mude no essencial: não assumirá compromissos de reduzir as emissões nacionais de gases que intensificam o efeito estufa, embora o País já seja o quarto maior emissor do mundo.

"O governo não está preparado", afirmou em nota o FBOMS, ao mesmo tempo que Filipinas, Tailândia, China e Vietnã enfrentavam novos tufões e ciclones que deixaram centenas de milhares de desabrigados e mais de cem mortos, enquanto se aproximava dos EUA mais um furacão; o Ártico se derretia "mais depressa que em qualquer outra época", segundo a Nasa, e cientistas ingleses diziam que com o derretimento surgem bolhas de metano na superfície. Segundo o Fórum, o governo federal, além de não ter a política para o clima, "tem políticas setoriais e programas que aprofundam a crise ambiental e social, uma vez que dão prioridade ao crescimento econômico irresponsável", principalmente nas áreas de extração de madeiras, nuclear, expansão da fronteira agrícola e pecuária, transposição de águas do Rio São Francisco, entre outras. O documento, além de observar que "só o etanol não basta", cobrou políticas rigorosas para evitar desmatamentos e queimadas, implantação questionável de hidrelétricas, medidas para a área de transportes. E, principalmente, "objetivos verificáveis, mensuráveis e relatáveis, que possam traduzir-se em metas para os diferentes setores de atividades e para o próprio governo". Sem eles o resultado do documento em discussão será um "simplório apanhado de ações esparsas e desconexas", e além do mais sem estratégia.
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Manchetes do dia

Sexta-feira, 03 / 10 / 2008

Folha de São Paulo
"Bolsa cai 7,3% e dólar passa de R$2"
Um dia após o Senado americano aprovar um pacote financeiro de US$ 850 bilhões, os mercados voltaram a sofrer fortes perdas. A Bovespa fechou em queda de 7,34%, superior à dos demais mercados. No pior momento, a desvalorização chegou a 9,41%, e quase o pregão foi interrompido - o que ocorreria se as perdas superassem 10%. O dólar subiu 5,09%, para R$ 2,023.


O Globo
"Temor de novo veto a pacote nos EUA derruba as bolsas"
Nem a aprovação do pacote anticrise pelo Senado americano ajudou a acalmar os mercados que tiveram ontem um dia de fortes perdas. A bolsa brasileira, mais uma vez, teve a maior queda: 7,34%, após ter oscilado até 9,41%. O dólar disparou 5,09% e fechou a R$ 2,023, maior cotação desde agosto de 2007. Em Nova York, o Dow Jones caiu 3,22% e o Nasdaq recuou 4,48%. Hoje, o pacote deve ir à votação na Câmara, com risco de ser rejeitado novamente. Há grupos de deputados contrários às emendas que elevaram o custo para US$ 850 bilhões. À noite, o BC brasileiro anunciou mudanças nas regras compulsórias dos bancos para dar mais liquidez ao mercado.


O Estado de São Paulo
"Dólar bate R$ 2,00 e bolsa cai com incertezas sobre pacote"
Os mercados mundiais tiveram ontem novo dia de tensão e quedas fortes, apesar da aprovação pelo Senado dos EUA, no dia anterior, do pacote de US$ 700 bilhões para socorrer o sistema financeiro do país. Permanece o temor de recessão global e de que a crise bancária atinja também Europa e Japão. A Bovespa caiu 7,34% e o dólar foi a R% 2,021, superando os R$ 2 pela primeira vez desde agosto de 2007. A desvalorizaçao do real atingiu 18,5% no último mês. Em Nova York, a bolsa recuou 3,22%, diante da incerteza sobre o pacote de ajuda. O plano enfrenta forte resistência e sua votação na Câmara, prevista para hoje, pode nem acontecer, já que a presidente da Casa, a democrata Nancy Pelosi, disse que o texto só iria a plenário se houvesse votos suficientes para aprová-lo. Na Europa, os líderes devem se reunir amanhã para dar uma reposta à crise, mas a UE está dividida. No Brasil, o governo decidiu fazer economia de gastos e busca folga fiscal para 2009, quando se espera que o efeito da crise surja com mais força.


Jornal do Brasil
"Nos EUA, mutirão a favor do pacote"
Um mutirão de lobistas resolveu agir para aprovar a nova versão do pacote de socorro contra a crise que abala o mercado financeiro internacional. Aprovado pelo Senado americano na quarta-feira, o projeto, que destina US$ 700 bilhões para evitar o xeque-mate de instituições financeiras, já foi aumentado para US$ 850 bilhões e será votado hoje na Câmara. As linhas telefônicas ficaram sobrecarregadas, com chamadas tentando convencer os relutantes. Mas o mercado parece não se saciar facilmente. A Bovespa liderou a queda das bolsas: - 7,34%.

quinta-feira, outubro 02, 2008

Direto, retumbante e apologético.

Eleições 2008

O que o TSE proíbe nas cabines de votação

Do Blog do Noblat
Os eleitores não poderão entrar na cabine de votação portando celulares, máquinas fotográficas e filmadoras. Os objetos devem ser depositados em uma bandeja ou guarda-volume. A decisão dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sessão extraordinária desta quarta-feira tem como objetivo impedir o registro do voto pelos eleitores eventualmente ameaçados por milícias e candidatos. Leia mais em
TSE proíbe uso de celulares, máquinas fotográficas e filmadoras na cabine de votação

A ponderar...

Do valor de artigos exóticos

Demétrio Magnoli
Quando Tarso Genro ordenou a captura e deportação dos pugilistas cubanos, nos Jogos Pan-Americanos de 2007, converteu-se em herdeiro político legítimo de Alfredo Buzaid, seu antecessor no Ministério da Justiça nos tempos de Garrastazu Médici. Não há surpresa na sua iniciativa de suprimir do projeto de lei destinado a frear a farra dos grampos uma cláusula que protegia o direito jornalístico de divulgar o conteúdo de escutas vazadas de investigações policiais. Nem na sua negativa em admitir a intenção do governo de restringir a liberdade de informar. Afinal, ninguém esqueceu que o ministro do Arbítrio substituiu, ex post facto, o termo de deportação dos pugilistas por um documento de repatriamento.

Genro não está só na ofensiva liberticida. O ministro Nelson Jobim defendeu em depoimento ao Congresso a criminalização da divulgação de escutas pela imprensa e articulou com seu colega Franklin Martins, o ministro da Verdade Oficial, a retirada da cláusula de proteção do trabalho jornalístico. Os três se alinham com o presidente da República, que explicou: "Liberdade de imprensa não pode pressupor que alguém possa roubar informações, e elas possam ser divulgadas sem que a pessoa que tenha roubado seja punida."
A frase de Lula só aparentemente carece de sentido. Um dos deveres clássicos da imprensa é precisamente "roubar informações" de interesse público e divulgá-las, mas o presidente sabe que, no caso, não há nenhum "roubo": são os autores de escutas - legais ou ilegais - que as vazam, e nem sempre primariamente para jornalistas. Atrás da esperteza presidencial se esconde uma doutrina sobre a função da imprensa. Referindo-se ao episódio do grampo no presidente do STF, Gilmar Mendes, Lula descerrou o véu: "Era fácil encontrar quem fez o grampo se o jornalista que fez a matéria dissesse quem é o cara."Pouco importa, aqui, que nem sempre o jornalista saiba "quem é o cara".
Lula está dizendo que, em nome do bem público, a imprensa deve estabelecer uma parceria com o Estado. É precisamente esta doutrina que fundamenta a criminalização da divulgação de escutas. A tríade de ministros em revolta anticonstitucional almeja transformar a imprensa em linha auxiliar da polícia, impondo aos jornalistas, sob as penas da lei, a missão de ocultar informações "sensíveis". Nem o presidente nem seus auxiliares parecem interessados no fato óbvio de que a ruptura do sigilo da escuta não se dá na hora da publicação de seu conteúdo, mas antes, quando arapongas a serviço de interesses criminosos põem os grampos em circulação numa rede mais ou menos ampla. Entretanto, ao tentarem manietar a imprensa, eles prestam um favor inestimável à indústria da chantagem, assegurando que as informações com as quais opera transitarão numa esfera restrita, fora do conhecimento do grande público.
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Ubatuba em foco

Carta aberta aos funcionários da Santa Casa

Marcos Leopoldo Guerra
Prezados funcionários,
Nas últimas semanas acompanhei pela imprensa (Jornal A CIDADE) inúmeras matérias de apoio e de indignação face a demissão do Dr. Sóstenes.
Creio que vocês estejam a par do afastamento da funcionária que publicou uma das matérias acima citadas. É de fundamental importância que vocês conheçam seus direitos constitucionais de liberdade de expressão e pensamento.
Não podemos permitir que a administradora da Santa Casa de Ubatuba (Mara Cibele) tome esse tipo de atitude e permaneça impune. A atitude desta “sra.” é extremamente grave e demonstra como são desqualificadas de princípios éticos e morais as pessoas que apóiam Eduardo César.
O nome técnico para a atitude da “sra.” Mara Cibele é assédio moral. Após a intervenção da prefeitura na Santa Casa os funcionários passaram a ser considerados como agentes públicos e assim sendo podem ser processados por improbidade administrativa.
O cidadão comum é obrigado a cumprir as leis e não está obrigado a fazer ou deixar de fazer aquilo que não conste em norma legal. O funcionário público, agente público e todo aquele que possui uma função pública só pode fazer o que a Lei determina.
Vocês não devem ter medo das ameaças pois a liberdade de expressão é um direito constitucional e o emprego de vocês pode ser garantido através de medidas liminares.
Lembrem-se que no dia 5 é quando poderemos nos livrar desses que governam a cidade e dirigem empresas através de ameaças. Não se curvem diante de pessoas sem escrúpulos, ética e moral. A maior parte das ameaças não são cumpridas. Continuo até hoje aguardando o processo que a “sra.” Mara Cibele prometeu, na imprensa, mover contra minha pessoa (nem para isso ela serve).
A disposição para maiores esclarecimentos.
Marcos Leopoldo Guerra
ac.tributaria@uol.com.br

Crônica

Reino de Thubas e o faraó Dutakhamon

Emilio Campi
Arqueólogos encontraram vestígios de que, no antigo Egito, existiu uma civilização que utilizava métodos singulares na maneira de administrar o povo. Estudos apontam que essa civilização foi o embrião da democracia. Se isto for comprovado, será derrubada a tese de que a democracia nasceu na Grécia. Tudo ainda é objeto de estudos e nada foi comprovado. É lamentável que os registros dessa civilização tenham se perdido ao longo dos anos, mas recentes descobertas revelaram fragmentos de como era escolhido o faraó que reinaria sobre o povo. Às margens do rio Nilo, mais precisamente num povoado conhecido como Thubas, existiu um reino governado pelo faraó Dutakhamon. Ele foi um opressor que impôs altos tributos e escravizou aqueles que não tinham como pagá-los. Acusou de infiéis os que ousaram protestar e exilou todos que não aceitaram suas vontades e pensamentos. Mesmo assim, um dia, o povo de Thubas resolveu propor ao faraó Dutakhamon que lhes fosse dado o direito de escolher o seu próximo faraó. É claro que o faraó Dutakhamon não queria perder o poder sobre o reino e para angariar a simpatia de todos, resolveu aceitar a sugestão. Outros pretendentes ao reino de Thubas se prontificaram para substituir Dutakhamon. Entre eles estavam Paloramsés, Thuzéfren e Morominófis, três nobres senhores que tinham cada qual seu séquito de serviçais e simpatizantes. O sistema utilizado na escolha do novo faraó foi composto de quatro sarcófagos dentro de uma pirâmide, cada um com o nome de um postulante ao reino. Os súditos deveriam entrar, um de cada vez, levando uma pedrinha roliça retirada do leito do Nilo, e depositá-la no sarcófago com o nome de quem desejava que fosse o próximo faraó de Thubas. Era o ideal para a época. Bastaria contar quantas pedrinhas roliças, retiradas do Nilo, cada sarcófago continha, e o que tivesse mais pedrinhas indicaria o nome do novo faraó. Mas tamanha era a sede de poder do faraó Dutakhamon que, com medo de perder seu reino, instruiu cada eunuco, cada guarda, cada adivinho e cada escravo que servia em seu palácio para que entrasse com 5 (cinco) pedrinhas roliças retiradas do Nilo e as depositassem no sarcófago com o seu nome. Os demais súditos, acreditando na seriedade da proposta, levaram, cada um, apenas uma pedrinha roliça retirada do Nilo depositando-as nos sarcófagos dos postulantes de suas preferências. Ainda preocupado com a possibilidade de perder seu reino, o faraó Dutakhamon determinou que cada eunuco, cada guarda, cada adivinho e cada escravo que servia em seu palácio, também, subtraísse 5 (cinco) pedrinhas dos sarcófagos dos demais nobres, e as depositassem no sarcófago com o seu nome. O povo (composto por muitas pessoas), percebendo todas as artimanhas do faraó Dutakhamon, continuou participando de forma correta e honesta, pois sabia que a vontade da grande maioria prevaleceria. Desesperado, ao final do processo de escolha do novo faraó, Dutakhamon lacrou a pirâmide e determinou que seus adivinhos e sua guarda real fizessem a contagem das pedrinhas roliças retiradas do Nilo que cada sarcófago continha. Até agora, os estudos arqueológicos disponíveis não revelaram o que aconteceu com esse reino. Um fragmento encontrado por um soldado de Napoleão (não aquele que encontrou a Pedra de Roseta) revelou que após lacrada para a contagem das pedrinhas roliças retiradas do Nilo, um terremoto abalou a região de Thubas desmoronando toneladas de rochas vindas do outro lado do rio Nilo, sobre todos e tudo, soterrando inclusive o faraó Dutakhamon.

Trânsito

Novamente multado

Corsino Aliste Mezquita
Desde jovem meus professores de literatura e orientadores de comunicação escrita transmitiram-me o conselho de Élio Antônio de Nebrija (1.444 a 1.522), grande humanista, professor das universidades de Salamanca e Alcalá de Henares e outor da primeira “Gramática de la Lengua Castellana”: “NA COMUNICAÇÃO ESCRITA NÃO CABEM A INDIGNAÇÃO E A VEEMÊNCIA DE CARÁTER”.
Vivendo circunstâncias criadas, mais uma vez, pelos agentes públicos de transito e segurança pública, supostamente, para indignar, aumentar a pressão arterial, desequilibrar, incomodar, complicar a vida e agredir, manteremos, também mais uma vez, a serenidade e seguiremos os conselhos de Nebrija.
Novamente, o veículo Renault-Clio, de minha propriedade, foi multado por, supostamente, estar estacionado sobre faixa de pedestres, na rua Prof. Thomaz Galhardo, n° 974-oposto, às 16, 35, do dia 10-09-08.
As circunstâncias de tempo, local e estado de ânimo dos agentes de transito após vergonha sofrida, podem esclarecer o episódio. Comentamos, a primeira multa, naquele mesmo local, em: “ABSURDOS ACONTECEM” (11-09-08) e, como previsto naquele artigo, o recurso interposto foi acolhido e a multa cancelada pela Junta Administrativa de Recursos de Infrações. Motivo: AIT IRREGULAR E INCONSISTENTE. Data do julgamento, 10-09-08. Nesse mesmo dia foi lavrada a nova multa. Também de forma “irregular” e “inconsistente”.
O fracasso da primeira, explica o absurdo da segunda. Haja paciência com esse padrão de funcionários públicos. O problema é sério. A ética e a moral pública, na Ubatuba de hoje, estão no fundo do poço. Temos que nos unir contra essa depravação.
As irregularidades e inconsistências não param por ai. O impresso da notificação está prevendo como prova de procedência da infração: “Identificação da Equip/Instrumento de aferição”(sic). Nada consta. A multa não pode ser aferida, no pára-brisas do carro, como seria dever do agente, já que o carro lá não se encontrava.
“Data, Verificação do Equip/Instrumento de aferição”(sic). Nada consta e nada poderia constar.
“Identificação da autoridade ou Agente Autuador”(sic). N° 912856 . Não consta o nome e as credenciais do Agente Autuador. Quem será? A quem acusa de delitos ou transgressões cabe o ônus da prova. O que preocupa é que o transito de Ubatuba, sem provas documentais vai distribuindo multas e incomodando os cidadãos de bem. Sr. Prefeito, isso não pode continuar. Providências urgentes são exigidas das autoridades superiores.
Como da outra vez confiamos no bom senso da “Junta Administrativa de Recursos de Infrações”. Ela corrigir alguns erros absurdos não é suficiente. É necessário acabar com o desrespeito, a irracionalidade, os disparates e tolices praticadas por agentes políticos indignos. Dia 05-10-08 teremos oportunidade ímpar de dar resposta a todos os que não respeitam a Constituição Federal que, nesse dia, completa 20 anos.
VIVA UBATUBA!. Sem dengue e sem caluniadores.

Opinião

Perguntem ao Lula

Editorial do Estadão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu baixar o tom das bravatas e admitir que a crise financeira internacional pode afetar a economia brasileira. Durante semanas, ele se recusou a falar seriamente sobre o assunto. "Pergunte ao Bush" era sua resposta-padrão quando repórteres tentavam incluir o tema numa entrevista. O governo brasileiro parece ter descoberto, afinal, que a turbulência é problema também para o Brasil, embora tenha sido causada pela especulação imobiliária americana. Reconhecido o fato, ministros e altos funcionários federais prometeram medidas para atenuar a escassez de crédito e garantir financiamento à agricultura, à exportação e aos programas apoiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O reconhecimento do problema é um dado positivo, mas falta explicar de onde sairá o dinheiro para reforçar o crédito e quais serão as prioridades oficiais. Para facilitar os empréstimos ao campo, indispensáveis, neste momento, para o plantio da safra de verão, o Banco Central (BC) pode liberar parte dos depósitos compulsórios mantidos pelo setor financeiro. É, aparentemente, a solução mais simples e mais compatível com a política monetária em vigor.
Mas a concessão de novos empréstimos tem sido emperrada, em muitos casos, pela renegociação das dívidas de agricultores. Sem a intermediação do ministro da Agricultura e das autoridades monetárias, o impasse poderá prolongar-se. O governo precisa avaliar esse quadro e resolver se vale a pena intervir e até que ponto.
A escassez de crédito para o plantio é especialmente grave porque os agricultores dispõem de um prazo muito breve para comprar insumos, preparar o solo e semear as lavouras planejadas. Não se pode negociar com a natureza. Passada a fase mais adequada para plantar, a atividade se torna altamente arriscada. Neste momento, falta dinheiro até para produtores de peso. Há informações de que bancos internacionais têm cancelado empréstimos já aprovados para grandes plantadores e exportadores. Estes serão forçados a disputar recursos fornecidos por outras fontes, como os bancos oficiais.
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Manchetes do dia

Quinta-feira, 02 / 10 / 2008

Folha de São Paulo
"Senado dos EUA aprova megapacote"
O Senado dos EUA aprovou, por votos 74 votos a 25, um pacote de socorro financeiro de US$ 850 bilhões. O valor é US$ 150 bilhões superior ao da proposta original do governo. O aumento ocorreu com as mudanças acrescentou pelos políticos para facilitar a aprovação do plano no Congresso. Uma das mudanças é um corte generalizado nos impostos da classe média, de pequenos empresário e de famílias vítimas de acidentes naturais – mais de 25 milhões de beneficiados. No custo adicional do pacote também estão previstos incentivos fiscais para empresas que investirem em energia alternativa e em pesquisa e desenvolvimento na próxima década. Outra medida é a elevação de US$ 100 mil para US$ 250 mil da garantia de depósitos individuais, para evitar corrida bancária e transferência de valores de pequenos para grandes bancos. Dos cem senadores, só o democrata Ted Kennedy, em tratamento de saúde não votou. O pacote volta agora à Câmara dos Representantes, que já o rejeitou. A votação é amanhã.


O Globo
"EUA: Senado aprova socorro mas custo vai a US$ 850 bi"
O Senado americano aprovou ontem, por 74 votos a favor e 25 contra, o pacote de socorro de US$ 700 bilhões a instituições financeiras. O texto deve ser votado amanhã na Câmara. De olho na eleição, os senadores cederam, no entanto, a ação de lobistas que conseguiram incluir várias propostas elevam o custo para US$ 850 bilhões. Entre as mudanças, está a prorrogação de benefícios para a indústria de cinema e donos de autódromos, além de isenção de impostos para vítimas de furacões. O plano manteve o teto de salários para executivo de instituições que receberem ajuda. O mercado financeiro passou o dia à espera da votação, que só aconteceu à noite. O Índice Dow Jones caiu 0,18% e a Bovespa subiu 0,52%. O dólar fechou cotado a R$ 1,925, com alta de 1,1%. Pesquisa mostra que George W. Bush é o presidente mais impopular da história americana, com 70% de desaprovação.


O Estado de São Paulo
"Governo tenta garantir o crédito de final de ano"
O presidente Lula pediu aos ministro da área econômica que “não deixem faltar crédito” para nenhum setor da economia brasileira, diante da turbulência internacional. “O presidente disse que não se pode fingir que não tem crise”, relatou Paulo Bernardo (Planejamento). “Ele afirmou: ‘Olha, o Natal está chegando’.” Para dar mais fôlego aos financiamentos, discutiu-se a hipótese de redução dos depósitos que os bancos têm de fazer no Banco Central. Além disso, deverão ter ajuda o agronegócio, o setor de infra-estrutura e os exportadores – segundo o BC, o crédito para a exportação caiu à metade desde meados de setembro. Lula negou que as medidas sejam “pacote”. “Tem pacote sim, mas é nos EUA”, disse Guido Mantega (Fazenda). O Senado americano votaria o plano de ajuda financeira ontem à noite. Os candidatos à Casa Branca, Barack Obama (democrata) e John McCain (republicano), passaram o dia fazendo apelos por sua aprovação. “Aos (congressistas) que se opuseram ao plano, peço o seguinte: mãos à obra. Façam o que é correto para o país porque agora é o momento de agir”, disse Obama.


Jornal do Brasil
"Brasil prepara pacote"
O presidente Lula evita rotular de pacote, mas o governo está costurando medidas para se prevenir contra a crise. Prepara ações para diferentes possibilidades de intensidade de turbulência internacional. Formulado pelo Banco Central e ministérios do Desenvolvimento e Fazenda, o plano é ampliar linhas de crédito para financiar as exportações. Cerca de R$ 5 bilhões de antecipação para a agricultura e desburocratização para pequenas e médias empresas estão entre as providências.

quarta-feira, outubro 01, 2008


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Angra 3

Esclarecimento Eletronuclear / Relatório TCU

Juliana Rezende
Em relação ao Relatório de Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) em Obras Públicas, divulgado nesta última terça-feira (30/09/08), a Eletronuclear esclarece que:

· No contexto da avaliação governamental das condições para retomada de Angra 3, o TCU efetuou mais uma auditoria no contrato para a realização das obras civis da Usina;

· Como decorrência desta auditoria, o TCU emitiu o Acórdão nº. 2049/2008, em Sessão Plenária (publicado no Diário Oficial da União do dia 19 de setembro);

· Este Acórdão estabelece ampla orientação para o desenvolvimento da nova renegociação contratual para retomada do empreendimento e reconhece as particularidades das obras civis de uma usina nuclear;

· Conclui-se, portanto, que não se pode considerar que exista sobrepreço em um contrato cujo aditivo para retomada ainda não foi assinado. Note-se ainda que este aditivo somente será firmado após apreciação do TCU, que verificará o atendimento às orientações estabelecidas pelo Acórdão;

· Cabe ainda destacar que o relatório que consubstanciou o referido Acórdão conclui que “não foram constatados indícios de irregularidade grave nas obras da Usina Termonuclear Angra 3 que recomendem a paralisação do empreendimento”.

· A Diretoria da Eletronuclear está perfeitamente alinhada com as orientações e recomendações recebidas do TCU com relação ao contrato de obras civis de Angra 3 e está tomando as providências cabíveis para atendê-las plenamente em prazo compatível com o cronograma de implantação do empreendimento.

Juliana Rezende
Assessoria de Imprensa
Contatos: 21 2588-7665 / 7606 / Cel: 8870-4294
E-mail: jreze@eletronuclear.gov.br

Passarinhos


Reprodução

Pterossauro não podia voar, diz especialista

da Efe, em Londres
Os pterossauros, famosos répteis pré-históricos com asas, não podiam voar. É o que diz o cientista japonês Katsumi Sato, da Universidade de Tóquio.
A revista científica britânica "New Scientist" explica nesta quarta-feira a hipótese de Sato, que jogaria por terra a crença de que os pterossauros, que poderiam pesar até 250 quilos, eram como dragões cruzando os céus há 200 milhões de anos.
Apesar de terem asas, os lendários pterossauros seriam animais de hábitos terrestres, segundo estudo da Universidade de Tóquio.
Sato chegou a esta conclusão após estudar o vôo de 28 aves de cinco espécies diferentes nas ilhas Crozet, entre Madagascar e a Antártica.
O cientista colocou pequenos acelerômetros - dispositivos que medem a aceleração e a força da gravidade - nas asas dessas aves, entre as quais se encontrava o albatroz-errante, a maior espécie capaz de voar na atualidade.
Segundo o cientista japonês, a velocidade máxima à qual um animal pode bater suas asas está limitada pela força dos músculos e diminui nas espécies mais pesadas de longas asas.
Por isso, Sato assegura que os animais com mais de 40 quilos seriam incapazes de bater as asas suficientemente rápido para permanecer no ar.

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Nota do Editor - O impacto dessa revelação é imenso. Vou passar noites sem dormir. Sempre imaginei ter sido um pterossauro e ter singrado os céus da Babilônia que nem existia ainda. Esse japonês Sato não está com nada, acho que os pterossauros voavam muito bem. Especialista, eu hein... (Sidney Borges)

Jacaré morde

Música

Noriko Ito - "A Rã"

A Rã - Noriko Ito. Ouça aqui.

O CD entitulado A Paz, de Noriko Ito, é a versão japonesa da bossa nova de João Donato e parceiros. Mesmo que o disco tenha sido gravado no Brasil, a cantora nunca chegou a se apresentar no país. Ela só dividiu o palco com Donato em 2007, um ano após o lançamento do CD, quando o compositor e pianista foi ao Japão para cinco grandes apresentações. Enquanto a japonesa interpretava a versão inusitada da bossa nova, João Donato tocava piano.
(Do Blog do Noblat)

Maçonaria



Desfazendo mitos sobre a Maçonaria

Sidney Borges
Meus caros leitores, em Ubatuba prevalece a idéia de enganar. Assim foi feito muito tempo em relação à Maçonaria. Ao povo é passada a imagem de que a instituição é mafiosa ou mesmo anti-religiosa, o que é uma mentira deslavada. Chega de conversa fiada, enganadores são os que em nome de Deus vendem terrenos no céu e enriquecem às custas do povo, constroem mansões e andam em carros sofisticados. Os membros da Maçonaria são pessoas de bem e merecem nosso respeito. Logo abaixo vão duas listas. A primeira com maçons do Brasil. A segunda com maçons estrangeiros. Em Ubatuba há dois maçons ilustres, mas um se desdiz. Talvez nem ele mesmo saiba que quem entra na Maçonaria nunca mais deixará de ser maçon. Como eu sempre tenho afirmado, antes de votar pense bem, agora faço uma extensão, antes de entrar na Maçonaria, pense bem.

Maçons ilustres do Brasil

Ademar de Barros - médico e político (Governador de Estado)
Altino Arantes - político (Presidente de Estado)
Afonso Celso (Visconde de Ouro Preto) - estadista
Albino de Carvalho Lessa - padre
Albuquerque Lins - político (presidente de Estado)
Alcindo Guanabara - político e jornalista
Alfredo D'Escragnolle - Visconde de Taunay
Almeida Barreto - marechal
Alvarenga - cantor popular (em dupla com Ranchinho)
Amadeu Amaral - escritor
Américo Brasiliense - republicano histórico (Presidente de Estado)
Américo de Campos - diplomata e jornalista
Andrade Neves - Barão do Triunfo
Ângelo Muniz da Silva Ferraz - Barão de Uruguaiana
Antonio Álvares Guedes Vaz - padre
Antonio Bento - abolicionista
Antonio Carlos Ribeiro de Andrada - diplomata e jornalista
Antonio Carlos Ribeiro de Andrada III - político (Presidente de Estado)
Antonio de Castro Alves - poeta
Antonio do Monte Carmelo - frei
Antonio Pelegrino Maciel Monteiro - Barão de Itamaracá
Aristides Lobo - republicano histórico
Arrelia - artista circense
Arruda Câmara - botânico, naturalista e frade carmelita
Augusto Leverger - Barão de Melgaço
Azeredo Coutinho - bispo, precursor da independência

Barão do Rio Branco - historiador e diplomata
Barão de Itamaracá - médico, poeta e diplomata
Barão de Jaceguaí - almirante, escritor e diplomata
Barão de Ramalho - abolicionista e republicano
Barão do Triunfo - militar
Basílio da Gama - político
Belchior Pinheiro de Oliveira - padre
Benedito Tolosa - médico e professor
Benjamim Constant - general, professor e político ("o pai da República")
Benjamim Sodré - almirante e político
Bento Gonçalves - general e líder da revolução farroupilha
Bernardino de Campos - republicano histórico (Presidente de Estado)
Bob Nelson - cantor popular

Caetano de Santa Rita Cerejo - frade carmelita
Caldas Júnior - jornalista
Campos Sales - Presidente da República
Cândido Ferreira da Cunha - padre
Cândido José de Araújo Viana - Marquês de Sapucaí
Cândido de Santa Isabel Cunha - frei
Carequinha - artista circense (em parceria com Fred)
Carlos de Campos - político (Presidente de Estado)
Carlos Gomes - maestro, compositor
Cassimiro José Marques de Abreu - poeta
Cesário Mota Junior - médico, historiador e político
Cipriano Barata - prócer da independência
Clemente Falcão - advogado ilustre, lente da Faculdade de Direito
Coelho Lisboa - senador
Conde de Lages - político
Cônego Januário da Cunha Barbosa - prócer da Independência
Conselheiro Brotero - político do II Império
Conselheiro Crispiniano - político do II Império

David Canabarro - um dos líderes da Revolução Farroupilha
Delfim Moreira - político, Presidente da República
Deodoro da Fonseca - militar, proclamador da República
Diogo Antonio Feijó - padre, Regente do Império
Divaldo Suruagy - historiador e político (Governador de Estado)
Domingos de Morais - político
Domingos José Martins - líder da Revolução Pernambucana de 1817
Duque de Caxias - militar, patrono do Exército Brasileiro

Eduardo Ernesto Midosi - almirante
Eduardo Wandenkolk - almirante e político
Eleazar de Carvalho - maestro
Esmeraldo Tarquínio - político
Esperidião Amin - político (Governador de Estado)
Eustáquio Pereira da Silva - conselheiro do Império
Euzébio de Queiroz - político do II Império
Evaristo da Veiga - jornalista e político
Evaristo de Moraes - pioneiro da legislação social no Brasil
Everaldo Dias - político e líder das primeiras lutas operárias

Fernando Prestes - político (Presidente de Estado)
Francisco Carneiro de Campos - Marquês de Paranaguá
Francisco Gê Acayaba de Montezuma - Visconde de Jequitinhonha
Francisco Glicério - republicano histórico
Francisco Sales Torres Homem - Visconde de Inhomirim
Frei Caneca - patriota e revolucionário
Frei Francisco de Sta. Tereza de Jesus Sampaio - prócer da Independência

Gaspar da Silveira Martins - conselheiro do Império
Gentil Feijó - professor
Gioia Júnior - poeta, político
Golbery do Couto e Silva - militar e ministro de Estado
Gomes Cardim - jornalista e político
Gomes Carneiro - general
Gonçalo Inácio de Loiola Albuquerque e Melo - o padre Mororó
Gregório T. Azevedo - general
Guilherme Ellis - médico

Henrique Valadares - general
Hermes Rodrigues da Fonseca - marechal, Presidente da República
Hipólito da Costa - "O patriarca da Imprensa Brasileira"

Ibrahim Nobre - tribuno da Revolução Constitucionalista de 1932
Inácio José de Alvarenga - poeta
Inocêncio Serzedelo Correia - general e político

James de Oliveira Franco - desembargador
Jânio da Silva Quadros - Presidente da República
Januário da Cunha Barbosa - cônego
Jerônimo Francisco Coelho - brigadeiro
João Alfredo - conselheiro do Império
João Batista F. R. Aranha - Presidente da Prov. do Amazonas - 1891
João Caetano - ator teatral
João Maurício Wanderley - Barão de Cotegipe
João Mendes - jornalista, político e grande advogado
João Procópio Mena Barreto - general
João Ribeiro Pessoa - padre
João Tibiriçá Piratininga - político, propagandista da República
Joaquim de Almeida Martins - revolucionário de 1817
Joaquim do Amor Divino Caneca - frei
Joaquim Gonçalves Ledo - prócer da Independência
Joaquim José Inácio - Visconde de Inhaúma
Joaquim José Ramalho - Visconde de Ramalho
Joaquim José Rodrigues Torres - Visconde de Itaúna
Joaquim José da Silva Xavier - o Tiradentes
Joaquim Nabuco - escritor, diplomata e líder abolicionista
Joaquim Xavier Guimarães Natal - Ministro do Supr. Tribunal de Justiça
Jorge Tibiriçá - político (Presidente de Estado)
Jorge Veiga - cantor popular
José de Barros Lima - capitão - revolução de 1817
José Bonifácio de Andrada e Silva - "O Patriarca da Independência"
José Castellani - Pesquisador, Historiador e Médico
José Clemente Pereira - prócer da Independência
José Francisco de Paula Cavalcante - diplomata
José do Patrocínio - expoente da campanha abolicionista
José Maria Lisboa - jornalista e político
José Maria da Silva Paranhos - Visconde de Rio Branco
José Maria da Silva Paranhos - Barão do Rio Branco (filho)
José Mariano de Albuquerque - tenente - revolução de 1817
José Martiniano de Alencar - político (Presidente de Província)
José da Silva Lisboa - Visconde de Cairu
Josino Nascimento Silva - conselheiro do Império
Julio Mesquita - jornalista e político
Julio Mesquita Filho - jornalista e político liberal
Julio Ribeiro - escritor
Julio Prestes - político (Presidente de Estado)

Lamartine Babo - compositor popular
Lauro Sodré - general e político
Lauro Müller - general e estadista
Lopes Trovão - propagandista da República
Lourenço Caetano Pinto - político
Luiz Alves de Lima e Silva - Duque de Caxias
Luiz Antonio Vieira da Silva - Visconde de Vieira da Silva
Luiz Gama - líder abolicionista e republicano
Luiz Gonzaga - cantor (Rei do Baião)
Luiz Monteiro Piza de Almeida - senador
Luiz Vieira - cantor

Manoel Calmon Du Pin e Andrade - Marquês de Abrantes
Manoel Deodoro da Fonseca - marechal
Manuel Ferraz de Campos Sales - estadista (Presidente da República)
Manuel Luiz Osório - Marquês de Herval
Manoel de Nóbrega - produtor de televisão
Manoel Moraes de Barros - advogado e político
Manuel de Carvalho Paes de Andrade - Presidente da Confederação do Equador (1824)
Marcos Portugal - músico
Marcos Antonio de Araújo - Marquês de Itajubá
Mariano Procópio Ferreira Laje - engenheiro, político e empresário
Mário Covas - político (Governador de Estado)
Mário Melo - escritor
Mário Behring - engenheiro
Martin Francisco Ribeiro de Andrada - estadista
Martin Francisco Ribeiro de Andrada Filho - político
Martin Francisco Ribeiro de Andrade III - político republicano
Marquês de Abrantes - político e ministro de Estado
Marquês de Paraná - político e diplomata
Marquês de Paranaguá - político e ministro de Estado
Marquês de São Vicente - político e jurista
Marquês de Sapucaí - político e jurista
Marrey Júnior - jurista e político
Martinico Prado - republicano histórico
Maurício de Lacerda - advogado e político
Moreira Guimarães - militar e político

Nereu de Oliveira Ramos - político, presidente interino da República
Newton Cardoso - político (Governador de Estado)
Nilo Peçanha - político (Presidente da República)
Nunes Machado - um dos chefes da Revolução Praieira

Octávio Kelly - magistrado e político
Odorico Mendes - filólogo
Orestes Quércia - político (Governador de Estado)
Osório, General - um dos maiores militares brasileiros
Oscarito - ator cômico

Padre Feijó - político e figura da Regência
Padre Roma - prócer da Revolução Pernambucana de 1817
Pedro I - primeiro Imperador do Brasil
Pedro de Toledo - líder civil da Revolução Constitucionalista de 1932
Pinheiro Machado - advogado e político
Pinto da Rocha - jurisconsultor
Pinto de Campos - monsenhor
Pixinguinha - compositor popular
Prudente de Moraes Barros - Presidente da República

Quintino Bocaiúva - jornalista e político (Presidente de Estado)
Quirino dos Santos - jornalista e político

Ranchinho - cantor popular (em dupla com Alvarenga)
Rangel Pestana - jornalista e político
Rodolfo Mayer - ator
Rui Barbosa - jurista, tribuno e político
Robert Stephenson Smith Baden Powell - Fundador do Escotismo

Saldanha Marinho - líder republicano
Senador Vergueiro - ´político e abolicionista
Silva Coutinho - político e oitavo bispo do Rio de Janeiro
Silva Jardim - jornalista e propagandista da República
Silveira Martins - político e tribuno
Simplício Dias da Silva - Presidente da Província do Piauí - 1823

Teófilo Ottoni - político e colonizador
Thomaz Cavalcante de Albuquerque - general
Tonico - cantor popular (em dupla com Tinoco)
Tristão de Alencar Araripe Júnior - romancista

Ubaldino Amaral - jurisconsultor e um dos patriarcas do Partido Republicano
Urbano Duarte - da Academia Brasileira de Letras

Venâncio Aires - prócer da campanha republicana
Veríssimo José da Costa - almirante
Vicente Celestino - cantor lírico e popular
Viriato Vargas - militar
Visconde de Albuquerque - político do Império
Visconde de Jequitinhonha (Montezuma) - político
Visconde de Mauá - Empresário do Império
Visconde do Rio Branco - estadista

Washington Luís - Presidente da República
Wenceslau Brás - Presidente da República


Maçons ilustres estrangeiros


Alan Kardec - codificador da doutrina espírita
Alexander Fleming - descobridor da penicilina
Alexander, Barão Von Humboldt - naturalista alemão
Alfred Hermann Fried - Prêmio Nobel da Paz em 1911, autor austríaco humanitário
Anatole France - escritor francês
André Citroen (1878-1935) - Industrial alemão de motores
Andrew Jacksom (1767-1845) - 7º Presidente dos EUA
Andrew Johnson (1767-1845) - 17º Presidente dos EUA
Antonio José Sucre - prócer da independência venezuelana
Audie Murphy (1924-1971) - Ator de cinema americano
Auguste Comte - filósofo, fundador do Positivismo

Barão de Montesquieu - escritor francês
Bartolomé Mitre - estadista e militar argentino
Benito Juarez - patriota mexicano e Presidente do México
Benjamin Franklin - político da independência americana
Bernardino Rivadavia - Presidente da Argentina
Bernardo O’Higgins - prócer da independência do Chile e Peru

Carlo Collodi (Carlo Lorenzini) (1826-1890) - Escritor italiano, autor da obra Pinóquio
Cecil B. De Mille (1881-1959) - Diretor e Produtor de cinema
Charles Richet - Prêmio Nobel de Medicina em 1913, fisiologista francês
Clark Gable (1907-1960) - Ator de cinema americano

Daniel O’Connell (1775-1847) - Ativista irlandês
David Sarnoff (1891-1971) - Conhecido como pai da televisão americana
Denis Diderot - filósofo francês
Dom Antonio Pedro de Alcântara Bourbon (1798-1834) - Imperador do Brasil
Donn F. Eisele - Astronauta

Edgard D. Mitchell - Astronauta
Eduardo VII - Rei da Inglaterra
Eduardo VIII - Rei da Inglaterra e depois Duque de Windson
Edwin F. Aldrin Jr. - Astronalta, foi o segundo homem a pôr os pés na Lua
Elias Ashmole (1617-1692) - Escritor britânico
Elie Ducommun - 2º Prêmio Nobel da Paz em 1802, político, professor
Emílio Castelar - político e escritor espanhol

Felix Faure - Presidente da França
Felix Salten (Felix Salzmann) (1869-1945) - Criador do Bambi
Francisco Miranda - líder da independência ibero-americana
Frank Sherman Land - fundador do Grupo de Jovens De Molays
Franklin Delano Roosevelt (1882-1945) - 32º Presidente dos EUA (1933-1945)
Franz Joseph Haydn - compositor austríaco
Franz Liszt - compositor húngaro
Frederico II - Rei da Prússia

George Canning - político inglês
George Noel Gordon, Lord Byron - poeta inglês
George V - Rei da Inglaterra
George VI - Rei da Inglaterra
George Washington (1732-1799) - Primeiro Presidente dos EUA (1789-1796)
Georges Benjamin Clemenceau - estadista francês
Gerald R. Ford (Nascido em 1913) - 38º Presidente dos EUA (1974-1977)
Giuseppe Garibaldi (1807-1882) - patriota e aventureiro italiano
Giuseppe Mazzini - político e revolucionário italiano
Gotthold Lessing - escritor e dramaturgo alemão
Guilherme IV - Rei da Inglaterra
Gustav Stresemann - Prêmio Nobel da Paz em 1926, estadista alemão
Gustave Flaubert - escritor francês
Gustavo IV - Rei da Suécia
Gustavo V - Rei da Suécia

Harrys Truman (1884-1972) - 33º Presidente dos EUA (1945-1953)
Henri Jean Dunant - 1º Prêmio Nobel da Paz em 1801, filantropo, fundador da Cruz Vermelha
Henry Ford (1863-1947) - Presidente da industria Ford em Detroit
Honoré Balzac - Escritor francês
Honoré, Conde de Mirabeau - estadista e orador francês

Immanuel Kant - filósofo alemão

James Abram Garfield (1831-1881) - 20º Presidente dos EUA
James Benson Irwin (Nascido em 1930) - Astronauta Americano.
James Buchanan (1791-1868) - 15º Presidente dos EUA
James Knox Polk (1795-1849) - 9º Presidente dos EUA (1845-1849)
James Monroe (1758-1831) - 5º Presidente dos EUA
Jean Antoine, Marquês de Condorcet - filósofo francês
Jean D’Alembert - filósofo e enciclopedista francês
Jean Sibelius - compositor filandês
Johann Fichte - filósofo alemão
Johann Wolfgang Goethe - poeta alemão
John Glenn - Astronauta americano
John Wayne (Marion Michael Morrison)(1907-1979) - Cowboy do cinema.Era De Molay
José de San Martin - libertador da Argentina, Chile e Peru
José Ingenieros - escritor argentino
José Julian Marti - herói da independência de Cuba
Joseph Lalande - astrônomo francês

Karl Gustav Jung - psicólogo suíço
King C. Gillette - Presidente da Gillette Safety Razor Company por 30 anos

Leopoldo I - Rei da Bélgica
Louis Armstrong (1900-1971) - Músico que fez a história do Jazz
Ludwig Lazarus Zamenhof - criador do esperanto
Lyndon B. Johson (Nascido em 1908) - 36º Presidente dos EUA (1963-1969)

Marquês de La Fayette - militar e estadista francês
Maximilien Paul Littré - filólogo e filósofo francês
Melvin Jones - fundador do Lions Clube

Nat (Haniel) "King"Cole (1919-1965) - Cantor

Paul J. Weitz - Astronauta
Paul Harris - fundador do Rotary Club
Paul Von Hindenburg - militar e político alemão
Pierre Simon, Marquês de Laplace - matemático francês
Prince Hall (1748-1807) - Primeiro Maçom americano negro. Hoje a Loja tem o seu nome

Richard Byrd - O primeiro homem a atingir o Polo Sul
Roy Rogers (Nascido em 1912) - Cowboy do cinema americano
Rudyard Kipling - novelista e poeta inglês, Prêmio Nobel de Literatura em 1907

Salvador Allende (1908-1973) - Presidente do Chile
Samuel Hahnemann - Fundador da Homeopatia
Simon Bolívar (1783-1830) - Libertador do países ibero-americanos
Sir Walter Scott - escritor escocês

Theodore Roosevelt (1858-1919) - 26º Presidente dos EUA
Thomas Edison - Físico americano
Thomas P. Stafford - Astronauta
Tom Mix (Thomas Edwin) (1880-1940) - Cowboy americano

Virgil "Gus" Grissom - Astronauta americano. Morto no acidente com a Apolo I em 1967.
Voltaire (Jean Marie Arouet) (1694-1778) - escritor francês

Walter M. Schirra Jr. - Astronauta
Warren G. Harding (1865-1923) - 29º Presidente dos EUA (1921-1923)
William F. Cody "Buffalo Bill"(1846-1917) - Cowboy americano
William Howard Taft (1857-1930) - 27º Presidente dos EUA (1909-1913)
William MacKinley (1843-1901) - 25º Presidente dos EUA (1897-1901)
Winston Churchill - estadista e escritor inglês
Wolfgang Amadeus Mozart - compositor austríaco


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