sábado, novembro 25, 2006

Café 27



Reabertura

O Café 27, situado na Conceição 120, pertinho da Câmara e da pizzaria Bucaneiros, estará funcionando novamente a partir da próxima semana. Na foto aparece o Bob, dono do café, com seu novo estilo Fred Mercury. Vamos conferir. (Sidney Borges)

Editorial

Lembrete

No final do governo Jânio Quadros São Paulo foi transformada em um gigantesco canteiro de obras, com os transtornos decorrentes, sujeira, engarrafamentos de trânsito e poluição visual e sonora. Luiza Erundina sucedeu Jânio e não deu continuidade às obras. No início teve apoio, depois, com o passar do tempo, os aplausos se transformaram em apupos. A opinião pública não mudou de um dia para o outro. Demorou pelo menos dois anos para que o motorista preso na geléia de tráfego começasse a relacionar o desconforto com a atitude política da Prefeita. No final do mandato de Erundina o povo rejeitou o PT e elegeu Maluf, que imediatamente cuidou de concluir as obras paradas e iniciar outras. Uma delas é curiosa. O túnel sob o Parque Ibirapuera. Custou mais por metro construído do que o túnel do Canal da Mancha, que liga França e Inglaterra. Em Ubatuba algumas obras estão paradas e isso está deixando a administração à beira de um ataque de apoplexia. Não é o caso de desesperar, atrasos de um, dois ou até três meses acabam por ser absorvidos pelos eleitores. Com a obra pronta, os transtornos são esquecidos e tudo volta a ser como d’antes no Quartel de Abrantes. No caso do Túnel do Ibirapuera, por exemplo, quando os motoristas perceberam o quanto ele encurtava o caminho, Maluf foi para o céu. E de fato, tirando o preço elevado, é uma obra digna de admiração. No entanto, durante a construção não foram poucos os problemas. Aconteceram desabamentos devido à infiltração de água de um rio subterrâneo, o que atrasou a obra que já estava atrasada. O secretário Reinaldo de Barros consertou tudo sob intenso fogo de metralhadoras, morteiros e aquilo que jogaram na Geni. O resultado acabou beneficiando Maluf, que saiu fortalecido e elegeu seu sucessor, Pitta, um verdadeiro fiasco. Podemos então dizer que os atrasos desaparecem do imaginário popular quando as obras terminam sem defeitos. Obras prontas não podem ter erros. Se algo estiver fora do prumo deve ser corrigido antes da entrega. Ou vira um lembrete eterno de incompetência.

Sidney Borges

Abastecimento facilitado

Ilha dos Pescadores deverá receber bomba de óleo diesel ainda este ano

A bomba vai abastecer as 190 embarcações cadastradas no Registro Geral de Pesca e beneficiar mais de dois mil pescadores do principal local de desembarque da frota artesanal de Ubatuba

Foi vitoriosa a luta do vereador Jairo dos Santos – PT junto à Secretaria Especial de Pesca, do governo do presidente Lula, para obter o licenciamento para a instalação de uma bomba de óleo diesel na Ilha dos Pescadores.
Foram várias reuniões realizadas em Ubatuba e em São Paulo, entre os pescadores, o presidente da Colônia, Cláudio dos Santos, o Cacá e o vereador Jairo, envolvendo os representantes da CETESB, SPU, DPRN, Secretaria de Agricultura e Pesca, Secretaria de Arquitetura e Urbanismo, Secretaria do Meio Ambiente até se chegar a um bom termo.
A luta pela obtenção do licenciamento vem desde 2003, quando a Colônia Z10 se cadastrou na Subvenção Econômica do Óleo Diesel do Governo Federal, política de pesca que teve um grande avanço com o presidente Lula.
De acordo com Cacá, agora, “graças ao empenho do vereador Jairo dos Santos, que encampou o projeto, e o apoio da Prefeitura Municipal, os pescadores poderão abastecer as embarcações, depois de instalada a bomba, com 20 por cento de desconto”.
A Colônia Z10 representa mais de 10 por cento do pescado capturado no Estado de São Paulo, contribuindo para o terceiro lugar do Município como produtor: são três mil toneladas e uma renda anual de 9 milhões e 200 mil reais. E, para o vereador Jairo, “não é justo que os 2 mil e 80 pescadores e pescadoras saiam atrás de postos de combustíveis com dois galões nas costas para abastecer suas embarcações”. Agora, o SPU – Serviço do Patrimônio da União – tenta mecanismos para instalar a bomba de diesel na Ilha dos Pescadores, até o final de dezembro. “E isso deverá acontecer, mesmo sem o projeto de Reurbanização, que a Prefeitura vem prometendo desde março deste ano”, concluiu Jairo.
Fonte: Assessoria Jairo dos Santos

Notícias da Prefeitura

Notícias do dia 25 / 11 / 2006
  • Eduardo Cesar recebe prêmio Top Vip 2006
  • Eduardo Cesar recebe Ministro da Saúde em Ubatuba
  • Alunos de Turismo realizam City Tour em Ubatuba
  • Ubatuba sedia encontro nacional de hotéis do “Roteiros de Charme”
  • Ubatuba participa do Dia Mundial de Luta Contra a Aids
  • Guarda Municipal de Ubatuba apreende drogas e arma
  • Ligeirinho fatura campeonato Dentinho 2006 em Ubatuba
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Manchetes do dia

Sábado, 25 / 11 / 2006

Folha de São Paulo:
"Governo prevê PIB menor e corta gasto"
Em seu quinto relatório de acompanhamento orçamentário, o governo reduziu outra vez a previsão oficial para o crescimento econômico, promoveu novo corte de gastos e deu sinais de que a meta fiscal será cumprida com dificuldades. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto era de 4,5% no início do ano. Depois, caiu para 4%, 3,7% e, no documento de ontem, 3,2% -ainda acima dos 2,95% projetados pelo mercado.


O Globo:
"Caos aéreo derruba militar que chefiava controladores"
O presidente Lula decidiu substituir o comando do Departamento do Controle de Espaço Aéreo (Decea), ao qual estão subordinados os centros de controle de tráfego aéreo, para tentar aliviar a tensa relação entre a Aeronáutica e os controladores. O diretor-geral do departamento, brigadeiro Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, e seu vice, major-brigadeiro Ailton dos Santos Pohlmann, foram exonerados ontem. Vilarinho é contra a entrada de mais civis no sistema de tráfego aéreo e foi um dos oficiais que determinaram o aquartelamento de controladores, que acabou resultando em nova operação padrão e mais atrasos. No lugar de Vilarinho assume, interinamente, o major-brigadeiro Paulo Hortênsio Albuquerque Silva. Ontem, os vôos voltaram a atrasar mais do que a média dos últimos dias.


O Estado de São Paulo:
"Prefeituras incham quadro de funcionários"
Em apenas um ano, o de 2005, as prefeituras expandiram em 5,4% seu quadro de pessoal, que passou de 4.521.579 pessoas para 4.767.602, aponta a Pesquisa de Informações Básicas Municipais, divulgada ontem pelo IBGE. A expansão foi maior - 80% - no número de terceirizados e temporários; entre os admitidos com carteira assinada houve queda de mais de 35%. Em relação a 1999, o número de trabalhadores a serviço das prefeituras no ano passado teve aumento de 38,8%. Para o economista e geógrafo François Bremaeker, do Instituto Brasileiro de Administração Municipal, a expansão é explicada pelo número e complexidade de encargos assumidos pelos municípios, em áreas como segurança e saúde. O especialista em contas públicas Raul Velloso sugere cuidado na análise dos números. "Se o município paga sua dívida e respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal, em princípio não há como criticar", disse.


Correio Braziliense:
"Cai o chefe dos controladores"
A crise nos aeroportos levou a Aeronáutica a afastar do posto o tenente-brigadeiro-do-ar Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, que comandava 2,7 mil operadores de vôo no país. Ministério Público decidiu formar força-tarefa para vistoriar as condições de trabalho nos centros de controle de tráfego aéreo.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Corrupção

Desequilíbrio

Claudio Weber Abramo
O projeto Deu no Jornal (
www.deunojornal.org.br), da Transparência Brasil, recolhe todos os dias noticiário sobre corrupção publicado em 59 jornais diários de todos os estados e em quatro revistas semanais. A análise do conjunto dessa cobertura permite atingir conclusões interessantes sobre o retrato – ou melhor a caricatura – que a imprensa fornece do Brasil.
Entre fevereiro de 2004 e a semana passada, os 63 veículos acompanhados pelo projeto publicaram cerca de 130 mil matérias totalizando quase 300 milhões de caracteres, distribuídas por 3.446 assuntos diferentes. Desses assuntos, 2486 eram específicos a alguma das três esferas, sendo 372 referentes à federal (15%), 845 à estadual (34%) e 1269 à municipal (51%).
Apesar da pesada predominância de casos municipais, e embora os assuntos estaduais tenham somado mais do que o dobro dos federais, o espaço dedicado pelos jornais a cada uma das esferas distribuiu-se na ordem inversa: 60% à federal, 23% à estadual e apenas 17% à municipal.
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Região Sul



Podre ponte

O vereador Charles Medeiros encaminhou ao Executivo um documento solicitando providências urgentes em relação à recuperação de uma ponte situada na Rua Soldado Francisco Franco, na Maranduba, que se encontra em péssimas condições de uso e conservação. Do jeito que está a ponte coloca em risco a integridade física das pessoas que por ela transitam. O local ainda serve de alternativa para aqueles que não pretendem usar a rodovia.
Fonte: Assessoria Charles Medeiros

Tudo azul na avenida Iperoig

Avenida Iperoig

As obras prosseguem. Ontem fiz um filme do estágio atual. Conforme foi prometido, até o dia 22 de dezembro estará tudo acabado. Vamos iniciar 2007 de avenida nova. Fiquei sabendo de um incidente no período da manhã. Deu até boletim de ocorrência. Sempre com o mesmo cidadão envolvido, que deve ter alma de pugilista. Quer resolver tudo na base da violência. Melhor seria conversar. Violência gera violência. E tira votos. E como tira. Caiçaras não engolem valentões. Esqueci, eles são forasteiros...

Sidney Borges

Ubatuba em foco

Centro de Convenções? Para quando?

Corsino Aliste Mezquita
Pode-se ler, na revista publicitária oficial dos “treze títulos RESGATANDO” e “quinze INOVANDO”, publicada com motivo do aniversário da cidade, texto sobre o futuro!.. futuro!... futuro!...”Centro de Convenções”.


“A construção do Centro de Convenções”

“A construção do Centro de Convenções, que representa a realização de um antigo sonho da classe empresarial, está em fase de licenciamento ambiental. O centro de convenções será uma grande obra que vai atrair um nicho específico do mercado turístico, inserindo Ubatuba no roteiro do turismo empresarial e de negócios.”(SIC).Pg. 18.

O texto é ilustrado com foto ou arte da “perspectiva artística da fachada”.
Texto, conteúdo e fotografia são futuristas. Perspectivas de futuro. “Esperança ou crença numa coisa provável ou desejada, embora distante.”(Dicionário Larousse).
Texto e ilustração perspectiva são indicativos da falta de realizações acabadas para serem apresentadas à comunidade. Não é só o Centro de Convenções que é um projeto de futuro. Ilusão acalentada como antigo sonho. Outros textos e fotografias existem, na revista, que também são sonhos e que continuarão, como sonhos, no futuro.
Que se pretende com isso? Supostamente há intenções ocultas para iludir os incautos e faze-los acreditar em grandes realizações da atual administração. Projetos grandiosos que, neste momento de apertos econômicos, são irrealizáveis.
Nada temos contra o Centro de Convenções.Consideramos, entretanto, ser um projeto questionável para ser realizado pela administração municipal e com recursos públicos. O município tem outras prioridades mais urgentes, necessárias e seguras para promover e apoiar o turismo. Obras e ações de sua responsabilidade e que não estão sendo realizadas satisfatoriamente.
O Centro de Convenções é obra de grandes dimensões e que deverá ser discutida, avaliada, analisada sua utilidade, ponderados seus custos de construção, manutenção e os riscos de não existir retorno. Dúvidas, sobre sua viabilidade, existem. Não podemos perder de vista que temos uma estrutura viária interna deplorável, as rodovias de acesso são precárias e o aeroporto acanhado e pouco equipado, o atendimento à saúde deficiente e carente de estrutura hospitalar adequada, etc. etc... Vivemos num mundo de teleconferências e congressos virtuais que, cada vez mais progredirá, dispensando centros de convenções, dos quais, o Mundo, já está saturado. Alguns deles dando sérias dores de cabeça aos municípios que os construíram sem antes fazerem uma pesquisa de mercado. Construir o Centro de Convenções não significa, necessariamente, “que vai atrair um nicho específico do mercado turístico, inserindo Ubatuba no roteiro de turismo empresarial e de negócios”. Atração e inserção exigem profissionalismo administrativo e técnicas de mercado que não tem sido, e não estão sendo, características das administrações municipais. Nossos homens públicos manifestam propensa tendência ao apadrinhamento e à ineficiência.
Sem atribuir responsabilidades a quaisquer que seja solicitamos, dos eventuais leitores, uma reflexão isenta sobre as histórias desenvolvidas, nos últimos tempos, por algumas entidades dominadas pela política local. É só reflexão e análise individual de cada um. Sem comentários deste escriba.
EMDURB- Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano de Ubatuba. Falida e em extinção.
FUNDART- Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba.
COMTUR- Companhia Municipal de Turismo de Ubatuba.
Terminal Turístico do Perequê-Açu.
Santa Casa de Misericórdia do Senhor dos Passos de Ubatuba.
De acordo com seus conhecimentos, o leitor, poderá acrescentar outras entidades influenciadas pelo poder político ou dele dependentes.
Observará mais problemas que soluções. Todas são deficitárias, estão endividadas e com sérios desfalques de caixa. Problemas motivados por administrações ineptas, incompetentes e, às vezes, desonestas. Agora, num exercício futurístico, projetemos todas essas mazelas para o futuro Centro de Convenções. Caso, o amigo leitor, não acredite que poderá sofrer dos mesmos vícios, registrarei algumas pérolas já pronunciadas sobre o assunto.
-Litoral Virtual de 1°-12-05, o Sr. Secretário de Turismo prometeu: “a construção do Centro de Convenções, com investimento de 1,5 milhão de reais e inauguração em agosto de 2006”. Sem comentários!
-O mesmo Secretário de Turismo, no AGITO de 28-07-06, pg 03, afirma: “fechamos o acordo para o início das obras do centro de convenções”. Teria esquecido da promessa anterior?
-No texto comentado: “está em fase de licenciamento ambiental”.
Podemos apreciar que resgataram a incoerência. Inovaram no desencontro das declarações.
O “Centro de Convenções” está seguindo o caminho do “Centro de Triagem”. Lembram dele?. Ninguém deve lembrar. A população já não presta atenção às promessas da Prefeitura. Motivou, este escriba, a transcrever o poema de Vinícius de Moraes: “A CASA”. Como “A CASA” e o Centro de Triagem, o “Centro de Convenções”, “está sendo feito, com muito esmero, na Rua dos BOBOS, número zero”.

Notícias da Prefeitura

Notícias do dia 24 / 11 / 2006
  • Fórum da Agenda 21 acontece na próxima semana em Ubatuba
  • Prefeitura promove dia de campo para pescadores em Arraial do Cabo
  • Escolas de Ubatuba realizam eleições para escolha de diretor
  • Fundart abre inscrições para o II Festival de Marchinhas Carnavalescas
  • Equipe Cavalo Marinho vence Travessia da Ilha Anchieta
  • É hora de decisão no Circuito Ubatuba de Surfe
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Manchetes do dia

Sexta-feira, 24 / 11 / 2006

Folha de São Paulo:
"Pior atentado deixa 161 mortos no Iraque"
Pelo menos 161 pessoas morreram e 257 ficaram feridas no pior atentado no Iraque desde a invasão do país pelos Estados Unidos, em março de 2003. Cinco carros-bombas e dois morteiros explodiram numa ação coordenada, no bairro xiita de Sadr City, periferia de Bagdá. O governo determinou toque de recolher por tempo indeterminado e o fechamento dos aeroportos de Bagdá e Basra.


O Globo:
"Menor pode ter confessado crime para proteger irmão"
O menor X, de 17 anos, que foi detido pela PM e confessou ontem ter assassinado Ana Cristina Vasconcellos Giannini Joahannpeter, de 58 anos - ex-mulher do empresário Germano Gerdau -, pode estar tentando proteger o irmão, maior de idade, que seria o verdadeiro autor do disparo que matou anteontem à noite a mulher, numa esquina do Leblon. A suspeita é da Polícia Civil, que está à procura do irmão do menor detido na Cruzada São Sebastião, no Leblon. O adolescente poderá estar em liberdade em três anos, beneficiado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O subchefe de Polícia Civil, José Renato Torres - que criticou o estatuto -, disse que, caso o assassino seja maior de idade, a pena vai de 20 anos a 30 anos de prisão. Houve aumento de 37,79% nos assaltos a transeuntes do Leblon. A vítima - sepultada ontem - havia dispensado guarda-costas há um mês.


O Estado de São Paulo:
"Governo reduz R$ 12 bi em impostos para empresas"
O governo tem praticamente pronto o pacote de medidas para incentivar o investimento pelas empresas e criar condições para a economia crescer 5% ao ano. As medidas representarão cortes de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões na tributação. Em reunião do presidente Lula com a equipe econômica, ontem, algumas propostas ficaram certas e outras dependem de nova avaliação. Uma das aprovadas é permitir que as empresas recuperem mais depressa os tributos embutidos no custo de construção ou ampliação de fábricas. Hoje, o PIS e a Cofins que compõem o preço do cimento, por exemplo, podem ser recuperados num prazo de 20 a 25 anos; a idéia é cortar esse prazo para algo como 18 ou 24 meses. O governo pretende ainda baratear a folha de pagamento das empresas que utilizam muita mão-de-obra, como as da construção civil. Ainda não há detalhes sobre quais contribuições cobradas sobre a folha poderão ser eliminadas. Não se sabe também como o governo vai conter suas despesas para evitar que o Orçamento de 2007 fique desequilibrado diante de R$ 12 bilhões de renúncia.


Jornal do Brasil:
"Este homem confessou o assassinato de Ana Cristina"
O jovem de 17 anos que confessou ter assassinado a empresária Ana Cristina Johannpeter saiu há 21 dias de um instituto de menores, onde se encontrava por ter cometido três assaltos à mão armada. A polícia acha que ele pode ter confessado para proteger o irmão, que também participou do assalto.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Enquanto isso...

Juras de amor

Serei teu para sempre...

Faltando uma semana para o fim de novembro, o panorama político começa a mostrar sinais natalinos, isto é, estamos em recesso de notícias. O presidente Lula conversa com todo mundo buscando formar uma base sólida para governar. Ele quer manter a inflação controlada, o dólar baixo, os juros altos e dar início ao crescimento. Isso é repetido diariamente como um mantra Hare Krishna. De tanto ouvir as pessoas acreditam. Difícil será cumprir. Também não será simples explicar o que deu errado se não der certo, o que convenhamos, é o mais provável. Mágicas não existem e pensamentos de desejo só se materializam em contos de fadas. Em Ubatuba também não há novidades, fora o de sempre. As obras estão paradas e o Parque Trombini continua e parece que continuará por muito tempo onde sempre esteve. Um aspecto interessante da corrida pelo poder é a luta por um lugar ao Sol. Tem gente fazendo de tudo para garantir uma boquinha futura ao lado do Prefeito. Como vice-prefeito. Segundo é voz corrente, o vice já teria sido escolhido. No entanto, pretendentes ao cargo estão fazendo das tripas coração para mudar a escolha. Quando eu digo das tripas coração não é exagero, se preciso for imitarão Salvador Dali, que ao cortejar Gala, sua esposa, passou excremento de cabra nas axilas e depois dançou uma polca para ela. Completamente nu. Deu certo. Permaneceram casados por toda a vida. Já estou vendo o cortejo saindo de um prédio conhecido em busca de excremento de cabra. Embora esteja um pouco atrapalhado com as áreas de planejamento e obras, o Prefeito não costuma se atrapalhar quando o assunto é política. Eu desconfio que o namoro com o Moralino vai acabar em casamento, embora tudo seja possível quando a meta é o poder. Por outro lado, fica no ar a pergunta. De quem será que o Cerol vai tirar votos na região Sul? Resposta certa vale uma cocada preta.


Sidney Borges

Personalidade



Luiz Carlos Viana, que já foi presidente da Câmara, recebeu o título de "Cidadão Ubatubense", numa homenagem justíssima. Quem quiser saber pormenores da administração de Ciccillo Matarazzo é só perguntar, ele conhece todos. Parabéns Viana, o título só veio confirmar o que é de conhecimento geral. Ninguém é mais ubatubense do que você. (Sidney Borges)

Novidade

Barata, resistente, de plástico. É uma casa

Agência Estado
São Paulo - Já existe no País uma casa de plástico reforçado, que fica pronta em cerca de dez dias e custa menos que um carro popular. Tida como uma solução para famílias de baixa renda, a CasaPrática começa a ser vendida pela Construtora Romeu Chap Chap. De olho no mercado popular, a construtora, que sempre teve como foco imóveis para a classe média, fechou uma parceria com a MVC, empresa do Grupo Marcopolo, para comercializar casas fabricadas pela companhia.
“A CasaPrática é uma espécie de Lego”, afirma o diretor geral da MVC, Gilmar Lima, comparando o produto a um brinquedo de montar. Sem impostos, a casa de 36 metros quadrados custa R$ 17,4 mil; a de 42 metros quadros sai por R$ 20,3 mil, diz Lima. O produto, segundo Chap Chap, pode ser financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em 10,15 ou 20 anos. “A Caixa deu o aval.”
A estrutura da casa é de aço e as paredes são de plástico reforçado, explica Lima. A tecnologia é totalmente nacional e a casa resiste a terremotos e furacões. Ele conta que o projeto começou a ser desenvolvido há três anos. A casa é produzida na fábrica da empresa do Grupo Marcopolo, que fica em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba (PR). O produto já é exportado para Angola, Venezuela e Ilhas do Caribe e vendido por construtoras locais.
Lima explica que, com real valorizado em relação ao dólar, as exportações ficaram mais difíceis. Paralelamente, o produto se apresenta uma solução para equacionar o déficit habitacional do País de 7 milhões de moradias, diante bom momento vivido hoje pelo mercado imobiliário.
“Identifiquei uma oportunidade de atuar também empresarialmente nesse mercado popular, pautado por novas tecnologias”, diz Romeu Chap Chap, sócio-gerente da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária.
O foco da construtora é empresas de desenvolvimento urbano, responsáveis por loteamentos, que são potenciais compradores dos produtos. Além de vender as casas, a construtora ficará responsável pela montagem. Chap Chap ressalta que 80% do déficit habitacional está entre famílias com renda entre um e sete salários mínimos. E que o produto se encaixa perfeitamente nesse perfil de comprador.
Lima conta que já existem mais de 30 casas montadas num condomínio popular no Rio Grande do Sul e 13 casas em fase de montagem num projeto piloto em Sorocaba, no interior do Estado de São Paulo. (Márcia De Chiara)

Por que parou? Parou por quê?

Obras públicas

No uso da Tribuna da Sessão de Câmara do último dia 21, o vereador Charles Medeiros PSB, cobrou do Executivo esclarecimento sobre andamento das obras no município. Segundo Charles, várias obras no município estão sendo executadas por convênio com o DADE (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias) tendo seu andamento de forma bastante lenta, trazendo prejuízos aos munícipes e turistas. O vereador falou da preocupação com o gasto do dinheiro público e os prazos anunciados, reivindicado agilidade das obras, principalmente por estarmos próximos da temporada.
Fonte: Assessoria Charles Medeiros

Câmara

Presidente da Câmara apresenta projetos para portadores de necessidades especiais

Na última terça-feira, dia 21, o Legislativo votou e aprovou por unanimidade dois projetos do presidente da Câmara, vereador Dr. Ricardo Cortes (PV), que beneficiam portadores de necessidades especiais.
O primeiro projeto, de nº 152/06, estabelece a obrigatoriedade de reserva de vagas e o aperfeiçoamento dos profissionais e funcionários nas creches municipais para atender crianças portadoras de necessidades especiais. Para o autor o projeto é importante pois visa proporcionar a essas crianças um ambiente harmonioso na convivência com profissionais habilitados e preparados para ajudá-las, “assim como a garantia de vagas o aperfeiçoamento de profissionais é fundamental para o desenvolvimento e socialização dessas crianças”, disse Dr. Ricardo.
Fonte: Laura Ennes - ASCOM

Notícias da Prefeitura

Notícias do dia 23 / 11 / 2006
  • Eduardo Cesar recebe ministro da Saúde
  • Produtores rurais de Ubatuba buscam novas formas de comercialização
  • Prefeitura oferece lazer a todas as idades neste sábado
  • Etapa final do Torneio da Melhor Idade começa nesta sexta-feira
  • Wiggolly Dantas pode conquistar o pentacampeonato estadual
Leia aqui

Manchetes do dia

Quinta-feira, 23 / 11 / 2006

Folha de São Paulo:
"PMDB fecha apoio ao governo Lula"
Após reunião de quase duas horas no Palácio do Planalto, o PMDB anunciou ontem que vai aderir ao "governo de coalizão" de Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado de Geraldo Alckmin (PSDB) na eleição, o presidente do PMDB, Michel Temer, disse que o apoio integral do partido ao governo deve ser formalizado em até duas semanas. Segundo o peemedebista, uma "amplíssima" maioria do partido vai aderir a Lula.


O Globo:
"Dossiê: há 70 dias, petistas omitem origem de dinheiro"
A origem do R$ 1,7 milhão que seria usado por petistas para comprar um dossiê contra candidatos tucanos ainda é misteriosa 70 dias depois de a PF apreender a montanha de dinheiro. Chamados de "aloprados" pelo presidente Lula, todos os petistas envolvidos adotaram a mesma versão: não participaram da negociação de valores e não sabem de quem é o dinheiro. Ontem foi a vez de Expedito Veloso, ex-diretor do Banco do Brasil, e Oswaldo Bargas, ex-secretário do Ministério do Trabalho, apresentarem a mesma desculpa dos demais. Para a CPI, os dados obtidos com a quebra de sigilo mostram que todos os petistas participaram diretamente da operação.


O Estado de São Paulo:
"Lula faz acordo para ter PMDB no governo"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva praticamente fechou ontem uma coalizão com o PMDB. Após mais de duas horas de reunião, Lula entregou ao presidente Nacional do partido, deputado Michel Temer (SP), uma proposta com sete pontos, batizadas de "agenda mínima da coalizão". Os compromissos são de fazer reformas política e tributária, adotar uma política econômica que garanta crescimento mínimo de 5% ao ano no PIB e criação de um conselho político composto por partidos da coalizão para acompanhar ações de governo. A Executiva Nacional do PMDB vai examinar o texto na terça-feira e Temer acredita que a maioria dos 150 membros do conselho do partido vai referendar a decisão na quinta-feira. Segundo o ex-governador Orestes Quércia (SP), que participou do encontro, Lula deixou claro que as mudanças no ministério só sairão no ano que vem, após as eleições para presidente da Câmara e do Senado.


Correio Braziliense:
"Plano do governo para crescer é gastar mais"
Diante do pouco entusiasmo do setor privado, o governo resolveu assumir o papel de indutor do crescimento econômico. E o caminho escolhido foi facilitar o endividamento do setor público. A intenção é ampliar o limite para empréstimos de estados e municípios. E isso, segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sem que seja alterada a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O capital da Caixa Econômica Federal será aumentado para que o banco possa emprestar mais. E o BNDES também financiará diretamente prefeituras e governadores. Os fundos de previdência das estatais vão dirigir recursos para a infra-estrutura. E os gastos da Eletrobrás deixarão de ser contabilizados no superávit primário e a empresa vai perder as amarras para aumentar os investimentos.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Patropi

Dura realidade

Um avião Boeing 737-800 custa caro. Muitos milhões de dólares. Um avião Legacy, orgulho da indústria nacional, também é caro. Não tanto quanto o Boeing, que é maior, mas para os leitores terem uma idéia, o preço, dependendo da configuração, é sempre superior a vinte milhões de dólares. Os pilotos desses aviões são bem remunerados, levam vidas confortáveis. A aviação comercial é rica. Rica e plena de charme. As viagens aéreas são promessas de bons momentos, pelo menos é essa a imagem que a propaganda tenta nos passar. Um Boeing 737-800 pode levar até 180 passageiros, que pagam caro por conforto e segurança. Essas aeronaves são fantásticas. Representam a prova material da capacidade empreendedora do homem e de seu engenho inventivo. A segurança das operações, no entanto, pode ser creditada a um adolescente de vinte anos, que ganha mil e seiscentos reais por mês. Esse é o Brasil, com resquícios da escravidão ativos. Sempre é bom lembrar que durante quatrocentos anos de nossa história, o trabalho não teve valor por ser coisa de inferiores. Quando você embarcar no próximo avião, lembre-se disso. O garoto pode dar uma informação errada e...

Sidney Borges

Hora do café



Com política e cultura...

Dia desses encontrei um trio de respeito tomando o melhor café da cidade, na minha modesta opinião de tomador de café. Da esquerda para a direita: Wagner Nogueira, militante histórico do PV, o escritor e "Cidadão Ubatubense" Flávio Girão e o não menos famoso Guilherme Ferreira de Assis, historiador e membro ativo das hostes tucanas.
O café fica na Thomaz Galhardo, pertinho da avenida Iperoíg. Experimente, você não vai se arrepender. (Sidney Borges)

Editorial

Estado de Direito

É possível um gestor público cometer um ato ilegal, porém não imoral? Em Ubatuba é. Ontem na Câmara alguns vereadores usaram esse argumento para justificar o uso de veículos da Educação em atividades não permitidas. Segundo uma denúncia, tais veículos teriam transportado atletas para competir em outras cidades. Os edis preferiram não dar crédito à denúncia. Para tanto fizeram um trabalho de desconstrução. Ou melhor, uma tentativa. Alegaram que nossos atletas precisam participar de competições. Ninguém seria capaz de dizer o contrário, eles elevam o nome de Ubatuba e merecem todo o apoio e toda a consideração. Mas não devem ser envolvidos em ilegalidades. Em existindo, as leis devem ser cumpridas. Ao se abrir um precedente aqui, outro ali, a organização social inicia um processo irreversível de deterioração. Lutamos tanto para ter um estado democrático de direito, é fundamental que tenhamos todo o cuidado em preservá-lo. Isso implica em respeito às leis. Ainda que não concordemos com elas.

Sidney Borges

Notícias da Unitau

Comitê das Bacias do Paraíba do Sul será homenageado em Guaratinguetá

O Rotary Club de Guaratinguetá homenageia nesta terça-feira, dia 21, o prefeito de Guaratinguetá, Antonio Gilberto Filippo Fernandes Junior e o geólogo Edílson de Paula Andrade, durante a entrega do “Troféu Piraquara”, pelos relevantes serviços prestados em 2006 ao Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul. Filippo Junior é o atual presidente do CBH-PS e Andrade, secretário-executivo da entidade. Criado por força da lei 9034/94 e instalado em 25 de novembro de 1994, o Comitê tem como objetivos a manutenção e preservação dos recursos hídricos no trecho paulista da bacia hidrográfica do Paraíba do Sul.
O evento promovido pelo Rotary Club visa premiar pessoas e instituições do Vale do Paraíba, incentivadoras da cultura e da preservação histórica da região. Desde 2004, a nova versão do prêmio também contempla o setor de meio ambiente.
Neste ano, o projeto “PCDs” (Plataforma de Coleta de Dados), desenvolvido pelo INPE em parceria com a CETESB, Basf, Maxion e Kaiser, receberá o Troféu Piraquara da categoria. As plataformas são responsáveis pela coleta automática e análise das condições das águas do rio Paraíba. Também serão homenageados os trabalhos “Viveiro de Vida”, de educação ambiental e geração de renda criado pela OSCIP-Soapedra, em Queluz e, “Produtor de Água”, experiência que visa a recuperação de nascentes e mata ciliar do Rio Una em Taubaté, na Chácara dos Eucaliptos, propriedade do produtor Fernando Bindel.
Outro a ser reconhecido durante o encontro será o pescador Benedito Teodoro, conhecido como “Tico”, falecido neste ano. Tico é o idealizador da romaria de barcos que há 17 anos percorre o rio Paraíba, de Tremembé até Aparecida, no dia 9 de julho.
A sessão solene de premiação ocorre nesta terça-feira, dia 21, às 20h30, na Casa da Amizade, localizada na Avenida Presidente Vargas, nº. 969, em Guaratinguetá.

ACI – Agência de Comunicação Integrada/ Unitau / CBH-PS
Telefones CBH-PS (12) 3632-0100 / 3632-9554 (ramal 9262)

Surf

Edgar Bischof faz final no Rio

Depois de passar por Saquarema, Cabo Frio, Macaé e Rio de Janeiro, o Circuito Estadual de Surf Profissional finalizou a quinta etapa no Farol de São Thomé, em Campos dos Goytacazes, no litoral norte do Rio de Janeiro.
A competição rolou com ondas de meio metro e o último dia com sol e pouco vento.
A equipe ubatubense contou com Saulo Junior, Cleyton Nunes e Edgar Bischof.
Saulo Junior não dei sorte e deixou a competição ainda no round de estréia.
Cleyton Nunes, que foi um dos destaques do primeiro dia perdeu no terceiro round.
O ubatubense Edgar Bischof fez uma bela apresentação e conseguiu se garantir na grande final.
Edgar Bishoff garantiu a melhor colocação entre os surfistas de fora do Rio e continua sonhando com a vaga na elite do surf profissional.
Com esse resultado Edgar está a um passo para se classificar para o Super Surf de 2007.
O campeão da etapa foi o carioca Eduardo Rolins que conquistou sua primeira vitória com profissional

Resultado da etapa

3 - Edgar Bishof

Rege Galvão
www.aus.org.br

Notícias da Prefeitura

Notícias do dia 22 / 11 / 2006
  • Prefeitura de Ubatuba entrega ponte na Maranduba
  • Prefeitura de Ubatuba lança campanha para informar sobre parcelamento de impostos
  • Prefeitura prorroga inscrições para recadastramento de agentes ambientais
  • Comunidade da Região Norte é convidada para participar do Conselho Gestor de Saúde
  • Inscrições para concurso público encerram-se nesta quarta-feira
  • Semana da Música começa amanhã em Ubatuba
  • Atletismo de Ubatuba chega perto da medalha na final estadual do Pró-Atletismo
Leia aqui

Manchetes do dia

Quarta-feira, 22 / 11 / 2006

Folha de São Paulo:
"Investimento do Brasil no exterior bate recorde"
O Brasil vai bater neste ano o recorde de investimentos no exterior e, pela primeira vez na história, a saída de recursos destinados a atividades produtivas vai superar a entrada. Entre janeiro e outubro, as empresas brasileiras investiram US$ 22,8 bilhões em outros países, mais que o dobro do recorde anterior de US$ 9,47 bilhões registrado em 2004, quando houve a fusão da AmBev com a belga Interbrew.


O Globo:
"Senado aprova 13° para Bolsa Família"
A oposição deixou de lado ontem seu discurso pela austeridade fiscal e conseguiu aprovar, no Senado, a concessão de 13° pagamento para os beneficiados do programa Bolsa Família. Se confirmada pela Câmara, a bondade da oposição custará cerca de R$ 700 milhões aos cofres da União, verba que não está prevista no Orçamento. O líder do governo Lula, Romero Jucá, encaminhou posição contrária ao pagamento, mas os governistas acabaram desistindo de tentar derrubar a proposta, diante da maioria oposicionista. Na Câmara, o governo conseguiu uma vitória e impediu um reajuste maior para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo. Foi mantido o reajuste de 5,01%.


O Estado de São Paulo:
"Governo estuda idade mínima para aposentadoria"
Os ministérios da área econômica estão discutindo a criação de uma idade mínima para aposentadoria, como forma de reduzir o déficit bilionário da Previdência Social. A medida seria adotada de forma gradual, com o que os técnicos da área esperam reduzir a resistência a uma decisão dessa ordem - outros setores do governo temem o ônus político dela e o presidente Lula tem se disposto a
vetar qualquer medida que prejudique a classe média e a população de menor renda, que garantiram a sua reeleição. Nos estudos sobre idade mínima para aposentadoria está em análise a criação de um mecanismo de ajuste à expectativa de vida da população - cada vez que ela aumentasse, aumentaria também a idade mínima. "É preciso uma transição, o que é um debate delicado", afirmou um integrante da equipe econômica, lembrando que a mudança de regras previdenciárias, no governo Fernando Henrique Cardoso, provocou uma corrida às aposentadorias e o conseqüente aumento do déficit.


Jornal do Brasil:
"Traficantes aterrorizam a Zona Sul"
Traficantes do morro do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho provocaram 24 horas de medo em Ipanema e no Leblon: atacaram a granadas o posto policial da Teixeira de Melo, assaltaram o restaurante Garcia e Rodrigues e são suspeitos do assalto ao Botequim Informal. A área de inteligência da polícia calcula que os criminosos têm 70 fuzis escondidos nas favelas, de onde tentam partir para invadir a Rocinha e o Vidigal.

terça-feira, novembro 21, 2006

Manifestação

Plano Diretor

O Núcleo Municipal do Plano Diretor Participativo e os moradores dos bairros do Pé da Serra, Sesmarias, Taquaral, Pedreira, Parque Guarani, Núcleo Botafogo e Ubatubamirim estarão realizando um ato publico em frente à Câmara antes da Sessão para apoiar a aprovação do projeto de lei que cria o Conselho Municipal de Moradia e o Fundo Municipal de Habitação e Interesse Social (1% do Orçamento Municipal). Também alertar para que os vereadores fiscalizem a lei do Plano Diretor Participativo aprovada na Câmara Municipal no último dia 10 de Outubro, porém a mesma ainda não foi sancionada pelo Prefeito Municipal Eduardo Cesar. Os moradores reivindicam ainda do Prefeito que assine o Termo de Adesão do Município com o Governo Federal para efeito de repasse de verbas para a regularização Fundiária e habitação no Município de Ubatuba.
A manifestação terá início às 18:30h com encerramento antes do início da sessão que será acompanhada pelos manifestantes.


Gerson Florindo
Núcleo Municipal do PDP do Ubatuba e Sub-Núcleo Regional do PDP Vale do Paraiba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira.

Entendeu?

O caos natural

De Waldir Pires, ministro da Defesa, sobre a crise no setor de aviação e erros que levaram ao acidente do vôo da Gol:

- Somos competidores dos países mais desenvolvidos, dos melhores níveis (em controle aéreo). Nossos problemas por vezes ocorrem pela natureza das circunstâncias e ocorrem muitas vezes em outras partes do planeta. (Fonte: Noblat)

Zona Azul

Tecnologia na cidade de São Paulo

Está em operação, em dois pontos da capital paulista (região central e bairro do Pacaembu), um projeto piloto totalmente digital, que elimina a obrigação de deixar o comprovante no painel do carro


Os motoristas da cidade de São Paulo não querem mais saber de talões em papel para pagar a Zona Azul. Está em operação, em dois pontos da capital paulista (região central e bairro do Pacaembu), um projeto piloto totalmente digital, que elimina a obrigação de deixar o comprovante no painel do carro.
A novidade, inédita no mundo, pode se tornar uma importante aliada dos municípios brasileiros para diminuir o vandalismo, aumentar a rotatividade dos veículos, evitar fraudes e permitir um melhor controle da arrecadação e fiscalização feita pelos administradores e dirigentes de trânsito.
O sistema permite que a transação de compra de horas para o estacionamento seja realizada digitalmente. Basta que o motorista se dirija a um posto credenciado de compra, forneça sua placa e seus dados são enviados para o órgão administrador de trânsito da cidade. Toda a transação é simples e rápida, dura no máximo 20 segundos.
O fiscal da zona azul consulta, por meio de um palmtop, se aquele veículo tem horas cadastradas no sistema ou não e envia todas as informações à central controladora do trânsito no município. Ao efetuar a compra de créditos, o usuário tem a opção de passar o número de seu celular ao vendedor que faz o cadastro na rede. Por meio de mensagem SMS, ele pode ativar e desativar os créditos e, assim, utilizar a hora restante em uma outra ocasião.
A Rede Ponto Certo – empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia – quer estender a novidade para outras cidades brasileiras, já que o sistema pode ser implantado em qualquer município. Campos do Jordão (SP), foi a primeira cidade a contratar o serviço, que durou na temporada de inverno. Para o verão, a empresa está fechando as negociações com mais três municípios.
Fonte: Holofote

Ubatuba em foco

Praia Grande: o que não vem à tona e quem lucra com isto?

"Um homem luta muito mais por seus interesses do que pelos seus direitos"
Napoleão Bonaparte


Marcelo Mungioli*
Ubatuba é um município atípico. Com mais de 70% de sua área comprometida com áreas de preservação ambiental permanente, não teve ainda uma política de planejamento que aproveitasse tal situação. As faltas de planejamento e de fiscalização permitiram a ocorrência de verdadeiros descalabros, que se refletem nos dias de hoje, na caótica situação financeira e social vivida por que aqui reside.


PROGRESSO VERSUS PRESERVACIONISMO
Cicillo Mattarazo é, até hoje, um ícone no planejamento urbano em Ubatuba. É de sua época a Lei 144/1968, que implantou o primeiro Plano Diretor Municipal, que traçou as diretrizes de crescimento do município. Previa loteamentos com ruas de 14 metros e avenidas de 20 metros, o que era considerado um absurdo na época. O arquiteto Roberto Rezende, em depoimento sobre este assunto em meu livro, “A História do Comércio em Ubatuba“, explicou: “As pessoas não conseguiam prever o que seria Ubatuba, no futuro. Nesta época, Ubatuba era a última cidade do Estado de São Paulo. Só com a chegada da Rio Santos, em 1972, é que se começou a apostar em um futuro para o município”.
Estudando a nossa legislação, vamos nos deparar com a Lei 474/1974, que começou a dimensionar Ubatuba. Esta lei visava dar ao município uma mínima proteção ambiental. Eram tempos anteriores ao Parque Estadual, mas esta lei já previa a ocupação de áreas de preservação permanente (em até 50%), além de permitir construções a cinco metros de qualquer curso d´agua. Estabelecia o gabarito de três pavimentos para a construção de prédios e previa a ocupação de 40% da área de um lote pela edificação.
Em 1981, foi aprovada a Lei 630, seguindo as diretrizes da Lei 474. Em 1984, foi sancionada a Lei 711, que está em vigência até hoje, disciplinando o uso e ocupação do solo no município. Estas Leis foram intituladas planos diretores, mas na verdade, regulavam apenas o uso e ocupação do solo.


PRAIA GRANDE: FALTOU PLANEJAMENTO E GESTÃO
A Praia Grande pode servir de exemplo para demonstrarmos a falta de planejamento e gestão, que perpassa a afasia do poder público, a ganância do empresariado e o desrespeito aos princípios mínimos do direito por parte de muitos.
Com a explosão do mercado imobiliário, principalmente durante o Plano Real (1994 a 1997), com a chegada de vários empreendedores de fora do município, a Praia Grande passou pelo seu período de maior degradação.
Nesta fase, empreendimentos de todos os padrões passaram a ser lançados no local, sem o mínimo cuidado ou estrutura, no afã de multiplicar capital.
Permitiu-se de tudo, menos a verticalização, mantendo-se um teto de pilotis mais quatro andares.


A FASES DE OCUPAÇÃO DA PRAIA GRANDE
A falta de fiscalização e controle, por parte do Executivo, marca todas as fases de ocupação da Praia Grande: Na primeira fase de ocupação da praia Grande, ainda na década de 80, tem como marco o o jardim Praia do Sol, um loteamento que deveria ser totalmente residencial. Mesmo assim, ao arrepio da lei, vários proprietários alugavam seus imóveis, adaptando-os para pousadas.
No meio da Praia Grande, aconteceu o segundo momento da ocupação do bairro. O local é hoje um corredor comercial e considerado pelos corretores imobiliários, o ponto de maior índice de locação daquela praia, referido ainda como um excelente investimento em imóveis. Ter um imóvel na Praia Grande, naquele ponto é extremamente rentável como uma aplicação segura, com um bom retorno de renda, segundo várias imobiliárias consultadas.
No canto de subida para as Toninhas, recentemente ocupado, estão localizados os prédios mais valorizados, os grandes condomínios, com apartamentos cotados em centenas de milhares de dólares. Esta é fase atual da Praia Grande.
E foi exatamente nesta fase, dos empreendimentos milionários, que surgiu o questionamento sobre a legalidade dos quiosques naquela praia. A pergunta que não quer calar: quanto vale a vista destes edifícios se forem retirados os quiosques? Será que o preço destes imóveis não dobrará?
É preciso também lembrar que a ocupação da Praia Grande pela construção civil foi feita sem que a questão do saneamento básico fosse sequer discutida. Os prédios tinham fossa ou ligações clandestinas, despejando esgoto in natura no rio Grande. Na alta temporada, os caminhões limpa fossa não paravam. Quem estava por aqui no início dos anos 1990 lembra bem desta situação...
Foi a iniciativa privada, com o empenho empreendedor da Associação de Bairro do Jardim do Sol, através de uma cooperativa de saneamento, idealizada pelo Sr. Cleber (conforme conta o engenheiro Resende, mas acreditamos que devemos dar créditos também para o Sr. Alvaro), que colocou as mãos na massa e concretizou o primeiro sistema coletor de esgotos, que não contou com a participação de todos os prédios da região, mas minorou – sobremaneira – o impacto ambiental nas praias do Grande e do Itaguá.


E QUEM FREQUENTA A PRAIA GRANDE?
Conversando com vários corretores de imóveis, procuramos entender o que motivou a especulação imobiliária que varreu o bairro. A resposta: a partir do ano 2000, a Praia Grande passou a ser vista como um grande mercado para locações.
Segundo a corretora Sidneia Giroud, a compra de imóveis na praia Grande é realizada, em sua maioria, por investidores e turistas: “Segundo dados apresentados do setor, mais de 95% dos apartamentos vendidos na Praia Grande são para investimento, para locação”, diz Sidneia, que ainda complementa: “As características da praia Grande são as mesmas dos grandes balneários: população sazonal, sem ligação cultural com o município, que utiliza o local como lazer”.
E nesse contexto que se inserem os quiosques da Praia Grande: para receber exatamente esta demanda turística específica, atendendo, de forma satisfatória este público que nos visita e que quer apenas – e tão somente – diversão barata.


O X DA QUESTÃO
Ora, esta diversão barata, ruidosa, festiva e desorganizada vai entrar em conflito direto com os recentes empreendimentos de R$ 1 milhão! Mas este conflito ocorre por falta de uma política de fiscalização e de ordenamento urbano. Quando na praia impera a desordem, quase o caos, entra em cena um pensamento que chega a beirar o preconceito: o grande vilão do caos da Praia Grande é o turismo popular! Como este pensamento – apesar de errôneo – é fortalecido a cada temporada pelos problemas estruturais que a municipalidade não preocupa-se em resolver (ambulantes, lixo estacionamentos, nó no trânsito e urbanização). Este pensamento elitista, torto, torna-se peça de resistência no discurso para os grandes investidores, que sonham ver a praia Grande livre da população menos favorecida. Só que a Praia Grande, muito antes dos edifícios de luxo, sempre foi a praia mais popular de Ubatuba. A Praia Grande é referência de festa, de alegria, de descontração. Como em todos os lugares, de Copacabana, Barra da Tijuca ao Guarujá, aos poucos, a Praia Grande foi deixando de ser in, vip, passando a ser a principal praia para o “povão”, que vai para lá passar o dia. Não dá mais para sonhar com o tempo em que, ao invés dos prédios, havia apenas o areal e os bondes (esta talvez a paisagem congelada na memória por muitos).
No caso dos quiosques misturam-se ingredientes explosivos: de um lado, permissionários que se consideram proprietários, que acreditam que podem fazer verdadeiros restaurantes à beira mar, sem dar satisfações a ninguém e do outro, os empresários do setor imobiliário, que querem livrar-se da poluição visual e da desorganização causada pelo movimento do turismo popular, que é o público prioritário dos quiosques.


A PRAIA GRANDE – HOJE – É RUÍNA!
Mas como resolver este conflito, se a Praia Grande, há muito tempo, é a praia idílica na mente dos turistas populares? É só raciocinar: Ubatuba não conservou seus monumentos históricos e não oferece opções culturais. Os nossos visitantes – que em sua grande maioria frequenta a Praia Grande – tem o mesmo perfil identificado em todos os grande balneários: querem mesmo é beber uma cervejinha, tomar um banho de mar e fazer a bagunça deles. E qual o local eleito para isto: A Praia Grande! Foi lá que encontravam o melhor espaço para suas manifestações esfuziantes, uma Porto Seguro paulista: havia pagode nos quiosques, os carros ficavam com o som nas alturas tocando axé ou música sertaneja e – como diria Jurabelo, o radialista da Costa Azul – “que venha sol” e muita, muita cerveja. No final do dia, para completar, ainda havia o congestionamento na saída da praia!
Hoje, infelizmente, a Praia Grande é ruína: um sem número de quiosques interditados por ordem judicial (os que estavam realizando obras consideradas irregulares), outro tanto perigando parar por embargos administrativos (os que realizaram as obras consideradas irregulares e acabaram ficando fora da ação judicial) e não há nenhuma solução em curso . O turista ao deparar com este quadro, não entende nada. Ele, que veio para a “farra”, para divertir-se da maneira que estava acostumado a se divertir em Ubatuba, com cerveja, sol e muito barulho, acaba fazendo suas adaptações e tudo bem.
Não tem banheiro público ou há poucos sanitários na praia? Irão urinar nos muros dos condomínios de luxo! Não pode ter música ou qualquer tipo de evento na praia ou nos quiosques? Tudo bem, improvisam uma batucada! Os quiosques estão fechados? Melhor ainda, trazem isopores e a cerveja de casa!
O que acaba sobrando para Ubatuba? Nem a caixinha dos atendentes ou o dinheiro da cerveja. Apenas a degradação e sujeira. Bem, se você for catador de latinha...


O QUE NÃO VEM À TONA
Longe de querer defender - ou atacar - qualquer uma das partes envolvidas neste conflito de interesses, é importante esclarecer que como fiel da balança, deveriam estar a Prefeitura, esta para fiscalizar e equacionar estas questões e a Câmara dos Vereadores, atenta em sua função de criar instrumentos legais para que estas situações fossem resolvidas a contento.
É o que se espera do Executivo e do Legislativo: ações isentas, em prol do interesse comum, de todos os munícipes, respeitando-se a hierarquia das leis e os princípios do direito administrativo.
Mas, com a ausência de fiscalização do Executivo e com a edição de leis locais, no mínimo, contraditórias, acabou-se criando uma atmosfera permissiva, onde permissionários e construtores querem ter razão e se julgam acima de qualquer lei. Para comprovar, estão as dezenas de modificações nas leis 711/84 e 840/86, que regem – respectivamente - a construção civil e os módulos de praia (quiosques), muitas delas legislando de forma inconstitucional, na direção contrária a pareceres jurídicos, alterando regras básicas do direito administrativo como, por exemplo, permitindo a compra e venda de permissões de uso ou desfigurando a relação direta do permissionário com o objeto da permissão, criando a figura de um “gestor” para o quiosque! Na construção civil, também há casos, no mínimo, estranhos, como a diminuição na correlação entre áreas livres e construídas, e alterações de gabarito, onde são divulgadas as ementas apenas com termos técnicos e sem a apresentação de anexos, não tendo a maioria da população – e talvez até alguns dos vereadores – o real conhecimento da matéria que está sendo votada.
Em autêntico jogo de faz de conta, relatórios de impacto ambiental e estudos técnicos independentes não são solicitados e, quando o são, acabam sendo ignorados. Audiências públicas acontecem sem que se siga um rito que permita a verdadeira participação dos interessados. E é nessa vertente que parece haver a maior contradição:


LICITAÇÃO OU CONFLITO DE NORMAS?
Na luta que se trava judicialmente, conhecida entidade que atua na defesa da coisa pública e do meio ambiente, acaba levando a reboque, como beneficiários, ainda que indiretos, construtores e incorporadores da Praia Grande. A ação em andamento mira apenas os permissionários, apontando para os quiosques como se fossem o câncer que deve ser extirpado da Praia Grande.. Infelizmente, a discussão é muito mais ampla e ainda mais complexa e precisa, necessariamente, enfeixar todas as mazelas conhecidas daquele bairro (entre elas: urbanização, estacionamento, ambulantes, segurança, esgoto, lixo, altura dos prédios e distâncias entre os mesmos, além da ventilação e luminosidade) e deve perspassar, também, pela falta de conscientização da nossa sociedade e de seus representantes, de que as leis devem ser elaboradas, votadas e sancionadas apenas quando forem do interesse de toda a população.
Na questão específica dos quiosques, ainda há tempo de resolver, mas, alguém se habilita? Termos de ajuste de conduta já foram apresentados, mas esbarram no entendimento de alguns permissionários de que teriam direitos adquiridos sobre as permissões adquiridas (este entendimento, pode ter sido gerado por uma interpretação extensiva das leis municipais 1092/91 e 1199/93, uma vez que as mesma permitem a transferência onerosa das permissões para terceiros, descaraterizando o conceito de permissão) e , não aceitando a proposta de realização de licitação, mesmo estando esta prevista no art. 4°, parágrafo 6° da Lei 840/1986. No entendimento de alguns permissionários, a legislação municipal, que lhes é desfavorável, estaria sobreposta à federal, uma vez que tiveram que obter licenças junto ao Patrimônio da União, o que lhes permitiria continuar operando, gerando – segundo eles - um conflito de normas.
Para encerrar, fica a pergunta: no atual estado em que se encontra a Praia Grande, com a invasão de ilegais (ambulantes e carrinhos), quem lucra com isto? O que acaba sobrando para Ubatuba? Nem a caixinha dos atendentes ou o dinheiro da cerveja. Apenas a degradação e sujeira. Bem, se você for catador de latinha...

*Marcelo Mungioli é advogado e jornalista, foi criador e editor dos jornais “Ubatuba em Revista” e “Correio Caiçara”, além de produzir e apresentar a revista eletrônica semanal “TV Ubatuba”, durante os anos de 1994 e 1995.

SAPU agradece

Sociedade Amigos da Praia do Ubatumirim – SAPU

Ubatumirim na onda do resgate. A comunidade local vem por meio deste, agradecer ao prefeito municipal e ao administrador da Regional Norte, pelas melhorias nesta comunidade, sendo elas:

1- Recuperação da estrada do cemitério centenário, localizado no canto norte da Praia do Ubatumirim.
2- Reforma da passarela do canto sul da Praia do Ubatumirim, que dá acesso à praia da Justa.

O resgate está apenas começando.

Zita Pedra dos Santos
Presidente da SAPU

Notícias da Prefeitura

Notícias do dia 21 / 11 / 2006
  • Ubatuba é a cidade com menor índice de criminalidade do Litoral Norte
  • Polícia Militar de Ubatuba promove “I Ação Cidadania da 3ª Cia”
  • Defesa Civil atende ocorrência na BR-101
  • Ubatuba traz cinco medalhas do Pró Natação
Leia aqui

Manchetes do dia

Terça-feira, 21 / 11 / 2006

Folha de São Paulo:
"Pane atrasa mais de 40% dos vôos"
O país enfrentou ontem mais um dia de caos nos aeroportos, com atrasos de pelo menos 45 minutos em 43,2% dos vôos. Mas, desta vez, as dificuldades foram atribuídas ao mau tempo no Sul e no Sudeste durante o final de semana, e não à operação-padrão dos controladores de tráfego aéreo. Segundo a Aeronáutica, as chuvas causaram o rompimento de um cabo de fibra ótica do Cindacta-2, em Curitiba, que foi consertado ainda na madrugada de ontem. Esse centro controla o tráfego da região Sul.


O Globo:
"Legislativo e Judiciário querem aumento salarial de até 91%"
De uma só vez, parlamentares, juízes e procuradores da República estão em campanha para aumentar seus vencimentos. No Congresso, deputados e senadores querem reajustar seus salários em 91,4%, de R$ 12,8 mil para R$ 24,5 mil. Para não estourar o Orçamento do Legislativo, a proposta é acabar com a verba de R$ 15 mil que cada parlamentar tem direito para gastos com combustível, aluguel e alimentação, mediante apresentação de nota fiscal. No Judiciário, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie, propôs um abono de 12% para os 15 integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido por ela mesma. Se o jeton for aprovado, todos passam a ganhar até R$ 30 mil mensais, acima do teto do serviço público. Os procuradores da República também querem instituir um abono semelhante para os 15 integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público.


O Estado de São Paulo:
"Chuva afeta controle aéreo e atrasa metade dos vôos"
O rompimento de cabos de fibra óptica necessários para o controle de tráfego aéreo no Sul provocou um efeito-cascata que atrasou ontem 651 vôos pelo País, pouco mais que a metade do total de 1.270. Houve demora de até 10 horas e protestos de passageiros. No Aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba, cerca de 80 pessoas invadiram a pista por volta de 8 horas. Elas esperavam um avião que deveria ter pousado às 22 horas de domingo. "Foi horrível, as crianças dormindo no chão, com frio e fome", contou a administradora de empresas Alessandra Albuquerque. Em Cumbica, por volta das 3 horas, pelo menos 200 passageiros começaram um protesto e vários deles relataram que um policial federal sacou uma arma para conter a manifestação. Os cabos de fibra óptica foram derrubados pela queda de árvores em Curitiba, no temporal de domingo, afetando a comunicação por rádio do centro de controle local. Para garantir a segurança, foi aumentado o espaçamento entre os aviões.


Jornal do Brasil:
"A paciência acabou"
Pela primeira vez desde o início da baderna nos aeroportos, passageiros protestaram coletivamente, em São Paulo e Curitiba. Mais da metade dos vôos de ontem atrasou em todo o país. Em várias capitais, passageiros tiveram de passar a noite nos saguões, à espera de informações que a Infraero e as companhias aéreas recusam-se a fornecer. O TCU decidiu abrir uma auditoria para apurar as responsabilidades dos órgãos oficiais.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Editorial

Cidade atípica

Quantos habitantes há em Ubatuba? A pergunta parece fácil. Basta consultar os dados do IBGE, embora os números oficiais induzam a erros de julgamento. Se fizermos a média aritmética entre os meses de férias e o restante do ano, ficaremos mais próximos da verdade. A infra-estrutura do Município deve atender ao povaréu das férias, multidões ávidas por sol e água salgada. Nos meses de pico o sistema de esgotos fica sobrecarregado, o consumo de água cresce e o lixo produzido é multiplicado na razão direta do aumento populacional. Não vou lembrar do trânsito, que há muito tempo tem um gargalo na Praia Grande e em breve terá outro no Centro. Por ser uma cidade atípica, com população flutuante, Ubatuba deveria ter tratamento diferenciado. As verbas destinadas ao saneamento e aos serviços de telefonia e eletricidade deveriam ter em vista os meses de maior demanda. Ubatuba também precisa de eleições em dois turnos, embora sua população fixa não atinja o número necessário. Com dois turnos não teríamos um único grupo no poder. Os candidatos que passassem a primeira fase seriam forçados a buscar alianças, a fazer composições. O resultado é que haveria outro panorama político. Toco no assunto em função da seção “Arpoando” do jornal A Semana, onde há uma nota sobre uma pesquisa que teria sido feita para avaliar o governo. Não conheço a metodologia usada e não sei quem fez a consulta, mas tenho idéia dos resultados. Vencer uma eleição com um terço dos votos cria uma imagem distorcida da verdade das urnas. Principalmente quando a vitória foi conseguida por margem ínfima. Caso tivéssemos tido dois turnos, os candidatos Paulo Ramos e Eduardo Cesar teriam buscado o apoio de Pedro Tuzino e Rogério Frediani, que tiveram votação expressiva. Nem imagino o que teria acontecido ou quem teria sido o vencedor, mas certamente as alianças nos teriam levado a outro panorama administrativo. Mais adequado às necessidades do Município do que o que temos hoje. Eis uma boa bandeira para o nosso deputado federal, o elegante Clodovil. Dois turnos em Ubatuba. Já.

Sidney Borges

Duas fotos e um tema: Itaguá


Opinião

Brasil precisa de um partido conservador

Do inglês radicado nos EUA Kenneth Maxwell, diretor do programa de estudos brasileiros da Universidade Harvard, em entrevista publicada na Folha de S.Paulo, hoje:

"Há especulações de que o governador eleito de São Paulo, José Serra, tem vontade de criar um partido de centro-esquerda.
Maxwell - Há um perigo aí. Brasileiros sempre tentam dar um novo nome a algo quando não conseguem consertar o que já existe. O que o Brasil precisaria mesmo era de um partido conservador moderno, que fosse honesto ao defender o liberalismo e que assumisse suas crenças. Seria uma grande revolução. Já existe um partido de centro-esquerda, que é o PT. O que faltou na última eleição era: quem é a centro-direita? Serra tem estado sempre à esquerda de Lula, mas o PSDB tem mais alianças à direita.


É por isso que ninguém defendeu as privatizações?
Maxwell - É que ainda persistem dúvidas ou uma percepção de que houve negócios obscuros durante as privatizações. Não há provas, ninguém sabe, mas muita gente acredita nisso. A ironia é que hoje a maior parte dos brasileiros têm celulares e as linhas fixas foram vendidas para espanhóis, italianos, portugueses em um momento em que a tecnologia celular estava emergindo. Os estrangeiros pagaram muito dinheiro por essas linhas. De forma objetiva, o governo ganhou. Se houvesse um sólido partido conservador, teria dito durante a campanha: "Estamos felizes pela privatização". O PSDB fugiu do problema.""

Ubatuba em foco

Desgoverno de Eduardo Cesar

Lá se vão quase um ano e onze meses de desgoverno de Eduardo Cesar somam se mais de seiscentos e setenta dias de arrogância, prepotência, de absoluta falta de compromisso com o povo e com a verdade; preocupado em desqualificar quem o critica e de tudo fazer para evitar investigações acerca de um ambiente de permanente suspeição. Esse procedimento, caracterizado na linha da mais ostensiva falta de transparência, revela o desprezo por quaisquer mecanismos de participação popular, pelo planejamento urbano e pelas políticas públicas, hoje inexistentes, e pelas metas efetivamente sociais.
Não se pode duvidar da realidade apontada por um cenário deplorável (escolas, postos e centros de saúde sem médicos e remédios, o lixo sem destino adequado), que agride um povo pleno de esperanças num futuro melhor. Ubatuba se mantém numa condição humilhante, seu povo não sente o benefício de políticas de geração de emprego e renda. Agravam-se as condições de vida nas áreas de risco. Nada disso tem importância para este governo.
As promessas de campanha (orçamento participativo, acesso ao primeiro emprego, política habitacional, saúde digna, educação de qualidade, plano de carreira aos funcionários públicos municipais, etc.) são adicionadas à conta da propaganda enganosa, do uso descarado e abusivo de funcionários comissionados e de veículos em campanha eleitoral e de uma especial maestria em iludir. O clientelismo, a falta de transparência, as licitações suspeitas, reiteram o trato da coisa pública como negócio privado. Em lugar da prometida participação popular, veio o aumento de imposto, o despejo do dinheiro público na coleta do lixo e no aterro sanitário, na terceirização da merenda escolar, das creches, das obras da Av. Iperoig e da Praça 13 de Maio, etc. Recrudesce a prática fisiológica do contrato temporário (estágio remunerado, APM, etc).
A junta familiar do prefeito preserva a tradição de mostrar as unhas apenas no período eleitoral, quando abusa da máquina administrativa, do dinheiro público e de sua influência sobre a mídia. O resto do tempo é de desgoverno, quando não presta contas do que arrecada ou da alocação dos recursos na execução - que poderia beneficiar-se do aumento de arrecadação e da participação no FPM. A cronologia dos principais fatos políticos desse período nos dá uma boa amostra de como o esgotamento das ações desse esquema conservador poderá provocar graves danos para nossa cidade e para o nosso povo. A necessidade de buscarmos novos caminhos para nossa Ubatuba continua mais do nunca na ordem do dia. Há um fosso crescente que realça as desigualdades sociais. A cidade persiste em demonstrar a falta de planejamento e de uma política pública responsável de turismo, ao passo que as políticas da prefeitura não atuam no sentido de reduzir as disparidades. É notória a ausência de um projeto de desenvolvimento capaz de enfrentar o avanço da apartação social. A ação administrativa, marcada pelo improviso, não dá prioridade à qualidade de vida de nosso povo.
A situação da educação no município, fartamente discutida no período eleitoral, atesta o caos. Há indícios de que, além de professores, a prefeitura não dispõe de salas de aula para acolher os alunos matriculados. A desorganização da rede de ensino tem conseqüências danosas para milhares de estudantes. Essa situação tem merecido vasta contestação da sociedade.
A situação da Moradia torna-se cada vez mais dramática, o déficit habitacional é grande. As dificuldades das áreas de risco se agravam. Quando chegam as chuvas, seus moradores são duramente vitimados. A prefeitura não prioriza a reversão dessa calamidade pública. Inexiste uma política habitacional. Ubatuba não conta com uma estrutura institucional adequada para receber o aporte de recursos.
A situação da Saúde no município reflete a existência de um modelo de gestão concentrador que não investe numa rede adequada para assegurar a qualidade de atendimento à população. Os postos de saúde continuam sem estrutura adequada para a realização do atendimento básico.
A ausência de Política Cultural se expressa, entre outros aspectos, no abandono da Prefeitura ao Carnaval de Ubatuba. A penúria dos blocos e Escolas de Samba às vésperas do evento, revela a falta de prioridade e a omissão dos que não valorizam as tradições populares e culturais da cidade.
A situação do Transporte Público é resultado da inexistência de uma política municipal que coordene as diversas ações necessárias a uma melhor qualidade do serviço. Instrumentos diversos, como a criação do Conselho Municipal de Transportes, poderiam servir à construção dessa política. Na verdade, o serviço oferecido ao nosso povo não justifica o valor da tarifa cobrada. A população continua sofrendo com as precárias condições de atendimento, mau funcionamento do terminal, superlotação dos veículos e idade da frota acima da média estimada. Tais aspectos aliam-se à tradicional desarticulação entre os diversos equipamentos de transporte.
A ausência de Planejamento Urbano mostra a inépcia da atual gestão. Além disso, a paralisia da administração de Ubatuba foi demonstrada: das obras iniciadas pela a atual gestão, nenhuma delas estão acabadas. O fato ganha destaque porque a execução de obras foi o carro chefe da propaganda e do modelo administrativo de Eduardo Cesar, com forte apelo eleitoral. A falta de transparência no tratamento das contas públicas, o empreguismo familiar, as denúncias de corrupção, aliados à falta de diálogo com a sociedade, caracterizam o continuísmo administrativo de outras gestões. As denúncias de superfaturamento de obras, que inspiram nós vereadores de oposição a fazer vários pedidos de informações e que nos são negados, mostram que a prefeitura não costuma prestar esclarecimento efetivo à população acerca do uso dos recursos públicos. A presença de um círculo de familiares, aparentados e amigos do atual prefeito na administração, demonstra, mais que a força do nepotismo, a profunda promiscuidade entre a coisa pública e o interesse privado.
Tudo isso se reflete nesses primeiros seiscentos e setenta dias de desgoverno de administração Eduardo Cesar, desde as obras paralisadas que se espalham pela cidade à ação do grupo familiar que determina o ritmo da administração, do aumento traiçoeiro de impostos ao desperdício do dinheiro público nas obras paralisadas, nas terceirizações e de contratos irregulares. Além disso, a lógica dominante que priva os menos afortunados da satisfação de mínimas necessidades humanas, para abrir-lhes, de dois em dois ou de quatro em quatro anos, a torneira com cestas básicas e favores pessoais com recursos públicos. Elevar ao paroxismo a necessidade humana para saciá-la - de modo oportunista, ocasional e humilhante - diante das urnas, é o cruel mecanismo pelo qual se estabelece e mantém a dominação.
Tudo isso nos conduz à evidência de que estamos diante de um estrondoso esquema de dominação financeira e política. O povo está cansado de ser enganado. A sociedade requer mecanismos de participação (inclusive na consulta popular) que inaugurem o controle social dos gastos públicos. Acima de tudo, coloca-se a necessidade de um novo projeto para Ubatuba.
Com persistência, trabalharemos intensamente, ao lado do Movimento Ubatuba de Todos, na oposição ao modelo excludente implantado em Ubatuba, buscando articular o conjunto da sociedade mediante o estreitamento de laços com os parlamentares, partidos, sindicatos, igrejas, entidades populares e democráticas, personalidades, numa ação cotidiana de fiscalização das ações administrativas e políticas da prefeitura, e de denúncia incansável das práticas conduzidas pelo atual prefeito.
Todos estes problemas apontados mostram uma crise do Município, mas acompanhada por uma crise de governo, pois Eduardo Cesar e suas alianças funestas, mostram-se incapazes de avançar num projeto concreto de revitalização do município. Concede aos poderosos em detrimento dos mais necessitados. Apesar disso, a imprensa faz uma blindagem em torno de sua administração, vendendo a idéia de que está tudo bem e que os problemas que assolam Ubatuba são de responsabilidades dos governos anteriores. Com este bloqueio da mídia, resta para nós e para os movimentos sociais denunciar o desgoverno de Eduardo Cesar e reivindicar mudanças para que políticas sociais voltem a ter prioridade em nosso município. Para isso sugiro lançarmos uma campanha com o seguinte slogan: “Acorda Ubatuba”– A Farsa Acabou, pois desta forma podemos furar a blindagem deste governo e criar um símbolo de resistência e de luta contra o desgoverno de Eduardo Cesar.

Jairo dos Santos – PT
Vereador

Pensata

Capital Social

Ernesto F. Cardoso Jr.
“Capital Social”, aqui abordado, não é aquele importante componente do patrimônio líquido de uma empresa - um conceito econômico-contábil. “Capital Social” é, também, um conceito sócio-econômico. É tese desenvolvida por estudiosos das ciências sociais que analisam as causas do crescimento e desenvolvimento de grupos e sociedades e que observaram ser este um componente marcante, um divisor de águas, entre sociedades que evoluem, crescem e prosperam e sociedades que não se desenvolvem, emperram, ou até regridem.
Capital Social, no conceito sócio-econômico, pode ser definido como sendo o conjunto de normas, valores, ou condutas que, normalmente compartilhados entre os membros de um grupo, lhes permite desenvolver a cooperação, a coexistência produtiva e o desenvolvimento integral de todo o grupo. Deve-se enfatizar aqui não só o aspecto da normalidade, como o da informalidade, na prática desses valores, contrariamente à imposição dos mesmos por normas legais.

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Notícias da Câmara

Empresas de financiamento deverão fixar cartazes de desconto para pagamento antecipado

As empresas de Ubatuba que operam com financiamento, crediários ou empréstimos serão obrigadas a manter fixado, em local visível, placas ou cartazes informando ao consumidor o direito de obtenção de desconto em caso de pagamento antecipado do débito.
Assim determina o Projeto de Lei de autoria do Presidente do Legislativo, vereador Dr. Ricardo Cortes (PV), aprovado na última terça-feira, dia 14, na Câmara Municipal.
De acordo com a Lei, o Procon, órgão de proteção ao consumidor, será o responsável em fiscalizar e aplicar as devidas penalidades à empresa infratora.
A princípio a empresa que descumprir a lei será advertida e terá dez dias para providenciar os cartazes ou placas, caso contrário será aplicada multa de um a dez salários mínimos. Em caso de reincidência, a empresa será penalizada com multa dobrada e o total descumprimento da Lei acarretará na interdição do estabelecimento. “Esta lei visa garantir ao consumidor seus direitos. Com a informação através de cartazes ele poderá programar a quitação ou diminuir o valor dos encargos assumidos junto a instituição de crédito”, explicou Dr. Ricardo.

Fonte: Laura Ennes - ASCOM

Manchetes do dia

Segunda-feira, 20 / 11 / 2006

Folha de São Paulo:
"Cresce a participação dos negros nas universidades"
De 1995 a 2005, percentual de negros e pardos no ensino superior aumentou de 18% para 30%, revela pesquisa do IBGE.
Inclusão foi maior a partir de 2001. Nos últimos cinco anos, entraram mais negros que brancos na rede pública; eqüidade chegará em 2015.


O Globo:
"Petrobras faz, sem licitação, convênio de R$ 228 milhões"
Sem licitação, a Petrobras fechou este ano um convênio inédito, no valor de R$ 228,7 milhões, com a Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi) para a formação de 70 mil profissionais. A entidade reúne algumas das principais empreiteiras do país, e pelo menos 13 dessas empresas associadas doaram R$ 16,7 milhões a candidatos e partidos. Do total, R$ 6,4 milhões foram para os caixas do PT e do PCdoB. A UTC Engenharia, empresa na qual trabalha o presidente da entidade, Ricardo Ribeiro Pessoa, distribuiu na eleição R$ 1,5 milhão, sendo R$ 1,3 milhão só para petistas. Líderes no Congresso querem incluir nas investigações da CPI das ONGs, a ser aberta no Senado, os dados revelados ontem pelo GLOBO mostrando eu a Petrobras liberou entidades ligadas ao PT.


O Estado de São Paulo:
"Câmaras encolhem, mas gastos aumentam"
Embora as câmaras municipais, em 2005, tivessem 8.445 vereadores a menos do que no ano anterior, com redução de 16,5%, as despesas dos municípios com o legislativo cresceram nominalmente 7,58% nesse período. Estudo do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) mostra também que, em relação ao total das despesas das prefeituras, o gasto com as câmaras municipais subiu de 3,38% para 3,56% no período de 2004 para 2005. O levantamento do Ibam é baseado em dados da Secretaria do Tesouro Nacional, órgão do Ministério da Fazenda. Segundo François Bremaeker, economista coordenador do trabalho, "os limites legais de gastos continuaram os mesmos" e por isso "o que foi economizado de um lado foi gasto em outro".


Jornal do Brasil:
"Alerta Ambiental - Trânsito causa 77% da poluição no Estado"
Gases emitidos pelos canos de descargas já respondem por 77% dos poluentes atmosféricos, alerta a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente. Enquanto o trânsito despeja 40 mil toneladas de substâncias nocivas anualmente, a procura por especialistas em distúrbios no nariz, ouvido e garganta cresce 30%.

domingo, novembro 19, 2006

É campeão!

Imprensa

Aparelhar mais?!

De O Estado de S.Paulo, hoje:
"Das muitas contradições entre o sentido das palavras e a realidade dos atos que têm caracterizado o governo Lula, nos poucos dias passados desde a reeleição, destaca-se com grande evidência a que se refere ao seu relacionamento com a imprensa. Ao reconhecimento de que toda sua trajetória política se deveu ao amplo espaço que sempre obteve na mídia, Lula acrescentou uma profissão de fé na melhoria dessa relação e anunciou a intenção de adotar a rotina das democracias (à qual sempre fora avesso), em que os chefes de Estado e governo dão entrevistas coletivas, em lugar de apenas produzirem falas oficiais lidas no teleprompter das câmeras de televisão, com transmissões compulsórias em rede nacional. Mas seus atos, e os de seis assessores, assumiram significado exatamente oposto ao das intenções reconciliatórias, mostrando um ânimo de autoritarismo censório como se o presidente e seu partido tivessem velhas contas a ajustar com a imprensa."

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Carcará 66



Crispim

Amanhã é o “Dia da Consciência Negra”. A data me fez lembrar do Crispim, meu amigo de muitos anos, cuja pele é negra como um pedaço de carvão. Qual é exatamente a importância da cor da pele? Com o Crispim aprendi muito sobre mecânica, passei horas agradáveis falando de corridas e ouvindo histórias dos tempos em que Interlagos era um templo romântico de um país cheio de esperança e garra. Escolhi o Crispim para homenagear os negros do Brasil, que tanto fizeram por este país e tão pouco receberam em troca. Um grande abraço amigo Crispim, precisamos nos ver por aí.

Foto: O Carcará em exposição na inauguração da revenda Cota, na Rua Assunção, 401, Botafogo em 29 de junho de 1966: da esquerda para a direita: Antonio Casari (pai de Norman), Norman, Italo Antonangeli (mecânico), Antônio Paulo Araújo, Bob Sharp, Miguel Crispim (O Mecânico), Rony Sharp (de terno), Jorge Lettry, Götz Walter Leider, Rino Malzoni e um amigo de Norman.

Sidney Borges
Saiba mais sobre o Carcará
 
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