sábado, janeiro 01, 2005

Ano Novo, Vida Nova...

Decreto Nº 001 de 1 de janeiro de 2005

“Suspende por prazo indeterminado a cobrança de estacionamentos públicos e dá outras providências”.

Para iniciar o governo com uma medida de impacto, o prefeito Eduardo César acabou com a zona azul nas praias. Fica portanto liberado o estacionamento, se alguém tentar cobrar, chame a polícia, é ilegal.
Para ler o decreto na íntegra, clique aqui.

Editorial

2005 chegou. Não sei quanto aos leitores, mas 2004 foi um ano duro, de muito plantio e pouca colheita.
Eu estava entretido nesses pensamentos quando a hora da virada aconteceu.

Confesso ter contribuído com o barulho ao abrir uma garrafa de champanhe. Quando o foguetório já tinha amainado olhei para o relógio.
Meia noite e quinze! Pensei comigo: como este ano está passando depressa!
Agora já é de manhã, estou preparando o equipamento que vou levar para a posse.
Aliás, a posse é apenas um detalhe, algo me diz que poderemos ter surpresas na eleição do Presidente da Câmara. Ontem deve ter sido um dia de muitas conversas ao pé do ouvido, como se diz em Portugal.
De qualquer forma, 2004 viu nascer o Ubatuba Víbora, que aos poucos está aumentando o universo de leitores e ampliando o leque informativo.
Vamos continuar discutindo os problemas que afligem o município e procurar situar o leitor no que há de importante no país e no mundo. Outros veículos estão chegando, vão contribuir para a abertura de um leque de possibilidades para os leitores. Quanto mais informação circular, menos espaço haverá para as práticas dos últimos governos da cidade, que pouco fizeram de positivo.
Se alguém perguntar qual é a orientação do UV, se é de oposição ou se apóia o governo, responderei que não somos nem seremos uma coisa ou outra. Somos comprometidos com a informação, apenas isso.
Se for de interesse da cidade, terá espaço no UV. Desejo um ótimo ano para os leitores, vocês me dão ânimo para continuar.
Apareçam sempre!

Sidney Borges

Bom dia

Ricardo Faria - Jornalista
Viva Clodovil Hernandez! Viva Roberto Mamede! Viva Ernesto Cardoso! Viva Orlando Sales! Viva Newton Guttemberg Ciryllo! Viva Marco Antonio Ruggiero! Viva Luiz Felipe Azevedo! Viva Miguel Soares Pereira! Viva Carlos Alberto Barreto! Viva Dirce Marangoni! Viva JR! Viva Leo Lérro! Viva o nosso prefeito Eduardo César! Viva a nossa Câmara Municipal! Viva o nosso Judiciário! Viva o povo ubatubense! Viva a nossa esperança de dias melhores! Viva 2005!
Viva Plínio Marcos:“Maldito seja eu e que escarrem no meu nome, se algum dia eu deixar de ir ao encontro dos que vêm a mim, por preguiça ou apodrecido pelo sucesso. Que me desprezem se eu achar que algum lugar dessa pátria que eu amo é longe de onde eu moro. Não me deixem sozinho agora que estou com mais que mereço, meus amigos e irmãos. Superem meu temperamento difícil, meu modo agressivo e não me deixem sozinho. Não me deixem, nem por um minuto, mudar o meu rumo, me confundir, me enroscar, me levar a sério, acreditar no supérfluo, no nome no jornal. Agora, mais do que nunca, eu preciso dos perdedores do meu lado, preciso dos encarcerados, dos perseguidos, preciso dos cassados e dos impedidos de participar da vida nacional. Preciso dos que anseiam por justiça e dos desesperançados. Preciso dos famintos e dos enfermos. Preciso dos meus fantasmas de sempre. Porque eu não quero nada sem estar com eles. Nem Paris, nem Madri, nem nada. Nem o dinheiro, nem os aplausos, nem o retrato no jornal. Eu quero a liberdade de expressão no território brasileiro. Eu quero a dignidade para o homem brasileiro. Eu quero o trabalho com remuneração que dê para todos os homens adquirirem seu pão, seu teto, seu fogo, seu livro. Eu quero o respeito pela manifestação espontânea do povão sempre lesado e marginalizado da sua própria história. Eu quero tudo isso na terra em que nasci e onde aprendi com meus pais, vizinhos, amigos, mestres e com os maiores, que seria assim. Não me deixem, portanto, sozinho, nesse momento em que meu trabalho rompe barreiras e dá alguns frutos. Eu não quero esses frutos e tenho que achá-los sempre amargos, enquanto não houver justiça, liberdade de expressão no solo onde criarei meus filhos e se criarão os filhos dos meus irmãos, os filhos dos meus filhos e os filhos dos filhos dos meus irmãos. Não me deixem sozinho, não me tratem com deferências, não me dêem o melhor lugar à mesa. Pelo amor de Deus de nossa fé, não me deixem sozinho, não deixem que eu me perca de mim mesmo. E assim, um dia, quando o sol raiar e houver festa do povo nas ruas da agora triste Aldeia do Desconsolo, eu possa ser a única coisa que queria ser de verdade: um saltimbanco.Um povo que não ama, que não preserva as suas formas de expressão mais autênticas, jamais será um povo livre.” Até as 10 h na Câmara Municipal.

sexta-feira, dezembro 31, 2004


Como será a nossa navegação política e social?

Pedro Paulo Teixeira Pinto* - Professor
1º de janeiro, Dia Mundial da Paz é, para Mário Quintana “... o dia da mais antiga esperança do mundo...” Todas essas datas, como de resto uma infinidade de leis, e tal, são convenções criadas pelo “homo sapiens” para ordenar um pouquinho a bagunça das coisas no planetinha; é, por conta e risco das comunicações, a Aldeia Global, do então (?) futurólogo Marshall Mcluhan, ficou menor (ou maior?). O fato é que sempre mais uns dos outros. A fofoquinha já é quase desnecessária.
No começo da década dos anos 70 Mcluhan mexeu bastante com nossas cabeças apresentando suas teorias no seu livro “Understanding Media” (Os meios de comunicação como extensões do homem), conforme foi colocado em português, leitura obrigatória na época.
Lá pelas tantas páginas diz ele que: “Estamos tão sonados em nosso mundo elétrico quanto o nativo envolvido por nossa cultura escrita e mecânica... A velocidade elétrica mistura as culturas da pré-história com os detritos dos mercadologistas industriais, os analfabetos com os semiletrados e os pré-letrados”.
“Crises de esgotamento nervoso e mental nos mais variados graus constituem o resultado, bastante comum, do desarraigamento e da inundação provocada pelas novas informações e pelas infindáveis estruturas informacionais”. Nenhuma novidade para quem além do Faustão e das novelas vê alguma outra coisa.
Diz ainda que na peça Troilo e Cressida, Shakespeare reafirma a sua consciência de que a verdadeira navegação política e social depende da capacidade de antecipar as conseqüências da inovação.
É aí que nós entramos. Mas se há que haver consciência histórica e planejamento estratégico, ou seja, precisamos ser civilizados, mas ainda não é tudo. Faz-se imprescindível ação determinada. Quem ficar refém das fofocas esquineiras, dos boatos e dos artiguinhos irados, de dor de cotovelo e vazios, de algumas comadres que freqüentam a nossa mídia, cairá em desgraça. Vou dizer uma frase nova: temos que “separar o joio do trigo”, e uma boa administração para o novo governo ubatubense/ubatubano que irá se instalar no primeiro dia de janeiro é o que desejo. Feliz Ano Novo???

*Ex-prefeito de Ubatuba

Vernáculo...

“Nas leiras, dispostas com simetria agradável, verdejavam... legumes de todas as castas” (Trindade Coelho, Os meus amores, pág. 92)
Nunca li esse livro, nem tampouco conheço o autor, soube da existência dele quando fazia pesquisas para o meu projeto de reforma da língua portuguesa, que estou adiando há mais de trinta anos e agora resolvi atacar.
Eu queria saber o significado da palavra leira, que é o final de prateleira, palavra com a qual absolutamente não concordo.
Para que servem as prateleiras? Como todos sabemos para guardar coisas em suas diversas partes. É obvio que sendo um local cheio de partes, deveria ser parteleira, com leira significando muitas. Muitas partes, parteleira. Lógico, claro e cristalino. Não sei como o Houaiss não pensou nisso.
Também é evidente que a denominação popular da ave do gênero dos psitacídeos, muito encontradiça no país está completamente equivocada. Papagaio. Papa todos sabem que é o chefe da Igreja, o que poucos sabem é que gaio é o cabo que agüenta para vante o pau de surriola, ou ainda é um dos guardins do pau de carga, portanto nada a ver com a ave.
Esses paus também não sei a que vieram.
O correto deveria ser “papagalho”, mais popular, mais “Genoíno”, nestes tempos socialistas.
Papa tem a ver com a ave falante o que está absolutamente correto uma vez que falar é das principais atribuições do Sumo-Pontífice. Galho é galho, ninguém é tão ignorante a ponto de não saber coisa tão obvia.
Também acho estranha a denominação dada às peças de cerâmica que usamos para cobrir as casas. Telhas, enquanto os diáfanos véus tecidos pelas aranhas são denominados teias, o que é difícil para a população interiorana que chama as telhas de teias e as teias também de teias embora todos saibam quando a conversa é sobre teia, que ninguém confunde com teia.
Outro dia vou discorrer sobre o tema cumeeira, começando por meeira, já que o começo da palavra é universal, todos sabem o que é e possuem. Por que uma parte do telhado – ou seria teiado? - que fica em cima começa com a singela denominação de algo que fica embaixo? Mistérios que um dia desvendarei.

Sidney Borges

Claudinho x Silvinho



Pois é, no jogo do vai e vem não se sabe quem será o vencedor. Ainda dá tempo de apostar!
Notem os torcedores, são galos, uma homenagem ao brilhante publicitário do PT, Duda Mendonça, aquele que remove delegados.

Comemoração

sidney borges


Essa turma está comemorando alguma coisa. Alguém poderia me dizer o quê?

Viva o verão...

sidney borges


Dia de sol no portinho. Onde está a minha bicicleta?

Bom dia

Ricardo Faria - Jornalista
Amanhã vamos acordar cedo e gritar bem alto: Bom dia Ubatuba, bom dia minha terra querida, bom dia Idalina Graça! Bom dia Ciccilio Matarazzo! Bom dia Clodovil! Bom dia a todos de boa fé! Vamos à Câmara Municipal, à Prefeitura, tomar posse do que é nosso, conhecer os fatos que envolveram a administração municipal nas últimas décadas. Finalmente! Primeiro de janeiro de 2005, posse do novo prefeito eleito Eduardo César. Um marco histórico, uma espécie de Lei Áurea. Até que enfim nos livramos do quarteto maldito que tanto nos prejudicou com as malversações do dinheiro público, cambalachos, politicalha barata que degradou o município de maneira irreparável em vários locais. Ameaçaram, amedrontaram, nos impediram de desfrutar com qualidade de vida da nossa Ubatuba, a mais linda cidade do litoral brasileiro. Clamam por isso os que morreram nas filas da Santa Casa, que perderam a vida graças a violência que invadiu e tomou conta do município no Ipiranguinha ou no Lázaro, no Itaguá, no Rio Escuro, no Perequê Açu... Os jovens que se drogaram, se prostituíram pela falta de oportunidades. Os que tiveram que sair de Ubatuba em busca da sobrevivência. Os que permaneceram passando necessidades, até fome. Juntos bradamos por uma sindicância na Prefeitura que nos mostre os detalhes e aponte os responsáveis por essa situação catastrófica. Juntos desejamos levar os bandidos de colarinho branco às barras dos tribunais. Juntos exigimos que se faça Justiça, a única reparação. Os bandidos, porque somente bandidos agiriam dessa maneira, devem ser castigados. Sindicância Já. O povo quer saber, a Justiça também. O quarteto maldito et caterva não pode escapar ileso. O Eduardo César não pode negar isso! Queremos praia limpa! Diga não ao mar de lama! Sindicância já!

Dos fogos...

Terminou 2004, ou melhor, ainda faltam algumas horas para o torturante bombardeio que se convencionou ser a melhor forma de saudar o ano novo. Bombas e mais bombas violentam nossos tímpanos e agridem a nossa sensibilidade. Devem ter um significado. Seria emular as guerras que tanto agradam ao bípede sapiens? Chamar a atenção para quem as solta? Torturar os pobres animais que sem nada entender se limitam a nos olhar desesperados? Suponho que seja para atrair bons augúrios para os dias que virão. Quais divindades gostam de barulho? Pelo que sei, no “Paraíso”, a direção musical cabe a Johann Sebastian Bach, auxiliado por um seleto grupo de notáveis no qual se incluem Irving Berlin, Cole Porter e o quase recém chegado Tom Jobim. O “Gerente Geral” aprecia Handel e Haydn. O único membro da corte musical celeste que tem apreço pelo foguetório é Ludwig van Beethoven. Sei também que nestes dias, no Inferno, numa arquibancada especialmente construída para a ocasião, sentam-se Hitler, Stalin e Mussolini, ao lado da cadeira reservada a Pinochet. Ao som de New Kids on The Block, a todo volume, assistem ao espetáculo ruidoso. No calor das explosões as doces criaturas choram de alegria e nostalgia lembrando os dias felizes da Segunda Guerra Mundial.

Sidney Borges

quinta-feira, dezembro 30, 2004

Nossos irmãos d’além mar

O jornalista Mário Prata, em sua coluna do Caderno 2, do jornal “O Estado de São Paulo”, de 16 de agosto de 2000, publicou frases coletadas de jornais lisboetas, autênticas pérolas do jornalismo luso. A compilação teve a autoria de Edson Athayde e foi publicada no “Diário de Notícias”, um dos mais conceituados e tradicionais jornais de Portugal. Republicamos no Ubatuba Víbora, um dos mais conceituados e tradicionais informativos de Ubatuba.

“Parece que ela foi morta pelo seu assassino”.

“Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça”.

“Os antigos prisioneiros terão a alegria de se reencontrar para lembrar os anos de sofrimento”.

“A polícia e a justiça serão as duas mãos de um mesmo braço”.

“O acidente fez um total de um morto e três desaparecidos. Teme-se que não haja vítimas”.

“O acidente foi no tristemente célebre Retângulo das Bermudas”.

“Este ano as festas do 4 de Setembro coincidem exatamente com a data de 4 de Setembro, que é a data exata, pois o 4 de Setembro é um domingo”.

“Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio trata-se de um incêndio”.

“O velho reformado, antes de apertar o pescoço de sua mulher até a morte, suicidou-se”

“No corredor do hospital psiquiátrico, os doentes corriam como loucos”.

“Ela contraiu a doença na época em que ainda estava viva”.

“A conferência sobre a prisão de ventre foi seguida de um farto almoço”.

“O acidente provocou uma forte comoção em toda a região, onde o veículo era bem conhecido”.

“O aumento do desemprego foi de 0% em novembro”.

“O cabrito montês ficou morto na estrada durante alguns instantes”.

“Na chegada da polícia, o cadáver encontrava-se rigorosamente imóvel”.

“As circunstâncias da morte do chefe de iluminação permanecem rigorosamente obscuras”.

“O presidente de honra é um septuagenário de 81 anos”.

“É uma bela obra, de onde parecia exalar toda a fria tristeza da estepe gelada. Foi executada com um calor magistral”.

“Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para satisfação dos habitantes”.

“Essa nova terapia traz esperanças a todos aqueles que morrem de câncer a cada ano”.

“Apesar de a meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente”.

“Os sete artistas compõem um trio de talento”.

“A polícia encontrou no esgoto um tronco que provém seguramente de um corpo cortado em pedaços. E tudo indica que esse tronco faça parte das pernas encontradas na semana passada”.

“A vítima foi estrangulada a golpes de facão”.

“Um surdo-mudo foi morto por um mal-entendido”.

“Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens”.

“Os nossos leitores nos desculparão por este erro indesculpável”.

Das fotos...

Ricardo Faria - Jornalista
A foto do Luiz Roberto de Moura mostra a turma que comandou a política ubatubense nos últimos trinta e tantos anos, revezando-se no poder, muito bem articulada. Especializados no conhecido jogo em que o vencedor sempre amparava os vencidos. Uma teia que envolveu e ainda envolve falsas lideranças da comunidade especialmente fabricadas para, digamos, aparentar respaldo popular. Dessa maneira, nos levaram a péssima situação em que nos encontramos. Más companhias, más influências, que a administração Eduardo César tem a obrigação de banir. Acreditamos na proposta do “resgate”. É melhor que se realize. Ubatuba ainda é um dos recantos mais lindos da costa nacional. Temos o dever de resguardá-la. Para tanto, precisamos, mais do que nunca, dessa esperança. Quanto aos fotografados: vão de retro!

Ubatuba está quase salva...

Divulgação


A partir do dia primeiro, quem vir esta figura voadora nos céus ubatubenses não precisa temer. Não é uma bala. Não é um avião. Não é um objeto voador não identificado.
É o Super-Homem, que com seus super-poderes vai ter um super-trabalho para lidar com as mentalidades super-atrasadas da cidade.
Boa sorte Super. Você vai precisar.
E agora, falando baixinho: Cuidado com a kriptonita, tem gente fazendo estoque!

Eleitos tomam posse dia 1º

A solenidade de posse do prefeito e vice-prefeito de Ubatuba acontece na Câmara Municipal a partir das 10 horas e a transmissão de cargo, logo após, na Prefeitura

O prefeito Eduardo César, seu vice, Domingos dos Santos e os dez vereadores eleitos em 3 de outubro serão empossados sábado, dia 1º de janeiro, numa solenidade na Câmara Municipal marcada para as 10 horas da manhã. Logo após essa cerimônia, o prefeito Eduardo César, acompanhado de seu vice se dirigirão para a Prefeitura Municipal onde receberão os cargos de seus antecessores. A transmissão dos cargos está prevista para as 11 horas, na sala de reuniões do Gabinete do Prefeito. Após essa solenidade que deverá ser bastante breve, os novos dirigentes do município de Ubatuba retornam para o pátio próximo a rampa onde farão seus discursos de posse. O evento será encerrado com um culto ecumênico.
Fonte: Assessoria de Comunicação

Estão todos na foto. Estão bem?

Luiz Roberto de Moura


Acima aparecem aqueles que comandaram Ubatuba nas últimas décadas.
Para fazer um alvo de dardos, clique na foto e ela aparecerá ampliada.
Depois é só imprimir, colocar na parede e lançar as setas.
Os pontos devem ser atribuidos de forma inversa aos estragos feitos na cidade. Bom divertimento!

Sidney Borges

quarta-feira, dezembro 29, 2004

Das posses e das ressacas.

Estava dando tratos à bola quando me ocorreu que a posse será na manhã do sábado, para ser mais preciso às 10 horas, na Câmara Municipal.
Acontece que sábado é dia 1 de janeiro de 2005, portanto, na sexta-feira, dia 31, as pessoas ficarão acordadas até mais tarde, além de tomar uns tragos.
Vai ser uma posse com direito a “engov”.
Aliás, seria uma ótima providência do presidente da Câmara, Rogério Frediani, na sua última atuação, promover farta distribuição de pílulas contra a ressaca.
Certamente boa parte dos presentes faria uso. E certamente agradeceria. Sempre é bom lembrar que quatro anos passam voando.
Como é uma data especial, a posse deveria ser marcada para o período da tarde. Depois da solenidade poderiam ser feitas as comemorações, com churrasco e chopp.
A galera, recuperada da ressaca anterior, poderia iniciar outra para saudar com estilo o ano que chega.
Por falar em posse, é grande a curiosidade para saber quem vai suceder Frediani na presidência da Câmara. Dizem que o bastão já foi passado, só faltando confirmar o Dr. Ricardo.
Em se tratando de Ubatuba tudo pode acontecer, portanto não dá para afirmar nada.
Depois da eleição saberemos.
A assessoria de Eduardo César deu os nomes de quase todos os secretários e assessores, só não disse quem vai ser o(a) assessor(a) de comunicações. O que aconteceu Sonia? O gato comeu o teclado ou o Jija (O Golbery do Litoral Norte) vai acumular mais uma função?

Sidney Borges

Servir

Mario Luiz de Camargo*
EU DORMI E SONHEI QUE A VIDA ERA SÓ ALEGRIA
ACORDEI E VI QUE A VIDA ERA SÓ SERVIÇO
AÍ EU SERVI E PERCEBI QUE O SERVIR ERA A ALEGRIA
.”
Rabindranath Tagore
Poeta hindu – Prêmio Nobel de literatura de 1913

Sempre é maravilhoso revisitar este texto de Tagore. E creio ser uma boa maneira de abrir este tema do “servir”, pois, além da beleza estética é a pura expressão da verdade.
Servir indica qual é a razão para qual o “Ser” existe. Qual é o seu papel, qual é o seu uso, qual é o seu valor, qual é o seu desempenho ou função.
O servir transpassa por toda a trama de que é feita a textura do Universo. Tudo serve para alguma coisa. Não existe nada que não sirva para nada. A humanidade também não escapa desta lei. Todos nós somos obrigados pela evolução biológica a servir ao nosso organismo. Esta servidão biológica obrigatória é nossa escravidão. Não temos como escapar. Não nesse nível!
“Com o suor do teu rosto comerás o teu pão” (Gn 3, 19)
No entanto, o problema se agrava quando, além desta servidão inerente a condição vital, acrescentamos um servilismo ao nosso ego, com toda a sua volubilidade que lhe é inerente. E permanecemos neste nível iludidos pela nossa consciência instável e fragmentária, que não percebe a legião de pequenos “eus” que povoam nossa personalidade superficial. Assim passamos a obedecer a qualquer “eu” que porventura esteja ali presente dando uma ordem naquele momento. Passamos a servir a nós mesmos. E servir a si mesmo significa permanecer no nível inconsciente e automático da ação e reação. Nesta condição nosso comportamento é de um autômato que trabalha sob o governo de influências exteriores. Nossa atividade depende de desejos ou aversões, frequentemente contraditórios, produzidos por este automatismo.
Como as reações no ser humano são muito complexas, não percebemos que estamos nesta prisão. Neste nível nossa atenção está dispersa a maior parte do tempo e muda constantemente o foco de interesse. As impressões, tanto do mundo externo quanto do mundo interno, atraem e aprisionam a atenção de um lado para outro, continuamente. Acreditamos que dirigimos plenamente nossa vida, mas na verdade somos governados por estímulos que atingem ininterruptamente nossa atenção.
Este estado é a nossa condição habitual e é descrito pela Ciência como estado de vigília ou consciência lúcida. Entretanto, na realidade, esta situação se assemelha mais a um estado de semi-inconsciência e escravidão interna. Há uma ausência total de estabilidade interior. Não existe uma unidade nem uma centralidade consciente.
E o pior é que nós não nos damos conta dessa situação porque, justamente, a característica principal deste estado de consciência é a ilusão errônea de que já somos um ser plenamente consciente e que tem domínio sobre si próprio.
Desta maneira somos submissos e servimos, sem saber, a nossa parte biológica, animal, inconsciente e terrestre.

“Ninguém pode servir a dois senhores”, (Mt 6, 24) mas também ninguém não serve a ninguém. Sempre estamos servindo a alguma coisa.

Para compreendermos melhor este tema temos que recorrer a uma das idéias centrais do ensinamento interior. O fato de que o homem tem duas naturezas: uma terrestre e uma celeste. Também conhecidas como natureza carnal e natureza espiritual.
Nossa natureza terrestre é constituída basicamente pelos seguintes centros:
Centro mental – composto pelas forças mentais e intelectuais expressas pelos pensamentos e imagens mentais.
Centro emocional – formado pelas energias emocionais que se manifestam através das emoções.
Centro biológico – constituído pelo corpo físico e pelas energias orgânicas responsáveis pela manutenção da vida e pela movimentação corpórea.
Centro Sexual – Responsável pela reprodução e pelas energias sexuais.

A natureza celeste já é mais difícil de reconhecer, porque as energias que a compõem são muito mais finas e sutis. Não que elas sejam mais fracas ou menores. Pelo contrário. Mas as impressões que elas produzem são de reconhecimento mais difícil pois necessitam de um tipo especial de atenção, além de um apaziguamento das energias dos centros terrestres.
Podemos ter a percepção de nossa natureza celeste quando passamos a ter consciência de impressões tão inefáveis quanto o silêncio, o vazio ou a paz profunda. O sentimento de presença no “aqui – agora”, tão simples e tão poderoso, também faz parte dessa natureza.
Quando vivenciamos o amor, a justiça, a compaixão ou a plenitude, entramos no mundo celeste. Nesses momentos experimentamos a existência como uma milagrosa e misteriosa realidade.
Nossa natureza celeste é reconhecida pelas grandes tradições como: Paraíso, Jardim do Éden, Reino dos céus, Terra prometida, Nirvana ou simplesmente Céu.

Só que atualmente somos dominados pela nossa parte terrestre. Isto é, somos comandados de baixo para cima. E a libertação só ocorre quando conseguimos inverter esta ordem.. Temos que nos colocar sob o domínio de nossa parte celeste. Temos que nos elevar além do limite terrestre, submetendo-nos ao Poder superior.
E se o íntimo do homem for capaz de servir àquilo que o transcende, então não há nenhuma razão por que o homem não possa transcender também seu sofrimento e escravidão.
O crescimento e o amadurecimento acontecem quando aceitamos servir voluntariamente a algo que excede a nós próprios. O ponto central da questão não é servir ou deixar de servir. Mas sim a que ou a quem servir. Sempre estamos servindo para alguma coisa. Só o fato de existir já implica em alguma serventia para algo, porque no Universo tudo é interligado. Mesmo um pequeno grão de areia serve para ajudar a formar a montanha.
Que esta mensagem seja, portanto, uma exortação ao servir voluntário à nossa Natureza celeste, pois deste modo o servir é alegria.

*Médico Oftalmologista

Utilidade Pública

O Governo Federal envia anualmente para Ubatuba
R$ 546.050,00 para serem distribuídos entre os que vivem em condições de pobreza e extrema pobreza.
Estamos publicando diariamente os nomes de 15 beneficiados.
Quem possui bens não deve aparecer.
Se estiver na lista é caso para o Ministério Público.
Para consultar de uma vez, clique aqui

Lista 26

ELIANE RODRIGUES DE OLIVEIRA

ELIANE TEODORA CORREA

ELIAS ALVES BARRETO

ELIENE GOMES SANTOS

ELIETE FRANCISCO CARDOSO

ELISA DE OLIVEIRA

ELISA OLIVEIRA DE ANDRADE

ELISABETE DO NASCIMENTO

ELISABETE PINTO

ELISANGELA CRISTINA PEDROSO

ELISANGELA MARIA MARTINS

ELISANGELA MARIA MARTINS

ELISANGELA SANTOS AMARAL

ELIZABETE CONCEICAO DE OLIVEIRA

ELIZABETE DA SILVA

Bom dia

Ricardo Faria - Jornalista
“O prefeito eleito Juan Manoel Pons Garcia anunciou, ontem, que uma de suas primeiras medidas ao assumir a Prefeitura de São Sebastião será promover uma auditoria fiscal, financeira e patrimonial. Segundo ele, o objetivo é saber a atual situação econômica e dos bens pertencentes à administração pública municipal.” (jornal Imprensa Livre, de hoje)
É exatamente isso o que exigimos do prefeito eleito de Ubatuba. Vereador por três legislaturas, Eduardo César tem por obrigação conhecer o funcionamento da administração municipal, os tráficos de influência e as pessoas envolvidas. Não é novidade para ninguém que a corrupção e a malversação do dinheiro público fizeram morada em Ubatuba, os noticiários constantes na mídia local e regional comprovam o fato.
Se beneficiou alguns pilantras, a corrupção prejudicou a muitas pessoas. Uma delas o brilhante arquiteto Léo Lerro que viu uma obra sua, na Itamambuca, ter o habite-se liberado pela Secretaria de Arquitetura e Urbanismo (SAU) com a assinatura de outro arquiteto, tudo intermediado pela GP Prestação de Serviços, empresa do vereador Gerson Biguá. Vai ficar por isso mesmo?
O pronunciamento do ubatubense Ernesto F. Cardoso Jr é MBA - Mestre em Administração de Empresas nesse Ubatuba Víbora é terrivelmente comprovador: “Eis aqui um município onde, praticamente em cada rua, se podem observar irregularidades de construção, de ocupação de solo, de recuos, de adições irregulares, etc. etc. etc. Se desejasse tornar pessoal a tese que esposei, poderia enfatizar que o atual Secretário, ocupando essa Secretaria pela segunda ou terceira vez, deveria, portanto, mais do que os demais que a ocuparam apenas uma vez , ter liderado um processo administrativo e legislativo de reestruturação da mesma para que se tornasse eficiente.” E termina o Sr. Ernesto F. Cardoso se dirigindo ao arquiteto Gilmar Rocha: “O caso da construção em andamento em frente de minha casa, mencionada por você e aprovada por você, é uma irregularidade a mais, queira ou não, que a SAU não se tem preocupado em sanar. Sabe você muito bem que inúmeros prediozinhos como este são aprovados pela SAU como salas comerciais, uso comercial, portanto, ocupando área acrescida do solo, e, na realidade, se destinam a uso residencial infringindo como tal a legislação pertinente. Termino aqui, pois, dizer tudo mais que sei seria imprudente.
”Os fatos descritos já justificam uma austera auditoria na SAU e demais órgãos envolvidos. É preciso bater o tapete, retirar debaixo dele toda a sujeira acumulada nos últimos trinta e tantos anos e oferecer Justiça aos cidadãos lesados.
“O exercício da cidadania pressupõe indivíduos que participem da vida comum. Organizados para alcançar o desenvolvimento do local onde vivem, devem exigir comportamento ético dos poderes constituídos e eficiência nos serviços públicos. Um dos direitos mais importantes do cidadão é o de não ser vítima da corrupção.” (www.transparencia.org.br/docs/Cartilha.html)
Quanto à arrecadação municipal, principalmente ao IPTU, o imposto vem sendo cobrado de uma maneira safada com alguns sendo cobrados em quantias altíssimas e até impagáveis como é o caso do hotel Sol e Vida. Ao mesmo tempo, alguns recebem carnês com quantias irrisórias. Porquê isso? A auditoria na Prefeitura, repito, é uma exigência. Qualquer negativa por parte do Eduardo César e do seu secretariado demonstrará conivência, algo que não condiz com a proposta de resgate dos nossos
valores que possibilitou a eleição do nosso rapaz com cara de bom moço.

Dos discursos às ações

Ronaldo Dias
Milton Friedman prêmio Nobel de economia em 1976, afirmava que a única responsabilidade social de uma empresa era "O maior lucro possível para os acionistas..." Os impostos pagos geridos pelo governo, seriam, a seu ver, a contribuição máxima que as empresas deveriam destinar às atividades sociais. Nada mais. Hoje, a bandeira da "sustentabilidade" desconhecida da maioria, já é hasteada por grandes empresas. São projetos de investimentos vultosos e, raras as exceções, com resultados mensuráveis. A busca por certificações de seus projetos provoca o crescimento da importância opinativa, tanto de institutos dedicados a ações de responsabilidade social (Ethos e Global Reporting) como, de ditos "especialistas" em investimentos sociais privados. Na verdade, as empresas não encontrando ofertas de projetos confiáveis e mensuráveis partem com suas próprias asas, em vôo cego, para ações em busca de certificados que lhes atestem publicamente, tantos e quantos graus de responsabilidade social. Muito em breve práticas de sustentabilidade, não seduzirão mercados e consumidores formadores de opinião. O índice de ecoeficiência será a medida padrão para a avaliação das empresas, política e socialmente corretas. Nunca houve uma demanda tão grande e tantas oportunidades para o aparecimento de empresas ou prestadores de serviços, voltados ao planejamento, desenvolvimento, aplicação e avaliação de atividades privadas de responsabilidade social. Educadores, sócio-ambientalistas, cientistas políticos, pedagogos sociais, sociólogos, eco empreendedores e demais profissionais, que militam no desenvolvimento humano, é chegada a hora que é preciso atender a demanda gerada pelos discursos. Após 30 anos das afirmações de Friedman, esta talvez, seja uma oportunidade histórica. E única.

terça-feira, dezembro 28, 2004

Enquanto isso...

Era uma vez uma cidade onde havia três garbosos cavalheiros disputando a mão (e as demais partes) da mais formosa das donzelas.
Claudinho, Silvinho e Julião, os pretendentes, resolveram fazer um torneio para ver a quem caberiam os favores da cobiçada dama.
Julião foi o vencedor, mas usou uma arma proibida e perdeu muitos pontos.
Claudinho com isso recebeu os louros, mas na hora de levar descobriu-se que o direito era de Silvinho, por questões burocráticas. Chamada a intervir, Dona Eva, respeitável senhora da sociedade deu ganho de causa a Silvinho.
Os amigos de Claudinho, inconformados, recorreram ao Rei, o que de nada adiantou.
A noite de núpcias se aproxima, o padrinho do noivo, Lord Rogérius comemora, enquanto os adeptos de Claudinho lamentam e prometem lutar até que a noiva apresente o lençol com a mancha de sangue.
Aguardem novas cenas desta empolgante novela.
Para saber mais detalhes leia o post abaixo.

Silvinho continua...

Acompanhamento Processual do Tribunal Superior Eleitoral
MC Nº 144 / MC - MEDIDA CAUTELAR - 500409/2004 / 23/12/2004
Resumo
MEDIDA CAUTELAR COM PEDIDO DE LIMINAR VISANDO DETERMINAR A SUSPENSÃO DOS EFEITOS DO DIPLOMA CONFERIDO AO 1º INTERESSADO, ANULANDO-SE OS VOTOS COMPUTADOS AO 2º INTERESSADO, PREVALECENDO A ANTERIOR TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS.
Partes
IMPETRANTE(S): CLAUDIO FRANCISCO GULLI
ADVOGADO(s): RICARDO VITA PORTO , FERNANDO AUGUSTO FONTES RODRIGUES
IMPETRADO(S): MM. JUÍZO DA 144ª ZONA ELEITORAL DE UBATUBA
INTERESSADO(S): SILVIO MÁRCIO DE PAULA
INTERESSADO(S): BENEDITO JULIÃO MATEUS DE SOUZA
Despacho
27/12/2004
"SOBRE A QUESTÃO POSTA NESTES AUTOS HÁ DECISÃO JURISDICIONAL DA EMINENTE JUÍZA SUZANA CAMARGO, PROFERIDA NO MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2349, CONTRA A QUAL CABE RECURSO PRÓPRIO, SENDO INADMISSÍVEL SOBREPOR-SE ÀQUELA DECISÃO MONOCRÁTICA DESTA PRESIDÊNCIA, PROFERIDA EM JUÍZO SUMÁRIO, RAZÃO PELA QUAL INDEFIRO A LIMINAR PLEITEADA. CITE-SE O REQUERIDO. APÓS, A DOUTA PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL. SÃO PAULO, 27 DE DEZEMBRO DE 2004. (A) DES. ALVARO LAZZARINI - PRESIDENTE".

Vamos chegar lá

Divulgação


Quem já viveu no exterior pode avaliar o significado do subdesenvolvimento. Favelas, subnutrição, sujeira nas ruas, morosidade na Justiça, todos os males que nos afligem parecem ter sido banidos de alguns lugares do mundo. Exatamente por isso é imensa a alegria que sentimos ao ver os aviões da Embraer. Estão em todos os aeroportos do mundo! São a prova de que é possível avançar, pelo menos em algum setor estamos na frente da onda, disputando com o mundo a primazia do desenvolvimento tecnológico. Isso foi possível graças a um projeto educacional desenvolvido com seriedade pelo Ministério da Aeronáutica. A Embraer nasceu do ITA. Infelizmente educação não é mais prioridade no país dos bacharéis. Quando da independência dos Estados Unidos, Jefferson disse em discurso: "precisamos ser bons fazendeiros para que nossos filhos sejam engenheiros e nossos netos poetas". O Brasil, apesar da Embraer, ainda não acordou. Como sou otimista, mantenho as esperanças.

Como melhorar a arrecadação em Ubatuba

Luiz Roberto de Moura*
Quem já participou de uma administração pública sabe que, quando se entra é a hora de fazer "todos" os ajustes necessários para o alcance do melhor desempenho da "máquina". Postergar decisões nesta hora significa fazer gastos inúteis e malversar o dinheiro público.
A melhora da Receita do município se dará, basicamente, com a execução de um minucioso recadastramento imobiliário, que terá como resultado um aumento significativo no número de contribuintes, fazendo com que a máxima "onde todos pagam, todos pagam menos", possa se tornar uma realidade em Ubatuba.
O primeiro semestre de 2005 deve ser aproveitado, também, na elaboração de uma nova Planta de Valores Genéricos (PVG) que determinará os valores venais dos imóveis de Ubatuba; valores estes que serão usados como base de cálculo do IPTU - Imposto Predial e Territorial Urbano, tornando-o atual e justo. As atualizações feitas com base em índices, sobre os valores da PVG, ao longo dos anos (a atual tem 15 anos), tornaram os seus valores irreais, pois não é desta forma que se procede a valorização dos imóveis, isto sem contar que não foram levadas em consideração as desvalorizações que certamente sofreram uma série de áreas no município. Distorções criadas pela utilização de índices na PVG propiciam o surgimento de projetos de lei para corrigir "erros" pontuais "existentes".
Aconselho ainda um reestudo do Código Tributário Municipal e de suas alterações para a eliminação das deformações nascidas nos últimos mandatos.
No segundo semestre de 2005 deve ser enviado para discussão e aprovação da Câmara Municipal de Ubatuba, o resultado do reestudo do Código Tributário Municipal em conjunto com a PVG para que aprovados possam ser aplicados, a partir de janeiro de 2006.
Como participei da redação do projeto de lei e da elaboração da PVG que se transformaram na lei nº 1011 de 18 de dezembro de 1989, que dispõe sobre o Código Tributário e a Planta de Valores Genéricos do município de Ubatuba, em vigor, afirmo que para a execução destas sugestões não será necessária a contratação de pessoal e/ou de empresa, uma vez que a Prefeitura tem em seu quadro funcional, técnicos com formação para tal empreendimento.
Sou contrário a aumentos e/ou criação de tributos e/ou taxas. Existem outras posturas a serem revistas ou criadas para aumentar a arrecadação do município sem onerar o bolso de quem já paga tanto e tem tão pouco como retorno. Medidas simples estão aí para serem tomadas. Parecem ser de conhecimento geral, mas falta alguém tomar a iniciativa para realizá-las. Ubatuba, com certeza, agradecerá.

*Editor da revista "Guaruçá"

Barco oficial

Ricardo Faria


Um excelente projeto que pode ser revivido na gestão Eduardo César: "Barco Oficial da Cidade de Ubatuba", algo apoiado pela iniciativa privada e amplamente divulgado pela mídia local, regional, nacional e internacional já que o barco, um veleiro, estará presente nas principais competições nacionais. E o mais importante: sem despesas para a Prefeitura Municipal. Um projeto sério para gente séria, com gente séria assinando em baixo.

Ricardo Faria

segunda-feira, dezembro 27, 2004

Tsunami em Ubatuba?

O engenheiro oceânico Paulo Rosman, falou para o Fantástico a respeito dos Tsunamis, ondas gigantes que destroem cidades costeiras. O assunto deve interessar a todos que vivem em Ubatuba. Quem liga a televisão ou lê os jornais não fica indiferente ao que aconteceu na Ásia. Um estudo realizado por cientistas americanos e britânicos prevê que uma onda gigante, ou tsunami, surgiria a partir de uma erupção vulcânica no arquipélago das Canárias. O fenômeno, segundo eles, não tem data prevista para acontecer, mas já é considerado preocupante. Poderíamos ser afetados? Segue a reprodução da entrevista.

A onda atingiria Camboriú, em Florianópolis, e o Rio de Janeiro?

Rosman - Grandes cataclismas na região das Canárias aconteceram por volta de 1750, quando Lisboa sofreu demais. Coisas que acontecem lá no Atlântico Norte não podem afetar de forma significativa o litoral do Atlântico Sul, principalmente o litoral sudeste do Brasil, a não ser que acontecesse uma queda de meteoro, no meio do Atlântico Sul, aí sim, mas não com esse problema das Canárias. Existem tsunamis gerados por movimentos no fundo do mar, você nem vê. Não é só a possibilidade de a montanha cair na água, o que está no fundo também pode chacoalhar e ser um causador de catástrofe maior do que está acima da superfície.

A onda chegaria em Belém?

Rosman - Para quem mora em Belém, a preocupação deve ser muito pequena. Aliás, a preocupação deve ser muito pequena para quem mora em qualquer lugar, porque a chance disso acontecer é mínima. Nós estamos no Brasil, e em mais de 500 anos de História e não há registro de catástrofes desse tipo. Não há por que ficar tão alarmado. A região de Belém não é a mais propensa a sofrer muitos danos, porque está dentro do delta do Amazonas, então há muitas barreiras e proteções internas até chegar lá.

Quem mora em Fortaleza pode ser surpreendido?

Rosman - A possibilidade de acontecer em Fortaleza é a mesma de acontecer em qualquer lugar da costa leste do Brasil. As ilhas Canárias estão longe: no Atlântico existem poucos pontos em que podem ser gerados tsunamis. Existe uma região próxima de Porto Rico que já gerou tsunami, e nem por isso atingiu a costa do Ceará. Um tsunami devastou a cidade de Lisboa em 1755: naquela altura já existiam povoações importantes no nordeste brasileiro, mas não temos notícias de que povoações tenham sido devastadas pela onda. É até muito possível que aconteça um evento nos próximos cem anos, e que os efeitos na costa norte e nordeste do Brasil sejam muito menores do que os efeitos na costa da África, da Europa e dos Estados Unidos.

Existe a probabilidade do Brasil ser atingido?

Rosman - Não há razão para as pessoas ficarem com tanta angústia, porque a probabilidade de um evento desse acontecer é muito pequena. Segundo: ondas de tsunamis só atingem a costa e sobem no máximo a uma altura de 10 metros, ou coisa que o valha, depende da topografia da região. Numa cidade costeira, não é todo mundo que mora na beira da praia, quem estiver nas partes mais altas da cidade não corre qualquer risco. Aliás, nos principais lugares do mundo que são sujeitos a esse tipo de problema existem planos de ação para os tsunamis. Eles têm detectores, porque lá acontece toda hora, várias vezes numa década. Então eles têm planos e metas de detecção, planos de alerta, planos de ação, e o que população faz é simplesmente se mover dos locais costeiros baixos para regiões mais altas e pronto. O problema fica sério quando todo mundo é pego de surpresa.

Na costa do Brasil não há um plano de detecção de tsunamis. Por quê?

Rosman - Porque são eventos tão raros que não vale a pena.

Há risco para quem mora em Natal?

Rosman - A cidade de Natal tem trechos muitos baixos e tem também trechos altos, trechos que estão acima de 10 metros de altura em relação ao nível do mar. Não há qualquer risco. A probabilidade de fazer uma viagem de Natal para São Paulo e sofrer um acidente é muito maior do que a probabilidade de sofrer um acidente por causa de um tsunami.

Caso venha a acontecer o fenômeno, o que deve ser feito?

Rosman - A única coisa que se pode fazer é ter um plano de ação previamente ensaiado, de conhecimento da população. Nós não temos isso no Brasil porque a incidência desse fenômeno é raríssima. No Alaska, Havaí e Japão ocorre freqüentemente, lá existem inúmeros programas de detecção avisos e medidas que a população tem que tomar. Ou seja, os instrumentos detectam o problema, são dados avisos e as pessoas têm um tempo para se mobilizar e sair. Mas não adianta apenas o aviso, porque se der o aviso gera pânico. A coisa só funciona se a população tiver um treino, um plano de ação, se souber para onde ir e como ir para se colocar em situação segura.

Se acontecesse uma catástrofe nas ilhas Canárias, quanto tempo teríamos para tomar providências no Brasil?

Rosman - O tempo seria de 5 a 10 horas. Teriam que calcular as distâncias entre o ponto de ocorrência e as diferentes cidades. A velocidade com a qual a onda se propaga depende da profundidade do oceano. No oceano profundo, ela é muito mais rápida, na ordem de 600, 700 km/h, equivalente à velocidade de um Boeing. É perfeitamente possível calcular o tempo para a onda chegar nesses locais. Seria coisa de muitas horas, no mínimo quatro a cinco horas. Se houvesse um sistema de detecção em tempo real, um sistema de alerta e um plano de evacuação, em quatro horas daria tempo para todo mundo sair. Se não houver um plano, quatro horas vai ser suficiente para fazer o maior engarrafamento na cidade, vai ficar todo mundo preso no engarrafamento.
Fonte: www.fantastico.com

Praça da Matriz, 1915

Luiz Roberto de Moura


Esta foto mostra bem a placidez da vida do princípio do século XX em Ubatuba. São quase cem anos! Em algum momento o casario que aparece no fundo deu lugar às novas construções que hoje vemos no lugar. É de se lamentar, perdemos uma boa oportunidade de conservar um centro histórico com características próprias.
Não podemos esquecer que Ubatuba já foi uma das cidades mais importantes do estado, a riqueza da época acabou traduzida em residências de grande beleza, restando infelizmente poucos exemplares, como é o caso do Casarão do Porto, onde está sediada a Fundart.

Velhos tempos...

Luiz Roberto de Moura


Essa é a Prainha do Matarazzo em 1915. Naquela época Ubatuba era uma vila de pescadores com muito peixe, águas cristalinas e nenhuma poluição. Hoje, apesar da degradação sofrida, a beleza permanece, apenas os peixes já não são tantos e as águas, infelizmente, estão poluídas. Uma tarefa para o novo governo será recuperar as condições ambientais de nossas praias. Precisamos ter a Baía de Itaguá apta para os banhos de mar.

Utilidade Pública

O Governo Federal envia anualmente para Ubatuba
R$ 546.050,00 para serem distribuídos entre os que vivem em condições de pobreza e extrema pobreza.
Estamos publicando diariamente os nomes de 15 beneficiados.
Quem possui bens não deve aparecer.
Se estiver na lista é caso para o Ministério Público.
Para consultar de uma vez, clique
aqui

Lista 25

ELIANE RODRIGUES DE OLIVEIRA

ELIANE TEODORA CORREA

ELIAS ALVES BARRETO

ELIENE GOMES SANTOS


ELIETE FRANCISCO CARDOSO

ELISA DE OLIVEIRA

ELISA OLIVEIRA DE ANDRADE

ELISABETE DO NASCIMENTO

ELISABETE PINTO

ELISANGELA CRISTINA PEDROSO

ELISANGELA MARIA MARTINS

ELISANGELA MARIA MARTINS

ELISANGELA SANTOS AMARAL

ELIZABETE CONCEICAO DE OLIVEIRA

ELIZABETE DA SILVA

Editorial

Na administração que ora se encerra, houve uma prática que ganhou força. O jogo das pressões.
Explico melhor, empresários interessados em defender interesses pessoais montavam grupos de discussão.
No processo atraiam inocentes úteis, usados para pressionar o Prefeito. Chegaram ao cúmulo de ameaçar queimar pneus nas estradas. Falta de entendimento do princípio da autoridade, fosse o Prefeito mais firme e teria posto na cadeia quem propôs tal absurdo. Só pelo fato de mencionar!
Pressionar deu certo e não deu certo. Na defenestração de um secretário que incomodava a certos grupos, funcionou.
Agora os envolvidos encontram-se em situação de “saia justa”.
De um lado há os que queriam o “bem da cidade”, não poupando esforços para afastar o secretário que não lhes agradava.
Do outro lado um dos membros da guarda pessoal do secretário afastado, agora vencedor e alçado ao poder que sempre almejou.
Com a derrota de Paulo Ramos perderam aqueles que imaginavam ter conseguido "a posse" do turismo da cidade.
Perderam, mas não se conformam, pressionam querendo continuar, ainda que isso vá de encontro ao desejo do Prefeito eleito.
Paulo Ramos fazia que cedia, enrolava a todos e tocava o barco, provavelmente rindo da ingenuidade política daqueles de quem se servia.
Acabou no ostracismo, levando consigo os que trabalharam ao seu lado. Pode ser que um dia tente voltar, se conseguirá são outros quinhentos.
Há novos atores no palco, alguns com talento.
Vamos esperar para ver a atitude de Eduardo César. Será que ele vai afrouxar a corda?

Sidney Borges

Uso do solo

Valter Capop


Depois de tanta discussão sobre o uso do solo, o leitor Valter Capop exprimiu a preocupação dos caiçaras, grandes interessados na matéria.

Bom dia

Ricardo Faria - Jornalista
Quando o radialista Tony Luiz sofreu pressões e acabou demitido da Rádio Gaivota FM lançaram a culpa no Paulo Ramos. Ao que parece, foi mesmo já que o Tony vinha criticando o prefeito e a administração municipal. Os fatos se repetem na mesma Gaivota FM, agora com a demissão do jornalista Marcelo Mungioli responsável pelo jornal da emissora que vinha, digamos, “batendo” no prefeito eleito Eduardo César.
Em 1992, senti na pele as mesmas artimanhas quando grupo do prefeito à época acabou por adquirir o jornal A Cidade do Gilberto Ferretti e tive que sair.
A repetição dessa coação à mídia não pode continuar. Mesmo porque o dinheiro que os veículos de comunicação recebem da Prefeitura é do contribuinte, o nosso, e não pode ser disponibilizado para sustentar o jornal A Cidade, a Rádio Costa Azul, site na internet ou emissora de televisão.
Divulgação paga pela administração municipal somente para as campanhas de interesse público.
Chega de emissora de rádio receber mensalmente para colocar no ar diariamente um secretário diferente. Basta da jogada suja dos empenhos com comunicadores recebendo por fora e rachando a grana com gente de dentro da prefeitura. Aliás, tenho visto o Eduardo César se posicionar contra as averiguações no funcionamento de determinadas secretarias, alegando não desejar mexer no passado, atitude que demonstra, no mínimo, conivência e desrespeito aos eleitores, tenham ou não votado nele. Bom... de qualquer maneira está dito.
Não vamos mais aceitar a abjeta distribuição de verbas públicas aos veículos de comunicação para iludir, pressionar a opinião pública e dar boa vida a vagabundo. Veículo de comunicação sério tem anunciantes da iniciativa privada em qualquer local do planeta. Em Ubatuba não pode ser diferente.
A turminha tem que parar de “morder” a nossa prefeitura.

domingo, dezembro 26, 2004

Utilidade Pública

O Governo Federal envia anualmente para Ubatuba
R$ 546.050,00 para serem distribuídos entre os que vivem em condições de pobreza e extrema pobreza.
Estamos publicando diariamente os nomes de 15 beneficiados.
Quem possui bens não deve aparecer.
Se estiver na lista é caso para o Ministério Público.
Para consultar de uma vez, clique
aqui

Lista 24

EDNALVA CELIA BRAGA

EDRIANE CARDOSO DE MOURA

EDUARDO DE JESUS

EDVANIA MATIAS DA SILVA

EFIGENIA ANDRE DOS SANTOS

ELENA DE OLIVEIRA FEIJO

ELENICE DA SILVA SANTOS

ELENICE DE JESUS SANTOS

ELENICE MIGUEL GARCEZ

ELENIR APARECIDA DOS SANTOS

ELIANA APARECIDA DE JESUS

ELIANA BRUM

ELIANA COLLUZ DOS SANTOS

ELIANA ROMAN DOS SANTOS

ELIANE CRISTINA CARDOSO DA SILVA


Tempos novos...

Luiz Roberto de Moura


A foto é emblemática. Ciccillo Matarazzo na Câmara Municipal. Ao assumir a prefeitura, Ciccillo colocou Ubatuba no século XX. Estamos no começo do século XXI e uma nova administração está tomando posse. A cidade espera que o exemplo de Ciccillo Matarazzo seja seguido e Ubatuba possa encontrar um caminho. A tarefa de Eduardo César não é simples, mas não é impossível.

Bons nomes

Ricardo Faria - Jornalista
Eduardo César convocou mais dois conhecidos nomes para o secretariado. Para a Setur vai o Luiz Felipe Azevedo, bem quisto e capacitado para desempenhar à altura a chefia da principal indústria local. Conheço bem o carinha, desde o tempo que virou padeiro e comandou uma franquia da Pão & Cia, daí o apelido de Felipão. Depois, transformou-se em responsável pelo excelente site www.ubatubasurfcam.com.br inicialmente produzido pelo Luiz Roberto de Moura. Hoje o Felipe se dedica às agências de viagem é do ramo, vive do turismo. A Comtur foi entregue ao Josias Baltazar Nunes Sabóia, o Jija, também muito conhecido e considerado um empresário de sucesso em diversos ramos como lojas de bicicletas, motos e posto de gasolina. Já foi presidente da Associação Comercial e teve uma boa passagem pelas comunicações quando editou por vários anos o famoso jornal A Semana onde andei escrevendo e podia ser lido na Internet. A responsabilidade do Felipe é muito grande, a maior, justamente a sobrevivência da população. O turismo tem que ser operado de maneira séria, profissional, sem falhas. Temos que enfrentar e vencer a tal sazonalidade encontrando uma maneira de atrair turistas o ano inteiro. Para isso, a Setur tem que ter autonomia, dotação orçamentária, pessoal capacitado que não custa barato, principalmente na área de comunicação e marketing. Falar mais seria ensinar o padre-nosso ao vigário. Quanto ao Jija só tem duas opções: assume e promove o fechamento da Comtur ou acha uma maneira de passar o controle da empresa à iniciativa privada com participação minoritária da Prefeitura. Desde o começo, quando teve desvirtuadas as suas funções, a Comtur ubatubense vem aos trancos e barrancos coberta de acusações de corrupção e malversação do dinheiro público. Algo insuportável, principalmente no tocante às arrecadações de dinheiro sem controle nos estacionamentos como vinha sendo feito. As pessoas nomeadas para o secretariado têm boas referências e a administração que se avizinha tem tudo para dar certo. Resta nomear alguém com nome limpo para a Secretaria de Arquitetura e Urbanismo (SAU) que ponha fim as tais “intermediações de terceiros” que visavam “agilizar” a papelada na repartição pública. A comunicação oficial é algo delicado, um profissional como o radialista Tony Luiz pode oxigenar o departamento. Da minha parte, vejo que a luta não foi em vão, as pessoas entenderam e reagiram. Conseguimos, finalmente, ao que parece, nos livrar do legendário e lazarento “quarteto maldito” que transformou a nossa Prefeitura num verdadeiro “QG” de inoperância e gatunagem com alguns malandros travestidos de políticos dando as cartas e jogando de mão. Me sinto extremamente feliz com a eleição do Eduardo César. A posse, no dia primeiro de janeiro, será o início de uma Nova Era nas terras de Cunhambebe e Aimberê. Como jamais cansou de prever o meu amigo Henry Iken, do Perequê Mirim. Meu agradecimento aos leitores e em especial ao editor desse Ubatuba Víbora, o jornalista Sidney Borges, que permitiu a publicação dos meus escritos. Mesmo quando pressionado para não o fazer. A verdadeira mídia ubatubense renasceu com o Sidney, um profissional do ramo, conhecedor da responsabilidade de noticiar, sem nunca se vender. Como atirei todas as pedras nos telhados dos safados, coloco-me também a disposição da Administração Eduardo César naquilo que puder ser útil. Sem, é claro, emprego ou salário. Quem sabe consigo receber os R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) que a Prefeitura me deve desde o Zizinho Vigneron pela confecção dos banners que foram afixados na proa do “katoosh” declarado Barco Oficial da Cidade de Ubatuba. Se continua a mesma, a funcionária nissei conhece o assunto. Nem tanto pela quantia, mas pelo papel de palhaço que a “tia” me impingiu!
 
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